Conheça nosso site

Site da Sucupira: www.sucupirafilmes.com.br
vídeo | criação | design | fotografia | arte | projetos culturais | idéias | sustentabilidade

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Colosso Eólico




Uma turbina eólica de duzentos metros é grande demais? Imagine 24 delas funcionando e, até 2020, mais de 150 unidades. Conheça as gigantes turbinas E-126.
Elas estão instaladas em Emdem, na Alemanha, desde 2007. Mas há projeto para construção de 150 novas gigantes na usina eólica Markbygden da Suécia, em 2020.
A obra trás grandes soluções para problemas comuns em turbinas eólicas. Começando pelos valores, que poderiam construir esse gigante de 7.5MW ou três turbinas de 2MW que teriam manutenção bem maior. Os engenheiros da Enercom também pensaram muito para desenvolver a hélice de 126 metros de diâmetro: suas pás usam uma tecnologia especial que gera menos barulho e quase nada de turbulência.
Com 6 mil toneladas de peso, a E-126 também conta com um gerador bem no nariz da turbina. Ele utiliza dois rolamentos de movimento lento para regular a velocidade das pás. Com isso, o número de peças diminui e o custo de manutenção cai mais ainda. As pás tem um limite de 12 RPM (ou seja, uma volta a cada cinco segundos) o que reduz fortemente as chances de um pássaro ou morcego morrer ao ser atingido por ela.
Para comparação de potência, o Gizmodo  fez a conta: Angra 1 e Angra 2 geram 657 MW e 1300 MW, respectivamente. Já a futura usina eólica da Suécia vai gerar 4.000 MW limpinhos. Bem, Ministro, o Sr. queria rever essas obras não é? ou quem sabe também a real necessidade de construção de Belo Monte...


via Gizmodo

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Querem mudar a cor das nuvens


O branco das nuvens saiu de moda? Isso é o que um grupo de cientistas está analisando, sob outro aspecto que não a moda, claro.
Para o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) da ONU, nós poderíamos injetar aerossóis nas camadas altas da atmosfera para que as mudanças climáticas sejam amenizadas e até reduzir a radiação solar no nosso planeta.
Christopher Field, do Instituto Carnegie para a Ciência, disse que “tecnologias complexas” podem ser usadas para mudar a cor do brilho das nuvens e que outras, bem mais simples, incluiriam a semeadura de árvores. Mas ele fez questão de lembrar que ainda é preciso analisar o impacto que isso teria sobre o clima, os oceanos, as pessoas e todo o Planeta.
“Estamos nas etapas iniciais de um estudo sobre novas tecnologias, que poderiam ser úteis ou não para responder às mudanças climáticas”, disse Field para explicar algo como ‘parece loucura, mas por enquanto é só isso mesmo’.
Por enquanto são só ideias sendo discutidas. Não acredito que isso vá pra frente, e você?

terça-feira, 21 de junho de 2011

Cresce o desmatamento na Amazônia


A ONG Imazon fez um monitoramento independente do desmatamento na Amazônia e constatou um aumento de 72% em mai0 de 2011, em relação ao mesmo período do ano passado.
Só em maio foram 165 quilômetros quadrados que foram embora – isso é quase o tamanho de Praia Grande, no litoral de São Paulo. Mas a coisa ainda fica pior se for contar desde agosto de 2012 a maio de 2011, os 10 primeiros meses do ano fiscal de desmatamento, nesse caso já foram mais de 1.435 quilômetros, ou seja, uma área que tem quase o tamanho da maior metrópole do país: São Paulo. O aumento nesse período foi de 24%.
Os estados mais afetados são Mato Grosso, com 39%, depois vem o Pará, com 24% e com o ainda preocupante terceiro lugar, Rondônia, com 22%.
Segundo O Estado de S. Paulo, o sistema de alerta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, conhecido como Deter, mostrou que houve uma alta de 27% no desmatamento na mesma faixa de tempo.


Agora que todo mundo está vendo o problema, quanto mais vão esperar por alguma solução?

Designer cria “sofá” com pneus




Pneus são um grande problema para o planeta. Por serem feitos para resistir a condições mais fortes possíveis, eles acabam sendo pouco práticos na hora do descarte. A reciclagem não é tão efetiva também, então os designers precisam pensar em novas formas de usar um pneu sem uso. Foi isso que o americano Carl Menary fez.
Um pneu para você fazer de banco no seu jardim, quintal, sítio ou chácara. Lindo, não? O nome da peça é “Re-Tyre” e é feito com um pneu de caminhão e dois conjuntos de parafusos de roda reciclados para deixar o pneu torto fazendo com que fique mais ergonômico. O designer também passa cera de carbaúba para o pneu não se degrade por conta dos raios UV.

Depois de pronto o “Re-Tyre” pode ficar em três posições diferentes: Uma mais simples, só como um apoio para as pernas; outras duas para você ficar sentado, mais ou menos relaxado.
O projeto é mais um conceito que precisa sair do papel o quanto antes, pois esses bancos deveriam se tornar obrigatórios em parques públicos.




via Aline



quarta-feira, 8 de junho de 2011

Como a energia chega na sua tomada




Não, esse não é um post técnico sobre como a energia é levada através de cabos atravessando o país até chegar nesse computador que você está usando. O post vai mostrar os adesivos do pessoal da Hu2 Design, que mostram de forma divertida as diversas fontes reais e algumas bem criativas de se fazer energia elétrica.
Os adesivos são feitos num material chamado de “PVC-FREE” que, segundo os designers, apresenta a mesma durabilidade do PVC só que é totalmente livre de cloro e plastificantes.



Os adesivos são vendidos no site da empresa e, pra felicidade de todos, eles entregam aqui no Brasil.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

MPF pede suspensão de licença para Belo Monte


O Ministério Público Federal no Pará ajuizou hoje a 11ª ação civil pública por problemas no licenciamento da usina hidrelétrica de Belo Monte. O processo pede a suspensão da Licença de Instalação (LI), concedida para o início das obras, e aponta o descumprimento das condições prévias.
Segundo parecer técnico do Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) sobre as obras preparatórias, 40% das condicionantes não foram cumpridas pela Norte Energia S.A., responsável pela construção. Entre as condicionantes estavam investimentos nas áreas de saúde, educação, saneamento, levantamentos das famílias atingidas e navegabilidade. Os técnicos do Ibama constataram ainda que obras para saúde e educação declaradas pelo empreendedor não foram encontradas.
O MPF não aceita que o Ibama tenha concedido a licença, justificando que há condições "em cumprimento" ou "parcialmente atendidas". Ao não cumprir suas próprias exigências para Belo Monte, o órgão teria atingido o "limite da irresponsabilidade".
Clique para ampliar e visualizar o problema: Áreas de influência do projeto de Belo Monte. areas-influencia-belo-monte-hidreletrica.jpg


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Mais uma vez, incêndio na Serra do Rola Moça em BH

A Serra do Rola Moça na região da grande BH, pega fogo desde terça-feira. Ao entrar em contato com os Bombeiros, disseram que só agora puderam enviar viaturas, que segundo eles, estavam todas ocupadas (divergência entre as notícias e o atendimento do 193)
Do bairro Buritis a gente podia avistar uma enorme coluna de fumaça vindo de trás do pico do Rola Moça, que se espalhava pela atmosfera, já esfumaçada por causa da poluição, tornando o horizonte de BH ainda mais turvo.




Patrimônio Natural
O Parque Estadual da Serra do Rola-Moça é uma das mais importantes áreas verdes de Minas. Ele é o terceiro maior parque em área urbana do país e abriga alguns dos mananciais que abastecem a região metropolitana de Belo Horizonte.
Os 3,9 mil hectares do parque são habitat natural de espécies da fauna ameaçadas de extinção como a onça parda, a jaguatirica, lobo-guará, o gato-do-mato, o macuco e o veado campeiro. Além da fauna, sua flora, possui espécies raras e em extinção, também possui um dos últimos resquícios de Canga, uma camada rochosa que funciona como uma esponja na absorção da água da chuva, infiltrando até formar grandes lençóis freáticos, semelhante ao que ocorre na Serra da Gandarela, ameaçada pela mineração. Muitos rios e nascentes na região, antes rica em mananciais hídricos, mas que devido ao crescimento desenfreado da construção civil e mineração na região, que poluem as nascentes, além dos próprios Incêndios nas matas, estão secando. Rios estes, que abastecem importantes bacias responsável pelo abastecimento da região metropolitana de BH.




Não é a primeira vez que chamas ameaçam o patrimônio natural da Serra do Rola-Moça , que quase todos os anos no período de seca é castigada por incêndios . Este período de seca mal começou e já temos incêndio na Serra. Segundo os bombeiros, o incêndio começou na Fazenda do Varjão perto de um lixão, em uma área que fica entre Ibirité e Brumadinho, na Grande BH.  A região também é cheia de condomínios de alto luxo, grandes mineradoras e alvo de especuladores imobiliários, que geram um trânsito diário na região de helicópteros e pequenos aviões, o que também pode causar tais incêndios em áreas de difícil acesso. Acredita-se que guimbas de cigarro, atiradas de pequenos aviões e helicópteros, em sobrevôo nesta região, ao cair na vegetação seca, pode causar tais incêndios como o ocorrido na RPPN do Vale dos Cristais ano passado. O incêndio que começou no pico e se espalhou montanha abaixo, até atingir as florestas de Mata Atlântica no pé da montanha, que é circundada por rios e nascentes. O incêndio consumiu cerca de 20 hectares de vegetação da reserva. Os dias secos, provocados pela baixa umidade do ar, ajudaram na proliferação das chamas, dificultando o trabalho dos brigadistas. 


É necessário, urgentemente de ações mais efetivas de educação ambiental e de prevenção a incêndios junto à população em geral, mas principalmente nas comunidades que vivem no entorno das cidades, mais próximos às áreas verdes e rurais, para mudar o péssimo hábito de colocar fogo em lixos e matos, que constantemente resultam em incêndios como esses, causando danos irreparáveis ao meio ambiente, além de colaborar consideravelmente para o aumento do aquecimento global com a emissão em grande quantidade de CO2 pela fumaça, na atmosfera.
Agora torcemos para que o Corpo de Bombeiros consiga conter logo este grande incêndio na Serra do Rola Moça, já tão castigada.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Texto-base do novo Código Florestal foi aprovado




O Código Florestal já deu muita conversa mas, enfim, a votação aconteceu. O resultado foi positivo? Ainda não sabemos ao certo, já que algumas emendas podem sofrer alteração.
A votação teve um placar de 410 votos a favor, 63 foram contra e 1 se absteve. Agora vão ser votadas as emendas que cada partido apresentou.
E aí tem mais uma bela conversa: A emenda apresentada pelo PMDB quer fazer com que seja possível plantar qualquer coisa dentro das APPs (Área de Preservação Permanente).  Porém, o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), já declarou que vai orientar a base para derrubar essa emenda.
“O governo não admitirá nenhuma emenda ou nenhum artigo que transfira para os Estados a legislação ambiental, anistie desmatadores, consolide o que foi desmatado. Nós somos contra qualquer política que não coíba o desmatamento, somos contra as duas emendas que apareceram. Em relação ao texto do Aldo, são itens que temos divergências e queremos estabelecer punição maior para quem reincidir em desrespeito ao ambiente”, disse o deputado também se referindo a segunda parte da emenda do PMDB que faz com que a regularização ambiental seja feita pelos governos dos Estados da União.
“Vamos encaminhar para a pequena agricultura uma política nas APPs que não comprometa 100% das propriedades, mas isso vamos ver no Senado. Vamos incluir no Senado”, completou o Deputado que, mais cedo, já tinha dito que iria pedir ajustes no texto de Rebelo para ter uma punição maior aos reincidentes em crimes ambientais.
Só esperamos que esse pessoal tente mesmo mudar essas emendas para a coisa não ficar ainda pior do que já é.


via ecoplanet

terça-feira, 24 de maio de 2011

Ilumine sua casa toda só com a luz do sol


Ah sim: Sem quebrar todas as paredes para colocar janelas, também. Como? Com o Sun Tunnel.
Como o nome diz, ele é um túnel solar que leva a luz do astro rei direto para sua casa.

O sistema, criado pelo designer Ross Lovergrove, é feito por tubos metálicos forrados com espelhos que fazem a luz solar, que entra por uma “lente” no telhado, ir direto para o interior da casa.
Ainda vai levar um tempo para isso chegar ao mercado europeu, o criador diz que é ainda esse ano. Mas e o Brasil? Em nossa terra tão ensolarada, tal produto seria um sucesso…

sábado, 21 de maio de 2011

Kassab sanciona lei que proíbe distribuição das sacolas plásticas


O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, sancionou a lei que proíbe a distribuição gratuita ou a venda de sacolas plásticas a consumidores em todos os estabelecimentos no município de São Paulo. Os empresários têm até dia 31 de dezembro de 2011 para se adequar.

De acordo com a legislação, os comerciantes terão de estimular o uso de sacolas reutilizáveis. Eles também serão obrigados a fixar placas informativas nos estabelecimentos, com dimensões de 40 cm x 40 cm, com a frase “Poupe Recursos Naturais! Use sacolas reutilizáveis”. A informação deve estar próximo aos locais de embalagem de produtos e caixas registradoras.
Além disso, os fabricantes, distribuidores e estabelecimentos comerciais ficam proibidos de inserir em sacolas plásticas para o acondicionamento e transporte de mercadorias a rotulagem degradáveis, assim como as terminologias “oxidegradáveis”, “oxibiodegradáveis”, “fotodegradáveis” e “biodegradáveis”, e mensagens que indiquem suposta vantagem ecológica de tais produtos.
A fiscalização da aplicação da lei será realizada pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. A multa pode variar entre R$ 50 e R$ 50 milhões.

No estado

No início do mês, o governador do Estado, Geraldo Alckmin, e o presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados), João Galassi, assinaram um protocolo de colaborações para banir do estado o uso das sacolas plásticas derivadas do petróleo. O acordo foi selado durante a abertura da Apas 2011 – 27º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados.
O objetivo é estimular a utilização de sacolas permanentes, reduzindo assim o descarte de plástico no meio ambiente. Caso o consumidor opte pela sacola de plástico, ele terá de pagar cerca de R$ 0,19 pelas sacolas biodegradáveis, feitas a partir de amido de milho, que se desfazem em até 180 dias em usina de compostagem e em dois anos nos aterros. [UOL Economia]

Ecobags

Mas o que seriam essas sacolas ecológicas?
São as opções reaproveitáveis ou compostáveis, entre as quais estão as famosas ecobags (de lona, tecido, juta ou outro material de vida longa), as sacolas plásticas recicladas e as sacolas biodegradáveis.
 

Polêmica

A questão levanta polêmicas. Muitos reclamam por utilizarem as sacolas plásticas para latas de lixo da residência e, agora, terão que comprá-las. Devo concordar que a mudança vai doer no bolso, mas a restrição levará ao uso de sacolas biodegradáveis quando necessário, e fatalmente reduzirá a produção total de sacolas, um reflexo indiscutível para o meio ambiente.
Outro ponto é a possível eliminação de empregos nas fabricas de sacolas plásticas. Pode ocorrer, é verdade, embora por outro lado vagas tenham que ser abertas para a fabricação de sacolas retornáveis e caixas, mas mesmo que o saldo seja negativo, não será a primeira nem a última mudança a eliminar vagas de emprego.
Desde a mecanização das fabricas para agilizar processos e reduzir falhas, ao auto-atendimento em supermercados e farmácias, pessoas se viram na necessidade de buscar um novo emprego porque as coisas mudaram. Felizmente isso agora poderá ocorrer em favor do meio ambiente, e não apenas para reduzir custos das companhias.
É bom lembrar também que a proibição de sacolas plásticas é aprovada por 60% da população e já está em vigor em outras cidades como Belo Horizonte que foi a pioneira na aprovação de lei municipal proibindo os sacos plásticos.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Rio tem primeira escola com certificado sustentável do Brasil



No sábado, dia 7 de maio, foi inaugurada a primeira escola com certificado sustentável do Brasil. Ela fica no Rio de Janeiro e seu nome é Colégio Estadual Erich Walter.
No mundo, só 120 escolas possuem o certificado Leed Schools. A maioria esmagadora fica nos EUA (são 118 escolas em terras norte-americanas, uma em Bali e outra na Noruega), mas o caso do colégio no Rio vai servir de modelo para mais 40 escolas brasileiras.

Quem emite o certificado é a Green Building Council (GBC) e deve demorar cerca de cinco meses, para isso a escola precisa de: área para lixo de reciclagem; sistema de reaproveitamento de água da chuva; painéis solares; bicicletário e vagas para veículos menos poluentes; telhado verde; entre outras necessidades que, segundo o projeto do escritório responsável pela escola carioca, Arktos – Arquitetura Sustentável, a escola dispõe.
Agora é só esperar a resposta final, mas parece que já está tudo certo. Quem venham as outras 40!

domingo, 15 de maio de 2011

Código Florestal depende de políticos…


… e isso me deixa triste.
Votações como a de ontem só servem para mostrar o despreparo
dos nossos governantes perante a assuntos mais sérios.
Como o relator do novo Código, Aldo Rebelo (PC do B / SP), 

que apresentou um novo texto de última hora que, segundo Marina Silva, tinha pegadinhas.

Ao ficar sabendo desse comentário de Marina, o nobre deputado partiu para o tudo ou nada e começou a dizer que “o marido de dona Marina foi quem fraudou contra-bando de madeira”. Acusação grave. Mas logo depois ele diz que o defendeu quando era líder do governo e evitou o depoimento do tal acusado. Sr. Aldo, então o senhor obstrui a justiça para ajudar alguém que era aliado e agora, como a mulher dele está contra, você joga isso para todo mundo saber? Que coisa feia, senhor.
Tudo está nesse vídeo aqui. Mas ok, ele é do partido comunista e está fazendo um código que beneficia os grandes proprietários de terra. Isso já seria o suficiente para criticá-lo.
Bem, passado toda a confusão, Aldo falou que tudo já estava acertado com os líderes dos partidos. Então o Deputado Paulo Teixeira (PT-SP) líder do Partido dos Trabalhadores, veio e falou que não sabia da alteração e, por conta disso, não poderia votar no Código.
Percebendo a repercussão negativa, ou utilizando o bom senso, a câmara achou melhor adiar tudo isso pra semana que vem. Quando todos os deputados, teoricamente, estarão com o código estudado para votar em algo que seja bom para quem o elegeu e não para quem pagou a campanha.
Você pode ler os textos da Folha, com a ótima foto do Sérgio Lima que abre esse post e o da Globo, com o vídeo que foi citado.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

De volta para futuro

 
Japoneses criam máquina que transforma plástico em gasolina ou óleo novamente.

Sendo o plástico, derivado de petróleo, agora podemos inverter o processo. A máquina processa o plástico, podendo ser separado em gasolina, óleo diesel ou querosene.
As sacolinhas plásticas de supermercado vão valer ouro...
Assim o plástico vai regressar ao petróleo de onde veio.
Será que no futuro vamos ter carros movidos a lixo igual ao DeLorean DMC-12,  que ficou imortalizado na saga "De Volta Para o Futuro"?
No filme de 1985, dirigido por Steven Spielberg, o doutor maluco abastece seu carro – um Delor ean – com cerveja, cascas de banana e outras coisas. Essa mistura de lixo e outros produtos produz uma energia tão potente que “arremessa” o carro e os passageiros para o futuro ou para o passado.

No filme "De Volta Para o Futuro", o lixo é combustível para o carro do cientista interpretado por Christopher Lloyd. Foto: Dentrodarte.arteblog.com.br
No filme "De Volta Para o Futuro", o lixo é combustível para o carro do cientista interpretado por Christopher Lloyd. Foto: Dentrodarte.arteblog.com.br

Da ficção para a realidade

Ainda não é possível movimentar um automóvel com lixo, mas talvez o seja, no futuro.
Mas com essa descoberta dos japoneses, fica mais próximo ainda este futuro, utilizando não o biocombustível apenas, como já dizem por aí e como o cientista do filme fazia, com seu carro viajante do tempo, mas utilizando plásticos coletados da reciclagem. 
Imaginem quanto lixo vamos aproveitar e tirar das ruas e depósitos (desde que os automóveis não liberem tantos gases como é no processo atual).

Melhor mesmo seria se fizessem o carro movido a energia solar, mas mesmo assim, já é um grande salto, pois mesmo que não façam carros movido a plástico, essa idéia genial, poderia ter diversas outras utilidades.

    O som é todo em japonês. Basta assistir lendo as legendas em inglês. Mesmo para quem não entende japonês ou inglês, vale a pena assistir.
 

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Designer cria carro de bambu



Como você imagina  que seria um carro biodegradável? Kenneth Cobonpue o criou utilizando bambu e algumas outras coisas.
O designer filipino, em parceria com o alemão Birkner Albrecht, fez o carro com bambu, vime aço e náilon (materiais utilizados em móveis que ele também cria) e ainda estipulou um prazo de validade para o carro: 10 a vinte anos em locais industrializados e 30 em áreas rurais.
Ele ainda não tem motor, pois os criadores estão com problemas para encontrar boas baterias que também sejam leves.
O Phoenix não deve chegar as ruas, mas serve como referência mas os futuros carros.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Xangai registra pior nível de poluição da história


Xangai é uma das cidades mais importantes da China e, nos últimos dias, seus mais de 20 milhões de habitantes não devem ter respirado muito bem, pois a medição de qualidade do ar passou dos 500 pontos.
500 pontos, sendo que lá o padrão de qualidade do ar é diferente do resto do mundo. Lá, numa medição que dê até 50 pontos, a qualidade do ar é excelente e vai piorando até 300(!). Nesse número a qualidade do ar passa a ser considerada “perigosa” para o governo.
Qual o motivo de toda essa poluição? O governo chinês – que passa longe de ser uma fonte confiável – culpa tempestades de areia ao norte do país, coisa que vários especialistas em meio ambiente já desmentem e afirmam que isso é por conta do tráfego pesado da cidade.
Pessoas sem problemas de saúde, por conta do ar super poluído, podem apresentar queda na resistência física e sofrer irritações nas vias respiratórias e nos olhos.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Protesto contra roupas feitas de pele




Nesse sábado, em São Paulo, aconteceu um protesto contra o uso de roupas de pele de animais.
A manifestação durou cerca de duas horas, segundo a PM. Ainda segundo a Polícia Militar, foram cerca de 40 pessoas que protestaram de forma pacífica até as 16 horas.
Não foi por acaso que a manifestação aconteceu na Oscar Freire. A rua com mais lojas de grifes famosas na capital paulista.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Jelloware: O futuro dos copos


Um dos grandes baratos de tomar sorvete de casquinha é a possibilidade de comer a “embalagem” gerando menos lixo. Não seria legal se isso funcionasse para líquidos também? Essa é a proposta do Jelloware.
Criado pelo escritório de design The Way We See The World, o copo é feito de uma gelatina de algas, conhecida como ágar-ágar. Assim, o copo se torna comestível.

Só há um pequeno problema: Você não vai poder abusar de comer copos,pois as algas utilizadas na fabricação do copo possuem propriedades laxativas. Mas não tem muito problema, você pode tomar o que tiver que tomar e guardar os Jellowares de volta na geladeira (é lá que ele tem que ser guardado).

Cada cor tem um sabor: Limão e manjericão; gengibre e hortelã; alecrim e beterraba. Mas calma, não é por não gostar desses sabores que você vai deixar de compra-los. O copo é biodegradável. Aí, se você não quiser experimenta-lo, basta o enterrar para criar adubo para as plantas.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Masdar, a primeira cidade sem carbono


Em Abu Dhabi o dinheiro não é problema para o governo. Tanto que o governador Sheikh Khalifa bin Zayed Al Nahyan já investiu cerca de U$30 bilhões na cidade de Masdar. Qual o motivo desse investimento gigante? O melhor possível: A cidade é a primeira com neutralização total de carbono.



O dinheiro foi investido para criar estações de reabastecimento de carros elétricos e trens automatizados que cobrem parte dos seis quilômetros quadrados da cidade que deverá ter 50 mil habitantes.


A cidade não tem prédios gigantes e, por conta do seu tamanho reduzido, é tranquila para caminhar da casa para o trabalho.
Masdar já está aberta para visitas. Caso você não tenha horário para ir até Abu Dhabi, confira a cidade no Google Maps (mas note que as imagens não são tão novas).

terça-feira, 3 de maio de 2011

Energia gerada com esgoto: Bill Gates aprova



Imagine usar energia gerada na privada para fazer suas tarefas, além de ganhar substâncias para utilização na agricultura. Como resultado de tudo isso um único material seria descartado: Água. Sonho?
Não para os pesquisadores canadenses da Universidade de Calgary que, com o apoio da fundação Bill & Melinda Gates, pretendem criar a máquina “Microdigestor anaeróbio com Calor Termoelétrico micro combinado a geração de Energia para Converter Dejetos humanos em Eletricidade, Calor, Metano, Fertilizante e Água”. Apesar de precisar de um nome melhor, a máquina retira energia dos excrementos e libera água como resultado.
Instalar uma privada nova e economizar com água e energia, ótimo não? A equipe já tem o projeto, vencedor da 6ª rodada do Grand Challenges Explorations. A premiação de Bill Gates rendeu US$ 100 mil para a equipe.

Lei ambiental de MT é alvo do Ministério Público



Semana passada, o governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), sancionou uma nova lei local que autoriza “o plantio da cana-de-açúcar e a produção sucroalcooleira em áreas antropizadas, excluindo-se as áreas alagáveis”. Esse é um dos pontos que o MP não gostou.
Essa já é a quarta versão do projeto que o governo estadual tenta aplicar. Dessa vez, o scretário da Casa Civil, José Lacerda, diz que tudo está certo e que as áreas indígenas e de preservação ambiental não sofreram mudanças. Mas mesmo assim, o MP não quer saber de papo.
Outras mudanças são: Permissão para compensação de área de reserva legal para quem desmatou até abril de 2011; Ampliação de áreas onde a agropecuária é permitida; redução da reserva legal em propriedades rurais em florestas.
Por esses e outros motivos, a lei ainda deve passar pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente, por conta dos conflitos com a legislação federal.