![]() Um designer holandês criou um carregador eólico para iPhones / Foto: Divulgação O acessório funciona como uma turbina eólica e produz energia através do vento que gira hélice. Ele possui também um adaptador para bicicleta, assim, pode-se carregar o seu aparelho enquanto se anda de bicicleta. Uma alternativa duplamente ecológica, já que só em usar as bikes já se evita a liberação de gases estufa no meio ambiente. ![]() O acessório foi feito a partir de um cooler modificado de computador e um case de silicone / Foto: Divulgação Veenhoven afirmou que conseguiu carregar o iPhone dele em seis horas, mas admitiu que o tempo de recarga é longo. Mesmo assim, é uma nova ferramenta ecologicamente correta que funciona e que, segundo ele, pode ser aperfeiçoada. ![]() Ele também conta com um adaptador de bicicleta / Foto: Divulgação |
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Designer cria carregador eólico para iPhones
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Designer cria arte com fitas cassete e rolos de filme

The Beatles em fita cassete / Foto: Divulgação

Bob Dylan / Foto: Divulgação

Bob Marley e Marilyn Monroe / Foto: Divulgação

Kurt Cobain / Foto: Divulgação

Jimi Hendrix / Foto: Divulgação
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Botânicos disponibilizam dados de 1,25 milhão de plantas na internet
Botânicos do Reino Unido e dos EUA divulgaram na última quarta-feira, 29 de dezembro, uma lista com 1,25 milhão de nomes de plantas. A lista já é considerada a mais ampla do mundo e está disponível gratuitamente na internet.
Segundo os cientistas, a Plant List derá uma contribuição essencial para a preservação da flora global, já que contém os nomes científicos e comuns da maioria das espécies vegetais conhecidas, das ervas mais simples a legumes, passando pelas rosas, samambaias exóticas, musgos e coníferas.
De acordo com eles, as informações podem ajudar o trabalho de conservacionistas, desenvolvedores de drogas e pesquisadores que atuam em agricultura, unificando os nomes das plantas conhecidas.
“É crucial para pesquisas, previsões, vigilância de programas de preservação das plantas no mundo inteiro”, destacou o diretor dos Kew Gardens, Stephen Hopper, em um comunicado.
“Sem os nomes corretos, a compreensão e a comunicação sobre a vida dos vegetais se perderiam num caos, custariam somas faraônicas, além de colocar vidas em perigo, no caso de plantas utilizadas em medicina”, completou.
O banco de dados foi elaborado em uma parceria entre dois institutos renomados em botânica – o britânico Royal Botanic Gardens e o norte-americano Missouri Botanical Garden.
Os especialistas em botânica e em tecnologia de informação das duas instituições iniciaram suas pesquisas em 2008 para estabelecer esta lista como base de comparação entre famílias de plantas compiladas por Kew Gardens e o sistema Tropicos, um banco de dados alimentado desde 1982 pelo Missouri Botanical Garden.
Segundo os criadores, a ideia surgiu em 1999, durante um congresso com especialistas, que apontaram para a necessidade de se obter um cenário real da biodiversidade de plantas em nível mundial como forma de proteger as ameaçadas.
Em outubro, os 193 países membros da Convenção sobre a Diversidade Biológica reunidos em Nagoya no Japão, decidiram criar até 2020 um banco de dados on-line com toda a flora conhecida no mundo. Segundo um estudo divulgado em setembro pela União internacional de Conservação da Natureza, uma planta em cinco é ameaçada de desaparecimento. [EcoD]
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Desmatamento da Amazônia é o menor em 23 anos mas política ambiental nos últimos anos é questionável
![]() Em 2010, bioma perdeu 6,5 km quadrados de floresta nativa Por trás da redução do desmatamento estão as políticas adotadas pelos ex-ministros do Meio Ambiente, Marina Silva e Carlos Minc, principalmente a ampliação de operações de fiscalização, a criação de áreas protegidas em regiões críticas e as medidas de restrição ao crédito para os desmatadores. Além da Amazônia, na gestão de Lula o governo passou a monitorar outros biomas e a partir de 2011 deve ter dados comparativos anuais para direcionar e avaliar as estratégias de combate ao desmatamento em todas as regiões do país. Na conta ambiental do governo Lula também entram o aumento da produção e uso de biocombustíveis – principalmente o etanol – e a criação de áreas protegidas. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), cerca de 75% dos 700 mil km2 de áreas protegidas criadas em todo o mundo desde 2003 estão localizados em território brasileiro. Para o diretor executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Paulo Moutinho, a posição do Brasil na negociação internacional sobre mudanças climáticas também avançou durante o governo Lula, em especial no segundo mandato. O país reviu posições conservadoras, assumiu compromisso internacional de reduzir as emissões de gases de efeito estufa até 2020 e criou uma legislação nacional para o setor. “No início do governo Lula havia muita resistência do Brasil em tratar da questão da mudança do clima de forma mais proativa, era um discurso na defensiva. Passamos de uma posição extremamente conservadora e cautelosa para outra de liderança”, disse. Apesar dos números positivos, a política ambiental dos últimos anos foi marcada pela ambiguidade, na avaliação de ambientalistas. No centro da contradição está o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), criado para espalhar grandes obras de infraestrutura pelo país, muitas vezes à revelia da conservação ambiental e do interesse de populações tradicionais. O licenciamento ambiental foi palco de disputa entre técnicos e políticos e motivou seguidas ações do Ministério Público Federal (MPF) questionando a legitimidade das autorizações concedidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Em oito anos, o embate entre a área desenvolvimentista e o Ministério do Meio Ambiente veio a público em episódios como os impasses para o licenciamento ambiental das hidrelétricas do Rio Madeira, em Rondônia, e mais recentemente da Usina de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, afirma a Info. Na avaliação do assessor de Políticas Indigenista e Socioambiental do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Ricardo Verdum, os conflitos socioambientais por causa de grandes obras são o maior passivo ambiental do governo Lula. “Nesses anos se observou um relativo desrespeito às populações atingidas. As comunidades têm sido desconsideradas, desrespeitadas e manipuladas no processo”, afirmou. Ao fim do governo Lula, outra ameaça para as conquistas ambientais dos últimos anos ganhou força com a tentativa de aprovação da flexibilização do Código Florestal. A base governista nunca se posicionou diretamente contra as mudanças na lei e no apagar das luzes do ano legislativo, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), tentou negociar a votação do projeto para agradar a bancada ruralista. |
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Mesa com base de ferramentas de encanador
![]() A mesa foi feita com chaves inglesa e uma tampa de vidro / Foto: Divulgação Niemuth desenvolveu uma mesa que tem como base seis chaves inglesas. Ele simplesmente colocou uma tampa de vidro em cima das ferramentas de encanador e o móvel estava pronto. ![]() Ela foi uma ideia do designer Jonathan Niemuth / Foto: Divulgação A mobília ainda não está à venda. [EcoD] |
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Rede de distribuição da Coca-cola é usada para causas mais nobres

Não importa aonde você vá em qualquer lugar do mundo, uma coisa que você pode ter certeza que vai encontrar é uma Coca-cola. Não sabemos exatamente se são duendes (como aparece no comercial), oompa loompas ou helicópteros que fazem o trabalho, mas a certeza é que nada bate a estrutura de distribuição da Coca. Por sorte, essa rede também está sendo usada para causas mais nobres.
Num clássico exemplo de “Como ninguém pensou nisso antes?”, a ONG ColaLife fez uma parceria com a Coca-cola para que itens básicos de saúde cheguem às áreas rurais da África. O objetivo é diminuir a taxa de mortalidade infantil: nesses lugares, uma em cada 5 crianças morre antes de completar o quinto aniversário por causas relativamente simples, como desidratação por causa da diarréia.
No projeto-piloto, que começou na Zâmbia em novembro, kits chamados AidPods contendo vitamina A de alta dosagem, tabletes de purificação da água e sais de reidratação são engenhosamente colocados nos espaços vazios dos engradados do refrigerante, entre as garrafas, e chegam ao seu destino utilizando os canais de distribuição da bebida – que na África envolvem até bicicleta. Bastante engenhoso, não? Veja como são os kits:
[Treehugger via Gizmodo]
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
O orfanato de robôs
![]() e aquela vontade de fazer o bem, ajudar o próximo e deixar todo mundo feliz aumenta. Bom, a ideia do artista Brian Marshall passa um pouco por esse conceito de solidariedade. Ele criou o primeiro orfanato de robôs do mundo (ou o primeiro de que se tem notícia). Juntando pedaços que foram para o lixo, ele dá vida a novas formas e as vende online. ![]() Um belo gesto com o meio-ambiente – embora, pela descrição que o artista dá em sua página, eu não duvide que ele sinta um verdadeiro carinho pelas engrenagens e rebites. ![]() e inusitados amigos para realizarem seu sonho de, mais uma vez, dar alegria a outros. (…) Obrigado a todos que adotaram robôs e a todos os que irão adotar e lhes darão novos lares amorosos”. Fala sério… eles são fofos, né? ![]() ![]() |
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O que fazer com seu cpu velho?
O artista italiano Franco Recchia desmonta computadores velhos e cria essas esculturas lindíssimas pra homenagear cidades como Manhattan, Boston e Pittsburgh! O trabalho dele é absurdamente detalhista e preciso, e o resultado é de encher os olhos como você pode ver aqui:

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Carrinhos de supermercado viram árvore de Natal na Califórnia

A árvore de carrinhos de supermercado na Califórnia / Foto: Divulgação

Quem teve a ideia foi o designer Anthony Schmitt / Foto: Divulgação

A árvore tem dez metros e possui 86 carrinhos / Foto: Divulgação
Árvore de bicicleta
Outra árvore que utilizou rodas em sua composição foi a do shopping The Rocks, em Sydney (Austrália), que pegou 100 bicicledas de uma empresa de reciclagem local (CMA Corporation) e as transformou em uma árvore de Natal.

A árvore foi feita de bicicletas que seriam recicladas / Foto: Divulgação
O design de sete metros precisou de oito semanas para ser construído e teve o objetivo de inovar a reciclagem e a reutilização de materiais. Até mesmo os pequenos detalhes, como a estrela na ponta, são feitas com as bikes.

Árvore de bicicleta durante a noite e o dia / Foto: Divulgação
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Meditação é tão eficaz contra depressão quanto remédios, diz pesquisa
Outro estudo já havia sugerido que a técnica é tão eficaz quanto os remédios / Foto: Mitchell Joyce
A pesquisa foi feita pelo Centro de Saúde Mental e Dependência (CAMH, na sigla em inglês), no Canadá, em parceria com o Departamento de Psiquiatria do St Joseph’s Healthcare, a Universidade de Toronto e Universidade de Calgary, todas também no país.
Para chegar à conclusão, os pesquisadores analisaram pacientes tratados inicialmente com o medicamento até o desaparecimento dos sintomas da doença e, posteriormente, separados em três grupos.
O primeiro continuou com a medicação tradicional, o segundo seguiu tomando placebos e o terceiro adotou a Psicoterapia Cognitiva Baseada na Atenção Plena (MBCT, na sigla em inglês).
Aqueles que seguiram a técnica participavam de oito sessões em grupo semanais e praticavam a meditação em casa, como parte do tratamento.
As avaliações clínicas foram realizadas em intervalos regulares e durante um período de 18 meses de estudo as taxas de recaída dos pacientes no grupo com a MBCT não diferiram dos índices de pacientes que receberam antidepressivos (ambos na faixa de 30%).
Por outro lado, 70% dos pacientes que receberam placebos voltaram a apresentar sintomas da depressão.
Opção de tratamento
De acordo com o diretor do Departamento de Terapia Cognitiva da CAMH, Dr. Zindel Segal, muitos pacientes com depressão interrompem o tratamento com medicação antes do período indicado devido aos efeitos colaterais ou à indisposição de tomar um remédio durante anos.
“Com o reconhecimento crescente de que a depressão é um transtorno recorrente, os pacientes precisam de opções de tratamento para prevenção da doença e, assim, voltarem às suas vidas”, disse o Dr. Segal. Com isso, a Psicoterapia Cognitiva Baseada na Atenção Plena torna-se uma opção eficiente de tratamento em longo prazo.
Ainda de acordo com Segal, a terapia é uma abordagem não farmacológica que ensina como controlar as emoções para que o paciente possa monitorar possíveis desencadeadores de recaídas, bem como adotar mudanças de estilo de vida favoráveis ao equilíbrio do humor.
“As implicações destes resultados tem relação direta com o tratamento de linha de frente da depressão. Para esse grupo considerável de pacientes que estão relutantes ou são incapazes de tolerar o tratamento de manutenção, a MBCT oferece proteção igual contra a recaída”, afirma o Dr. Zindel Segal.
Essa não é a primeira vez que os benefícios da meditação no combate à depressão são comprovados cientificamente. Outro estudo, publicado em Londres, em 2008, sugere que a mesma técnica pode ser tão eficiente quanto os antidepressivos na prevenção de recaídas e mais eficaz na melhoria da qualidade de vida dos pacientes.
Além disso, a MBCT é uma alternativa de baixo custo se comparada com as drogas antidepressivas. Ao contrário da maioria das terapias psicológicas, a MBCT pode ser ensinada em grupos por um único terapeuta, e os pacientes podem continuar a praticar as habilidades que aprenderam em casa, sozinhos.
Muitos dos exercícios realizados durante o estudo foram baseados em técnicas de meditação budista e ajudaram o indivíduo a focar no presente, em vez de dedicar a atenção a acontecimentos passados, ou a tarefas futuras.
Os exercícios impactaram de forma diferente cada paciente, mas muitos relataram maior aceitação e mais controle sobre os pensamentos e sentimentos negativos. [EcoD]
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Uma década de tragédias ambientais
Além de estarmos chegando ao fim do ano, chegamos também ao final da década. Uma década marcada por diversas tragédias ambientais.
2001 – O ano testemunhou uma dura batalha da guerra que vem sendo travada há cerca de meio século entre ecologia e economia: em março, os Estados Unidos se recusaram a ratificar o Protocolo de Kyoto – o tratado internacional para limitar a emissão de gases que agravam o efeito estufa. Na foto, manifestação de estudantes americanos a favor da decisão do presidente George W. Bush.
2002 – Dez anos após a realização da ECO 92, no Rio de Janeiro, novo fórum internacional se reuniu na Rio + 10m, em Johanesburgo, na África do Sul, para tentar chegar a um acordo sobre a interferência do ser humano sobre o meio ambiente, de modo a evitar uma catástrofe. Na foto, ativistas do Greenpeace estendem uma faixa na estátua do Cristo Redentor em protesto contra o fracasso da cúpula.
2003 – Nas duas primeiras semanas de agosto, uma onda de calor assolou a Europa, com temperaturas superiores a 40 graus C em países onde a média é bem menor do que essa. O fenômeno teve graves consequências, especialmente para a França, a Itália e Portugal. Na foto, idosos franceses são atendidos em hospital parisiense
2004 – No último fim de semana do ano, a natureza deu uma demonstração de seu poder de destruição no Sudeste Asiático. Um terremoto de mais de 8 graus na escala Richter ocorrido a 10 km abaixo do nível do mar, provocou um tsunami com ondas gigantes (entre 15 e 30 metros de altura). A tragédia atingiu oito países da Ásia: Bangladesh, Índia, Indonésia, Malásia, Maldivas, Mianmar, Sri Lanka e Tailândia, além da costa nordeste da África. Na foto, onda atinge resort na Tailândia.
2005 – O ano em que o Protocolo de Kyoto entrou em vigor foi marcado por uma catástrofe: o furacão Katrina, que se deslocou pelo Caribe e região sudeste dos Estados Unidos, em agosto. Em virtude da falha de seus sistemas de proteção contra enchentes, 80% da cidade de Nova Orleans foram inundados, com a consequência de seis mortes diretas, a evacuação de 1 milhão de pessoas.
2006 – Um alerta sobre a gravidade do aquecimento global ganhou as telas de todo o mundo com o documentário ?Uma verdade inconveniente?, dirigido por Davis Guggenheim, que aborda a campanha do ex-vice-presidente norte-americano Al Gore para conscientizar os cidadãos sobre o problema. No ano seguinte, Gore recebeu o Nobel da Paz.
2007 – A divulgação de novo relatório do IPCC (sigla em Inglês de Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) trouxe previsões assustadoras. Informou, por exemplo, que mais de 1 bilhão de pessoas podem vir a sofrer com a falta de água a partir de 2020 e alertou para a devastação da Amazônia. Na foto, Rajendra Pachauri, climatologista-chefe do IPCC.
2008: O Brasil foi alvo de catástrofes ambientais: em abril, as chuvas torrenciais provocaram transbordamento de rios e inundações no Nordeste e, em novembro, foi a vez de Santa Catarina, onde as enchentes causaram mortes e deixaram milhares de desabrigados. Na foto, a comunidade de Volta por Cima, entre Ilhota e Itajaí (SC).
2009 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa durante sessão plenária na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague (Dinamarca). A reunião, que começou sob a alcunha de “Hopenhagen”, terminou em clima de fracasso. O Brasil, porém, anunciou o compromisso de reduzir suas emissões de 36% a 39% até 2020.
2010- A explosão de uma plataforma petrolífera da British Petroleum, em abril, no Golfo do México, produziu uma mancha negra 11 vezes maior do que a cidade do Rio de Janeiro e afetou milhares de animais, como esta gaivota na Louisiana. O ano terminou com duas conferências sobre meio ambiente. Uma foi a de Nagoia, que resultou em um acordo bem-sucedido sobre biodiversidade.
A outra foi a COP-16, em Cancún, que termina com a esperança de um final feliz em 2011. Quem viver, verá. [EnergiaEficiente]










A outra foi a COP-16, em Cancún, que termina com a esperança de um final feliz em 2011. Quem viver, verá. [EnergiaEficiente]
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Dalai Lama afirma que meio ambiente é mais urgente que a crise política

Segundo o documento, o Lama acredita que os tibetanos pode esperar alguns anos, a natureza não / Foto: kris krüg
Na declaração feita em 2009, o líder espiritual diz que os problemas ambientais são mais urgentes.
O budista falou ao embaixador americano na Índia, Timothy Roemer, que “agenda política deveria ficar à margem por cinco ou dez anos e a comunidade internacional deveria mudar seu foco para a mudança climática no planalto tibetano”.
“A fusão das geleiras, o desmatamento e o aumento dos casos de água contaminada pelas mineradoras são problemas que não podem esperar. No entanto, os tibetanos podem aguardar cinco ou dez anos por uma solução política”, diz a mensagem diplomática.
Apesar de já ter levantado a bandeira ambiental diversas vezes, Dalai Lama nunca havia sugerido que as questões políticas poderiam ficar em segundo lugar, nem falou de qualquer escala de tempo com tanta precisão.
Ainda de acordo com o The Guardian, durante o encontro com o embaixador americano, o Lama criticou a política energética da China ao lembrar que a construção de uma represa no Tibete deslocou milhares de pessoas e deixou templos e mosteiros embaixo d’água.
Ao final do encontro, o monge ainda fez um apelo a Roemer, afirmando que o Tibet é uma nação que está morrendo, e que precisa da ajuda dos Estados Unidos. [EcoD]
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domingo, 19 de dezembro de 2010
Aluguel automático de bicicletas vai virar realidade em SP
![]() de bicicletas. Funciona assim: a estação de aluguel da bike tem uma máquina, onde você paga pelo empréstimo, e uma barra, onde ficam presas as bicicletas. Elas são liberadas pela máquina mediante pagamento – não tem ninguém mediando o empréstimo, tudo é automático. Existem várias estações como essa pela cidade: você anda com a bicicleta e depois pode devolvê-la em outro posto. Nós adoramos o sistema de Barcelona, por exemplo. E São Paulo está prestesa ganhar um sistema assim, graças a dois alunos da Universidade de São Paulo. Felipe Ventura, do Gizmodo, conversou com Mauricio Villar,a que, junto a Maurício Matsumoto, teve a ideia que levou ao PedalUSP. Eles são formados em engenharia mecatrônica pela USP e fizeram intercâmbio na França. Os amigos moraram em cidades que ofereciam o sistema de emprés- timo automático de bicicletas, e resolveram fazer seu trabalho de con- clusão de curso na área, bolando um sistema que funcionasse no Brasil. E graças ao Propesc, programa que busca, na própria USP, projetos e ideias na área de sustentabilidade, o TCC começou a virar realidade. O projeto demonstrou em agosto seus primeiros protótipos na Cidade Universitária, zona oeste de São Paulo – e, de acordo com o Mauricio, teve receptividade acima do esperado. Veja um dos protótipos abaixo: ![]() ainda em caráter experimental. Serão apenas duas estações com quatro bicicletas, número que deve crescer para dez estações e cem bicicletas com a expansão do projeto, sem data definida. Mauricio conta que, como a ideia é que a bike seja usada para trajetos curtos – da aula para o almoço, por exemplo – o empréstimo será gratuito mas limitado a 20 minutos. Se o usuário não a devolver nesse período, ficará um ou mais dias sem poder pegar bicicletas emprestadas. Só haverá multa em dinheiro (de R$300) se a bicicleta não for devolvida em 24 horas. Mas, diz Mauricio, estes critérios podem mudar à medida que o projeto é implementado. Para evitar que bicicletas sejam furtadas, elas contam com chip identificador (não é GPS!), que mostra quem está com a bicicleta ou em qual estação ela se encontra. As bikes serão diferentes das comerciais, para não retirarem peças dela (como o banco). E deu-se atenção especial à trava eletromecânica da bike, que a prende na estação. As estações de empréstimo também têm câmeras de segurança e estão localizadas em locais estratégicos: tanto de fácil acesso para os usuários, como próximos a guaritas da universidade. ![]() funcionários e docentes da USP. Além disso, as bicicletas só poderão ser usadas dentro do campus – novamente, a ideia é usá-las para trajetos curtos. Com mais recursos, o sistema poderá ser expandido, aberto para quem não é ligado à USP, e inclusive ser integrado à estação de trem próxima à universidade. Para implementar e expandir o PedalUSP, que tem custo estimado de R$500 mil, os coordenadores do projeto buscam parceiros e patrocinadores. Mauricio conta que já estão em conversas com a iniciativa privada, e a própria USP pode financiar parte do projeto. Já existem iniciativas semelhantes a esta em outras cidades, como Rio de Janeiro, Blumenau e João Pessoa. Então esperamos que o PedalUSP seja ampliado e inspire iniciativas semelhantes em São Paulo. [Pedalusp/Release via Gizmodo; Imagens: Divulgação] |
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Arquitetos produzem casa inspirada na natureza
O design do telhado lembra as folhas que caem no outono e o do seu interior, um tronco de árvore. As paredes de vidro fazem com que a casa e o jardim se confundam em uma coisa só. Esse é o projeto para uma residência privada da Undercurrent Architects, chamado de “Casa Folha” (Leaf House).
“O projeto desenha as imagens da natureza e expressa isso através das estruturas, criando links entre o interior e exterior”, disse a Undercurrent.
Localizada em Sydney (Austrália), a construção é uma união de design inovador e sustentável. Foram utilizados estratégias para economizar energia, como iluminação com baixo consumo, técnicas para retenção de água da chuva e sistema de refrigeração e aquecimento solar passivo – aquecimento solar sem a utilização de bombas.
As camadas curvas que formam o telhado servem para maximizar o volume interno, e promover um interesse visual de quem olha de cima, além de suavizar o visual da construção.
Outra vantagem é que a disposição de como as “folhas” foram colocadas permite a visão do mar e o controle da entrada de luz do sol – entra pelos espaços entre as “folhas”. Além disso, as paredes ondulantes de vidro suavizam os reflexos de luz, principalmente à noite.
De acordo com a empresa, especializada em áreas urbanas comprimidas e regeneração de áreas industriais degradadas, a combinação de design ambiental e materiais de alta e baixa tecnologia resultam nessa construção harmônica, sensível e engajada com o meio ambiente.
A criação dos designers Didier Ryan e German Perez Tavio precisou utilizar métodos improvisados para alcançar a elevada complexidade técnica com as restrições de custo. [EcoD]
“O projeto desenha as imagens da natureza e expressa isso através das estruturas, criando links entre o interior e exterior”, disse a Undercurrent.
Localizada em Sydney (Austrália), a construção é uma união de design inovador e sustentável. Foram utilizados estratégias para economizar energia, como iluminação com baixo consumo, técnicas para retenção de água da chuva e sistema de refrigeração e aquecimento solar passivo – aquecimento solar sem a utilização de bombas.
As camadas curvas que formam o telhado servem para maximizar o volume interno, e promover um interesse visual de quem olha de cima, além de suavizar o visual da construção.
Outra vantagem é que a disposição de como as “folhas” foram colocadas permite a visão do mar e o controle da entrada de luz do sol – entra pelos espaços entre as “folhas”. Além disso, as paredes ondulantes de vidro suavizam os reflexos de luz, principalmente à noite.
De acordo com a empresa, especializada em áreas urbanas comprimidas e regeneração de áreas industriais degradadas, a combinação de design ambiental e materiais de alta e baixa tecnologia resultam nessa construção harmônica, sensível e engajada com o meio ambiente.
A criação dos designers Didier Ryan e German Perez Tavio precisou utilizar métodos improvisados para alcançar a elevada complexidade técnica com as restrições de custo. [EcoD]
domingo, 5 de dezembro de 2010
MP3 player parece band-aid e recarrega na pele
![]() transformá-la em realidade. O Skinny Player oferece espaço para armazenar apenas um álbum em um dispositivo do tamanho de um band-aid. O player auto-colante é todo flexível e simples de tudo: tem só um botão de play/stop e vem sem fones de ouvido. A ideia é que as pessoas o usem ao ar livre, para praticar atividades. ![]() de fones), é que ele usaria o calor do corpo para se recarregar ao ficar em contato com a pele. Aliás, Skinny é um nome bem propício para o aparelho: a palavra “skinny quer dizer fininho, magrelinho, mas também faz referencia à “skin”, pele, em inglês. ![]() sair do papel. [Info] |
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