O barco da foto aí em cima é de japoneses pescadores de baleia. Eles procuravam por elas na Antártida, mas o barco foi interceptado por ativistas da ONG Sea Shepherd, aquela que EUA e Japão tentaram atacar segundo o WikiLeaks. Usando técnicas como parar as hélices do barco com cordas, gás de pimenta no deque dos baleeiros, ficar no caminho entre o barco japonês e as baleias ou até mesmo quebrar o radar das embarcações de caçadores, os ativistas se esforçam em verdadeiras batalhas de proteção aos gigantes do mar Porém, toda ação tem uma reação: Os japoneses já atiraram contra o navio e atingiram o capitão que, felizmente, vestia colete à prova de balas. Esses são os relatos de brasileiros que estão e que já estiveram na batalha pelas baleias. Você teria coragem de enfrentar o mar e o frio pra ajudar a salvar esses grandes mamíferos? Pra mim, todos que topam essa jornada já são heróis. E se você quiser colaborar com a causa desses "ECOpiratas" acesse: http://www.seashepherd.org/no-compromise/support-us.html Via Folha |
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Baleeiros japoneses vs Sea Shepherd, batalhas em alto mar
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
WWF | Bullet

Mais um filme da WWF que nos faz refletir sobre as mudanças climáticas e suas consequências. Nele, um homem ‘interaje’ com uma bala em slow motion (estilo Matrix), representando as mudanças climáticas, com um final bem angustiante. Tendo a frase: “Climate changes slow. We have to act fast.” – “As mudanças climáticas são lentas. Nós temos de agir rápido”, como desfecho reflexivo.
http://www.videolog.tv/video.php?id=349354
A criação foi da Ogilvy & Mather da Romênia.
via comunicadores

Mais um filme da WWF que nos faz refletir sobre as mudanças climáticas e suas consequências. Nele, um homem ‘interaje’ com uma bala em slow motion (estilo Matrix), representando as mudanças climáticas, com um final bem angustiante. Tendo a frase: “Climate changes slow. We have to act fast.” – “As mudanças climáticas são lentas. Nós temos de agir rápido”, como desfecho reflexivo.
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O mais novo filme publicitário da WWF criado pela agência de publicidade Ogilvy & Mather do México, mostra que de uma forma ou de outra todos nós estamos conectados com a natureza. Clique e veja:
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Estamos na lista de 10 florestas mais ameaçadas. É claro.
A ONU fez de 2011 o Ano Internacional das Florestas para poder alertar o mundo todo sobre a necessidade de conservá-las. A ONG Conservação Internacional aproveitou e divulgou uma lista com as florestas mais ameaçadas de extinção no mundo.
A ONG levou em consideração só áreas que tenham riqueza biológica extrema, índice elevado de espécies únicas de animais ou plantas. Além da degradação e alta possibilidade de desaparecer. Esses locais são chamados de “Hotspots” e a CI diz que eles já perderam cerca de 90% da sua cobertura original, cada uma.
A lista:

O Brasil, infelizmente, está no Top 5 por conta da Mata Atlântica, que abriga cerca de 20 mil espécies de plantas e ocupa só 8% do que sua cobertura original já foi.
“As florestas estão sendo destruídas a uma taxa alarmante para dar lugar a pastagens, plantações, mineração e expansão de áreas urbanas. Com isso, estamos destruindo nossa própria capacidade de sobreviver,” diz Olivier Langrand, diretor de política internacional da CI.
A ONG faz questão de lembrar que as florestas são essenciais para fornecimento de água e também tem contribuição direta para a estabilização do clima. Eles dizem que os dez hotspots florestais mais ameaçados armazenam mais de 25 gigtatons de carbono. E o desmatamento, por outro lado, representa aproximadamente 15% das emissões totais de gases do efeito estufa.
O alerta também foi dirigido aos governos, para fazê-los repensarem seus programas de proteção e preservação. Lagrand completa “Florestas saudáveis nos oferecem os melhores meios econômicos para enfrentar os diversos desafios ambientais da mudança climática e a crescente demanda por produtos florestais”.
A ONG levou em consideração só áreas que tenham riqueza biológica extrema, índice elevado de espécies únicas de animais ou plantas. Além da degradação e alta possibilidade de desaparecer. Esses locais são chamados de “Hotspots” e a CI diz que eles já perderam cerca de 90% da sua cobertura original, cada uma.
A lista:
O Brasil, infelizmente, está no Top 5 por conta da Mata Atlântica, que abriga cerca de 20 mil espécies de plantas e ocupa só 8% do que sua cobertura original já foi.
“As florestas estão sendo destruídas a uma taxa alarmante para dar lugar a pastagens, plantações, mineração e expansão de áreas urbanas. Com isso, estamos destruindo nossa própria capacidade de sobreviver,” diz Olivier Langrand, diretor de política internacional da CI.
A ONG faz questão de lembrar que as florestas são essenciais para fornecimento de água e também tem contribuição direta para a estabilização do clima. Eles dizem que os dez hotspots florestais mais ameaçados armazenam mais de 25 gigtatons de carbono. E o desmatamento, por outro lado, representa aproximadamente 15% das emissões totais de gases do efeito estufa.
O alerta também foi dirigido aos governos, para fazê-los repensarem seus programas de proteção e preservação. Lagrand completa “Florestas saudáveis nos oferecem os melhores meios econômicos para enfrentar os diversos desafios ambientais da mudança climática e a crescente demanda por produtos florestais”.
Via Planeta Sustentável / Imagem
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Governo federal fará leilões para o setor de energia
O governo federal quer novos ares no setor de energia elétrica e por isso o país vai ter dois leilões para contratar suprimento energético a partir de 2014.O nome de um dos leilões é A-3 e ele vai incluir energia gerada de fontes limpas e que agridam menos o meio ambiente. Estarão no pacote eólica, biomassa, gás natural e também as termoelétricas. O início do suprimento começa um ano após a contratação. O segundo é de energia reserva e vai priorizar a geração de energia por fonte eólica e/ou de biomassa. Se você tem (ou conhece quem tenha) um projeto na área e quer participar do leilão, você deve se cadastrar e apresentar os projetos para a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) até 18 de março. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) vai elaborar editais e os contratos de comercialização de energia. Via Info |
ARQUITETURA: Casa feita com material de construção reaproveitado é linda
Eschede, na Holada, tem várias fábricas e casas abandonadas.
E já que estavam dando sopa, arquitetos resolveram reaproveitar os materiais para construir esse belo sobrado.
As construções da redondeza de onde poderiam retirar algumas coisas foram previamente marcadas no Google Earth, e então arquitetos da 2012Architects usaram tudo (tudo mesmo, até um guarda-chuva foi usado na iluminação) para construir o casarão.
Mesmo sendo “reciclada” – 60% da parte exterior e 90% da interior são reaproveitamentos – ela é uma das mais belas casas que eu já vi.
E já que estavam dando sopa, arquitetos resolveram reaproveitar os materiais para construir esse belo sobrado.
As construções da redondeza de onde poderiam retirar algumas coisas foram previamente marcadas no Google Earth, e então arquitetos da 2012Architects usaram tudo (tudo mesmo, até um guarda-chuva foi usado na iluminação) para construir o casarão.
Mesmo sendo “reciclada” – 60% da parte exterior e 90% da interior são reaproveitamentos – ela é uma das mais belas casas que eu já vi.
Via Gizmodo
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FixMyStreet deixa você reclamar dos problemas da sua rua
Fato: Você já viu um buraco na rua e pensou em reclamar pra alguém, mas aí desistiu de procurar o responsável, talvez por não ter ideia de como encontrá-lo. Talvez tenha entrado no twitter e feito um comentário sobre a rua cheia de problemas. Então o pessoal pensou “pera aí, e se a gente fizer a ponte entre o twitter e a prefeitura?” e assim nasceu o FixMyStreet.
O site criado pela MySociety conta com versões no Canadá, Nova Zelândia e Inglaterra e agora chegou ao Brasil com ajuda da Flieger Software.
O funcionamento é fácil: Você vê o buraco (ou qualquer outro problema nas ruas, como iluminação deficiente) e vai ao site. Lá, digita o CEP, ou o nome da rua e da cidade. No mapa tente marcar com a maior precisão possível o local onde viu o problema, dê um título à reclamação, selecione a categoria e descreva a situação, podendo ainda colocar fotos. Depois disso aproveite para compartilhar a “denúncia” via facebook e twitter, só pra mostrar pra todo mundo que fez sua parte.
O próprio pessoal do site vai atrás dos órgãos responsáveis para que seja tudo consertado. Bom, eles vão tentar, nada garante que terão sucesso, mas já é alguma coisa. O objetivo é chegar a um mínimo de 1000 reclamações, para pressionar os políticos. Já foram cerca de 360.
Você também pode baixar o aplicativo para Android no próprio site do projeto e sair caçando os problemas das ruas pra parar de se culpar por só participar de movimentos-revolucionários-de-sofá fazendo #hashtags no twitter.
Via Gizmodo
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Em 2010 Amazônia teve sua pior seca em cem anos
Embarcações encalhadas em Tefé, na Amazônia. Foto de Rodrigo Baleia/Folhapress
A Universidade de Leeds (Inglaterra), em conjunto com o Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), publicou um artigo na renomada revista “Science” afirmando que em 2010 a Floresta Amazônica passou pela maior seca dos últimos 100 anos. Como resultado disso, as árvores mortas liberaram tanto CO2 quanto os EUA. E isso é muito, mesmo.A pesquisa, liderada pelo britânico Simon Lewis, aponta que a seca de 2010 foi mais intensa e afetou uma área maior (3 milhões de quilômetros quadrados) contra “apenas ” 1,9 milhões em 2005, até então considerada a pior entre décadas.
O estudo apontou que com a seca a floresta vai emitir mais CO2 do que consegue absorver. Entre o ano passado e os próximos, a consequencia da seca será a emissão de cerca de 5 bilhões de toneladas de CO2. Isso porque o processo de decomposição das árvores mortas é lento.
Em condições normais a floresta absorve quase 1,5 bilhão de CO2, segundo estimativa do estudo.
Para ter uma ideia do estrago: os EUA geram cerca de 5,4 bilhões de toneladas de CO2 por ano, por conta da queima de combustíveis fósseis.
O climatologista do Ipam, José Marengo, no entanto diz que precisamos analisar os dados com muito cuidado “Reduzimos o desmatamento em cinco anos, mas um fenômeno natural deixou nossa absorção de CO2 na estaca zero. Se esses cálculos não forem bem interpretados, poderão ser usados a favor do desmatamento”.
Via Folha
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Curiosa ponte ecológica forneceria energia para 15 mil casas
Da série “Como ninguém nunca pensou nisso antes?” : Todas essas turbinas de vento aí estão na base de uma ponte e elas não estão (só) pra enfeitar.
Seriam 20 quilômetros de ponte com turbinas em toda a base, gerando eletricidade suficiente para distribuir em 15 mil casas por ano.
Esse conceito chamado de “Solar Wind”, foi criado pelos designers Francesco Colarossi, Giovanna Saracino e Luisa Saracino em um concurso que procurava criar a ponte ideal para ligar Bagnara Calabra e Scilla, na Itália.
A ponte ainda teria painéis solares e áreas verdes com lojas de frutas e vegetais dos agricultores locais.
O projeto ficou em segundo lugar (agora fiquei curioso pra saber quem conseguiu o primeiro), então não veremos esse colosso sustentável tão cedo. Uma pena. Mas fica a ideia para quem quiser copiar descaradamente.
Via Gizmodo
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Mudança climática faz cadáveres serem descobertos em montanhas
Isso aconteceu, e o homem sentado era Rafael Benjamín Pabón, piloto de avião que colidiu com a Huayana Potosí (uma montanha na Bolívia com mais de 6 quilômetros de altura).
O acidente aconteceu em 1990, quando ele tinha 27 anos e desde então seu corpo estava ali, congelado. Agora que foi encontrado, sua mãe poderá enterrar o corpo do filho.
Esse fato não é isolado: a foto aí em cima é de uma das três crianças incas que foram encontradas nas montanhas da Argentina. E ainda existem casos de soldados na Europa, entre outros até mais antigos num ótimo estado de preservação.
Os corpos, que foram “mumificados” pela neve e frio extremo, começam a aparecer na superfície por conta do processo de aquecimento que o planeta está passando. Pois é, encontrar os corpos para um enterro digno parece bom, mas a razão disto estar ocorrendo não é nada agradável.
A Folha tem um infográfico sobre esses e outros casos que vale a pena ser visto.
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Vai pra Madrid? Fique nesse hotel de lixo!
Se existir um prêmio para a cidade que mais constrói com lixo, Madrid levaria com louvor. Você já viu aqui a catedral e agora a cidade teve um Hotel feito com lixo! A Organização Save The Beach (Salve a Praia, em português) quer chamar a atenção para o problema da sujeira nas praias. “Qualquer um que vá à praia pode deixar três ou quatro guimbas de cigarro e uma lata de Coca-Cola. Se isso for multiplicado por 47 milhões de espanhóis ou 300 milhões de europeus ou 6,5 milhões de pessoa no mundo, pode se ver pra onde estamos caminhando”, disse o cofundador da campanha, Fernando Godoy. O hotel, projetado pelo alemão HA Schult, não é nenhum “Copacabana Palace” e tem só cinco quartos. Mas, ao menos, ele não tem nenhum cheiro ou desconforto. Pra se hospedar lá você precisava ganhar diárias em sorteios da internet. A construção coletou lixo na Espanha, Itália, Bélgica e França ficando em Madrid durante uma feira de turismo da cidade. O objetivo de conscientização é claro, mas diz aí, você se hospedaria nesse hotel? Via Uol |
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Medidas simples reduziriam até 73% do consumo de energia do mundo
Com adoção de medidas simples e o uso de tecnologias já existentes o mundo todo poderia economizar 73% da energia que gasta, é o que diz o estudo feito pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido.
Julian Allwood e seus colegas da Universidade analisaram prédios, veículos e indústrias e dizem que, se aplicada uma política de como aproveitar melhor cada uma dessas coisas, o mundo poderia consumir pouco mais de um quarto da energia consumida atualmente.
As medidas são simples como, por exemplo, instalar vidros triplos em casas e edifícios para melhorar o isolamento térmico, tampar as panelas enquanto está cozinhando, reduzir a temperatura da máquinas de lavar roupa e louça. Também recomendam, na área de transportes, que os carros tenham limite de peso em 300 quilos.
Allwood diz que “Se podemos promover uma redução séria de nossa demanda por energia, todas as opções [de fornecimento de energia] vão parecer mais realísticas”.
Algumas são fácil, outras mais ainda. Então que tal lembrar isso para seus parentes e amigos? E você, tem alguma outra dica?
Via Folha
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Para ONGs, Belo Monte é crime ambiental
Um grupo formado por 60 ONG’s divulgou nessa quinta feira (27) uma nota de repúdio à construção da usina de Belo Monte.
A crítica principal do grupo foi sobre a concessão da licença de instalação parcial para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), emitida na quarta feira (26) pelo Ibama que autoriza a instalação do canteiro de obras preparatórias.
Segundo as ONGs a licença parcial é “o primeiro grande crime de responsabilidade do governo federal neste ano que nem bem começou”. A nota ainda se refere a hidrelétrica como “enorme predador”.
A ausência de garantias do projeto pra evitar o desequilíbrio social e ambiental também é alvo da nota. “Denunciamos essa obra como um projeto de aceleração da miséria, do desmatamento, de doenças e da violação desmedida das leis que deveria nos proteger”, diz o texto.
O Ibama afirma que a liberação parcial se deu com base em critérios técnicos e que autoridades e organizações da região foram ouvidas, porém o grupo das organizações diz que não foi levado em conta as opiniões contrárias à construção.
O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) também reagiu à tal licença parcial e deve entrar com uma nova ação na Justiça questionando o licenciamento ambiental de Belo Monte. O próprio MPF já tinha enviado, em novembro de 2010, uma recomendação ao Ibama para que o órgão não fragmentasse o licenciamento de Belo Monte com a concessão da licença de instalação parcial.
Vale lembrar que, formalmente, a legislação não prevê a emissão de licenças parciais. Normalmente são três etapas: licença prévia (atesta que a obra é viável); a licença de instalação (o começo da construção); e a licença de operação (autorizando o empreendimento a funcionar).
A crítica principal do grupo foi sobre a concessão da licença de instalação parcial para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), emitida na quarta feira (26) pelo Ibama que autoriza a instalação do canteiro de obras preparatórias.
Segundo as ONGs a licença parcial é “o primeiro grande crime de responsabilidade do governo federal neste ano que nem bem começou”. A nota ainda se refere a hidrelétrica como “enorme predador”.
A ausência de garantias do projeto pra evitar o desequilíbrio social e ambiental também é alvo da nota. “Denunciamos essa obra como um projeto de aceleração da miséria, do desmatamento, de doenças e da violação desmedida das leis que deveria nos proteger”, diz o texto.
O Ibama afirma que a liberação parcial se deu com base em critérios técnicos e que autoridades e organizações da região foram ouvidas, porém o grupo das organizações diz que não foi levado em conta as opiniões contrárias à construção.
O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) também reagiu à tal licença parcial e deve entrar com uma nova ação na Justiça questionando o licenciamento ambiental de Belo Monte. O próprio MPF já tinha enviado, em novembro de 2010, uma recomendação ao Ibama para que o órgão não fragmentasse o licenciamento de Belo Monte com a concessão da licença de instalação parcial.
Vale lembrar que, formalmente, a legislação não prevê a emissão de licenças parciais. Normalmente são três etapas: licença prévia (atesta que a obra é viável); a licença de instalação (o começo da construção); e a licença de operação (autorizando o empreendimento a funcionar).
Via Info
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Hashis: hábito milenar fora da realidade
vilões da natureza. Pelo menos é o que apurou uma pesquisa do Greenpeace que mostrou alguns dados bem alarmantes: - O consumo anual de madeira só para a fabricação de hashis é de 1.6 milhões de métros cúbicos!; - 8 milhões de hectares foram devastados entre 2004 e 2008 apenas para este fim; - 50 bilhões é a produção anual da China de hashis. O povo chinês usa os palitos de madeira para comer há milênios. Por uma questão de saúde pública, em quase todos os estabelecimen- tos na China são utilizados palitos descartáveis. Então chegou a hora de mudarmos nossos hábitos, também na hora de curtir os prazeres da culinária Japonesa e levar nossos "palitinho" na bolsa quando formos ao restaurante japa, igual já fazemos (ou já deveríamos estar fazendo) com nossa Ecobag quando vamos ao supermercado. Ou então eles vão ter que começar a esterilizar os hashis. |
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A Beautiful Lie, um videoclipe para ser lembrado
O grupo norte-americano de rock 30 Seconds to Mars levou seis meses para gravar o clipe da música A Beautiful Lie, no Ártico. O projeto envolveu tecnologia e métodos de trabalho além dos padrões de filmagem e edição de um videoclipe. Junto com o single, a banda lançou uma campanha homônima para chamar atenção do mundo para o aquecimento global e como essas modificações climáticas estão influenciando na vida das pessoas que moram no continente mais gelado da Terra.
A campanha foi lançada em setembro de 2010, mas como acontece com a música nunca é tarde para cantar (ou falar) mais uma vez sobre o aquecimento global e suas implicações no equilíbrio da vida terrestre.

O vocalista da banda, Jared Leto, escreveu um manifesto sobre a realização do projeto e o sonho de filmar no Ártico, abordando a problemática do clima. Mas reconheceu que ainda há muito a ser feito, além das gravações:
O vídeo foi todo gravado no Ártico/Foto: Divulgação
“Nós não professamos ser especialistas nas condições climáticas do planeta. Não pretendemos viver nossas vidas em perfeita harmonia com a Terra, tendo certeza de que a cada momento nós exalamos marcas verdes para compensar as emissões de carbono que vêm do ar quente que respiramos. E sim, nós já fomos advertidos sobre as implicações e perigos desse comportamento banal após realizar um videoclipe com declarações ambientais. Mas fomos obrigados e inspirados a seguir em frente após perguntarmos a nós mesmos: ‘É melhor fazer isso a não fazer nada?’ A resposta é sim, e nós pulamos com tudo.No início do vídeo, um esquimó dá um depoimento sobre quando era criança e caçava no gelo com seu cachorro, mas agora, com o degelo no inverno, não há como andar por aquelas áreas. Essa mudança dificulta a sobrevivência de seu povo: “Eu não posso falar sobre o que o futuro reserva, mas se o clima continuar assim, pessoas que moram nas planícies ao redor do mundo terão grandes problemas”. [EcoD]
Apple é alvo de criticas ambientais
A Apple é uma das empresas de tecnologia mais cultuadas do mundo. Sempre fazendo coisas que mudam tudo e tudo de novo, segundo Steve Jobs. Mas os ambientalistas não estão muito felizes com a (falta de) fiscalização que ela faz com seus fornecedores da China.
Em 2010 o mundo ficou espantado com a taxa de suicídios que ocorreram na Foxcon, principal fornecedor da Apple na China. Foram 6 casos que, segundo os críticos, foram pela forma “militarista” que a empresa lida com seus funcionários. Todas acusações foram negadas pela diretoria da empresa e pelo então CEO da Apple, Steve Jobs.
Agora os ambientalistas dizem que a falta fiscalização fez com que funcionários dessas empresas parceiras sofressem intoxicação e envenenamento. “Constatamos que a Apple não está honrando seu compromisso de garantir a segurança de sua cadeia de suprimento e cumprir suas responsabilidades ambientais, bem como prover dignidade e respeito aos trabalhadores”, disse Ma Jun, do Institute of Public & Environmental Affairs (IPE), que, em parceria com outros grupos, publicou um relatório com tudo o que os fornecedores da Apple estão fazendo de errado.
Ma ainda diz que “(A Apple) só se preocupa com o preço e qualidade (de seus produtos) e não com questões de responsabilidade ambiental e social. De certa forma, ela impele os fornecedores a adotar práticas irresponsáveis a fim de conquistar contratos”.
A Apple nega e diz que tem um forte sistema de auditoria.
Mas seria bem legal ver uma empresa representada por uma fruta dar o exemplo de como se fazer ótimos produtos tendo respeito ao meio ambiente. Quem sabe agora que a Apple mudou de CEO?
Em 2010 o mundo ficou espantado com a taxa de suicídios que ocorreram na Foxcon, principal fornecedor da Apple na China. Foram 6 casos que, segundo os críticos, foram pela forma “militarista” que a empresa lida com seus funcionários. Todas acusações foram negadas pela diretoria da empresa e pelo então CEO da Apple, Steve Jobs.
Agora os ambientalistas dizem que a falta fiscalização fez com que funcionários dessas empresas parceiras sofressem intoxicação e envenenamento. “Constatamos que a Apple não está honrando seu compromisso de garantir a segurança de sua cadeia de suprimento e cumprir suas responsabilidades ambientais, bem como prover dignidade e respeito aos trabalhadores”, disse Ma Jun, do Institute of Public & Environmental Affairs (IPE), que, em parceria com outros grupos, publicou um relatório com tudo o que os fornecedores da Apple estão fazendo de errado.
Ma ainda diz que “(A Apple) só se preocupa com o preço e qualidade (de seus produtos) e não com questões de responsabilidade ambiental e social. De certa forma, ela impele os fornecedores a adotar práticas irresponsáveis a fim de conquistar contratos”.
A Apple nega e diz que tem um forte sistema de auditoria.
Mas seria bem legal ver uma empresa representada por uma fruta dar o exemplo de como se fazer ótimos produtos tendo respeito ao meio ambiente. Quem sabe agora que a Apple mudou de CEO?
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Cientistas pedem criação de plano para possíveis Invasões AlienígenasCientistas pedem criação de plano para possíveis Invasões Alienígenas
Estamos sempre vendo nosso planeta ser invadido pelos mais estranhos tipos de origem extra-terrena, ao menos no cinema. Mas se você é daqueles que pensa “e se um dia isso acontecer?”, saiba que não está só: Um grupo de cientistas publicou um artigo na revista “Philosophical Transactions” pedindo à ONU que crie um plano para lidar com essas, possíveis, situações. A revista, publicada pela sociedade científica britânica Royal Society, ainda diz que o Universo poderia seguir os padrões darwinistas. Ou seja, as formas de vida que chegariam, podem vir a “ter tendência à violência e exploração dos recursos”. O professor de paleobiologia evolutiva (nome bonito para o estudo da evolução da vida) da Universidade de Cambridge, Simon Conway Morris, diz que “devemos estar preparados para o pior”. Ele acredita também que os seres inteligentes não seriam tão diferentes de nós e isso “diante da nossa não muito gloriosa história, deveria nos fazer refletir”. É sempre bom saber que cientistas não querem depender de Will Smith/Tom Cruise para salvar nosso planeta. |
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Nike lança tênis feito de papel reciclado
A Nike lançou uma linha de tênis feita de papel reciclado / Foto: Divulgação
Voltado para o público feminino, a linha Women’s Premium Print Pack vem com três modelos: o Blazer Mid, o Air Rift e o Flash Macro. Eles foram fabricados com tiras de revistas recicladas, que foram tratadas de maneira especial para garantir a resistência e a durabilidade reconhecidas da marca.
O papel foi tratado de maneira especial para garantir resistência e durabilidade / Foto:Divulgação
A empresa adota práticas de reciclagem há muito tempo, como na fabricação do Nike Grid (material feito de tênis velhos e papel reciclado que pode ser usado em todos os tipos de superfícies desportivas) e na coleta de sapatos velhos. Em 2008, a marca lançou o Nike Trash Talk, uma linha que produziu os artigos a partir de resíduos de fábricas.
A marca lançou a linha na China e na Europa em 1º de janeiro / Foto: Divulgação
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terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Poltrona de papelão para crianças
O designer Pete Oyler criou poltronas para crianças a partir de papelão / Foto:Divulgação
O designer Pete Oyler inventou mais uma utilidade para o papelão: virar poltronas para crianças de dois a cinco anos. O projeto Rip + Tatterfoi feito, literalmente, com algumas marretadas no papelão para atingir a forma que o artista desejou; por isso, nenhuma poltrona é realmente igual a outra.
As poltronas foram feitas para crianças de dois a cinco anos / Foto: Divulgação
Essa é uma alternativa inteligente de reutilizar o papelão / Foto: Divulgação
Por ser de papelão, as cadeiras são bastante leves e as crianças podem carregá-las / Foto: Divulgação
As poltronas são 100% recicláveis / Foto: Divulgação
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Usina Belo Monte irá cavar um buraco maior que o Canal do Panamá. Ajude a impedir isso. no coração da Amazônia
O Presidente do IBAMA se demitiu ontem devido à pressão para autorizar a licença ambiental de um projeto que especialistas consideramum completo desastre ecológico: o Complexo Hidrelétrico de Belo Monte.
A mega usina de Belo Monte iria cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia, alagando uma área imensa de floresta e expulsando milhares de indígenas da região. As empresas que irão lucrar com a barragem estão tentando atropelar as leis ambientaispara começar as obras em poucas semanas.
A mudança de Presidência do IBAMA poderá abrir caminho para a concessão da licença – ou, se nós nos manifestarmos urgentemente, poderá marcar uma virada nesta história. Vamos aproveitar a oportunidade para dar uma escolha para a Presidente Dilma no seu pouco tempo de Presidência: chegou a hora de colocar as pessoas e o planeta em primeiro lugar. Assine a petição de emergência para Dilma parar Belo Monte – ela será entregue em Brasília, quando conseguirmos 150.000 assinaturas:
https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl
Abelardo Bayama Azevedo, que renunciou à Presidência do IBAMA, não é a primeira renúncia causada pela pressão para construir Belo Monte. Seu antecessor, Roberto Messias, também renunciou pelo mesmo motivo ano passado, e a própria Marina Silva também renunciou ao Ministério do Meio Ambiente por desafiar Belo Monte.
A Eletronorte, empresa que mais irá lucrar com Belo Monte, está demandando que o IBAMA libere a licença ambiental para começar as obras mesmo com o projeto apresentando graves irregularidades. Porém, em uma democracia, os interesses financeiros não podem passar por cima das proteções ambientais legais – ao menos não sem comprarem uma briga.
A hidrelétrica iria inundar 100.000 hectares da floresta, impactar centenas de quilômetros do Rio Xingu e expulsar mais de 40.000 pessoas, incluindo comunidades indígenas de várias etnias que dependem do Xingu para sua sobrevivência. O projeto de R$30 bilhões é tão economicamente arriscado que o governo precisou usar fundos de pensão e financiamento público para pagar a maior parte do investimento. Apesar de ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, ela seria a menos produtiva, gerando apenas 10% da sua capacidade no período da seca, de julho a outubro.
Os defensores da barragem justificam o projeto dizendo que ele irá suprir as demandas de energia do Brasil. Porém, uma fonte de energia muito maior, mais ecológica e barata está disponível: a eficiência energética. Um estudo do WWF demonstra que somente a eficiência poderia economizar o equivalente a 14 Belo Montesaté 2020. Todos se beneficiariam de um planejamento genuinamente verde, ao invés de poucas empresas e empreiteiras. Porém, são as empreiteiras que contratam lobistas e tem força política – a não ser claro, que um número suficiente de nós da sociedade, nos dispormos a erguer nossas vozes e nos mobilizar.
A construção de Belo Monte pode começar ainda em fevereiro.O Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, diz que a próxima licença será aprovada em breve, portanto temos pouco tempo para parar Belo Monte antes que as escavadeiras comecem a trabalhar. Vamos desafiar a Dilma no seu primeiro mês na presidência, com um chamado ensurdecedor para ela fazer a coisa certa: parar Belo Monte, assine agora:
https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl
Acreditamos em um Brasil do futuro, que trará progresso nas negociações climáticas e que irá unir países do norte e do sul, se tornando um mediador de bom senso e esperança na política global. Agora, esta esperança será depositada na Presidente Dilma. Vamos desafiá-la a rejeitar Belo Monte e buscar um caminho melhor. Nós a convidamos a honrar esta oportunidade, criando um futuro para todos nos, desde as tribos do Xingu às crianças dos centros urbanos, o qual todos nós podemos ter orgulho.
Vamos fazer nossa parte e ter esperança que tenha um bom resultado.
Fontes:
Belo Monte derruba presidente do Ibama:
http://colunas.epoca.globo.com/politico/2011/01/12/belo-monte-derruba-presidente-do-ibama/
Belo Monte será hidrelétrica menos produtiva e mais cara, dizem técnicos:
http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/04/belo-monte-sera-hidreletrica-menos-produtiva-e-mais-cara-dizem-tecnicos.html
Vídeo sobre impacto de Belo Monte:
http://www.youtube.com/watch?v=4k0X1bHjf3E
Uma discussão para nos iluminar:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101224/not_imp657702,0.php
Questão de tempo:
http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2011/01/13/questao-de-tempo-356318.asp
Dilma: desenvolvimento com preservação do meio ambiente é "missão sagrada":
http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110101161250&assunto=27&onde=Politica
Em nota, 56 entidades chamam concessão de Belo Monte de 'sentença de morte do Xingu':
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/08/26/em-nota-56-entidades-chamam-concessao-de-belo-monte-de-sentenca-de-morte-do-xingu-917481377.asp
Marina Silva considera 'graves' as pressões sobre o Ibama:
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,marina-silva-considera-graves-as-pressoes-sobre-o-ibama,475782,0.htm
Segurança energética, alternativas e visão do WWF-Brasil:
http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/posicao_barragens_wwf_brasil.pdf
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Fontes de água do país estão poluídas, diz SOS
Ao analisar amostras de 43 corpos d´água, em 12 estados e no Distrito Federal, a ONG verificou que nenhuma amostra foi considerada boa ou ótima. As análises foram feitas ao longo de 2010. Com base em parâmetros definidos pelo Ministério do Meio Ambiente, o estudo revela que em 70% das coletas feitas em rios, córregos, lagos e outros corpos hídricos, a qualidade da água foi considerada regular. Em 25%, a qualidade era ruim e em 5%, péssima. Em visitas a pontos de educação ambiental da ONG, foi avaliada a qualidade da água para consumo e concluiu-se que as águas precisam de tratamento para qualquer uso, seja para o consumo ou para indústria. Nos locais visitados, também foi constado que o principal agente de poluição é o esgoto doméstico. Indicadores da falta de saneamento básico, como a presença coliformes, larvas e vermes, lixo e baixa quantidade de oxigênio na água, além de dez propriedades físico-químicas foram testadas pela ONG. Das 43 coletas analisadas, o pior resultado foi a do Rio Verruga, em Vitória da Conquista (BA), e a do Lago da Quinta da Boa Vista, no Rio. Em condição um pouco melhor, mas ainda considerada regular e, consequentemente imprópria para consumo, estavam as amostras coletadas no Rio Doce, no município de Linhares (ES), e na Lagoa de Maracajá, em Lagoa dos Gatos (PE), de acordo com a Info. “A poluição está muito mais vinculada à emissão de efluentes domésticos que industriais, ultimamente”, disse o geógrafo do projeto, Vinicius Madazio. “É um problema porque 60% dos brasileiros vivem na [região de] Mata Atlântica”, completou, reivindicando que as políticas públicas de saneamento básico sejam prioridade do governo e da sociedade. A qualidade da água é um das preocupações da Organização das Nações Unidas (ONU), que declarou o período entre 2005 e 2015 a década internacional Água para Vida. Em 2006, a instituição estimou que 1,6 milhão de pessoas, principalmente crianças menores de cinco anos, morram anualmente por causa de doenças transmitidas pela água. Procurados, o Ministério do Meio Ambiente e a Agência Nacional de Águas (ANA) não comentaram a pesquisa. |
sábado, 15 de janeiro de 2011
Educação para o consumo sustentável – Obsolescência planejada (Tecnologia)
Não se assuste com o título, a realidade é muito mais simples e fácil de entender. A obsolescência planejada nada mais é do que uma estratégia de marketing para manter um consumo contínuo ao longo do tempo, utilizando-se principalmente da moda e tecnologia para fazer com que nós troquemos mais constantemente de produtos.
Nesse post vamos falar de tecnologia. Você conhece vários exemplos e vai se identificar ao longo do texto.
Produto com os dias contados:
A história mais conhecida e certamente citada pela maioria é: “A geladeira da minha avó durou 25 anos, a minha quebro em menos de 10!”
Exatamente. Há algum tempo atrás, as empresas fabricavam os produtos pensando na sua qualidade para o consumidor. Ao longo do tempo, com o “amadurecimento” do marketing, os empresários perceberam que poderiam vender mais se seus produtos durassem menos.
Sim, os produtos realmente são planejados para durar menos. Posso afirmar pois sou formado em marketing, tive aulas desse tema e já questionei diretores de empresas de tecnologia sobre a real necessidade de se utilizar essa estratégia.
Todas as empresas utilizam, umas menos, outras mais. O fato é: Em algum momento seu aparelho terá um probleminha e deverá ser trocado. Não é muito mais barato trocar de celular do que consertar?
A nova versão da versão mais nova:
Também podem fazer você se sentir ultrapassado ou desatualizado. As empresas investem milhões em pesquisa e desenvolvimento e não vão gastar dinheiro a toa. Mesmo que eles tenham uma tecnologia inovadora, ela será guardada até que a empresa consiga extrair o máximo de dinheiro do consumidor. Exemplo: As câmeras fotográficas de 1mp, 2mp, 3mp etc. Pode acreditar: Quando a câmera de 1mp foi lançada, as empresas já tinham a tecnologia para produzir as de 10mp, 15mp. Mas qual seria o lucro se elas disponibilizassem esses produtos diretamente? Dois anos de lucro, talvez. Utilizando a estratégia da obsolescência planejada, eles puderam lucrar com o consumo de um só produto durante 10 anos… Inteligente ou sacana?
Tive uma conversa com o diretor de uma empresa multinacional que me informou, quando questionado sobre a real existência dessa estratégia, que sua empresa tinha produtos que só seriam vendidos no mercado daqui 10, 15 anos. São produtos que já existem, mas só entrarão no mercado quando as outras versões forem compradas e deixadas de lado.
Conclusão:
Não é fácil lidar com essa questão, visto que não há como evitar o consumo de tecnologias que ficarão ultrapassadas em questão de meses. O negócio é só comprar quando realmente há a necessidade: Você já tem uma maquina de 3mp, precisa comprar a de 4mp assim que lançar? Espere mais alguns meses e vá direto para uma câmera que realmente tenha um diferencial tecnológico. [viaecoplanet]
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Gelo do Ártico perdeu área maior que Estado de SP em 2010, revela estudo
Altas temperaturas incidem nas camadas de gelo da região/Foto: baine
Em dezembro de 2010, a superfície média de gelo no Pólo Norte foi de 12 milhões de quilômetros quadrados – 270 mil quilômetros quadrados a menos do que o recorde de menor área anterior, registrado em 2006. É o equivalente a perder uma área de gelo maior do que a do Estado de São Paulo.
O derretimento do gelo coincide com temperaturas altas consideradas anormais nos últimos anos. Embora a onda de frio deste inverno tenha sido intensa na Europa, o resto do Hemisfério Norte viu um calor extraordinário. As temperaturas do ar na Sibéria estavam de 6 a 10 graus Celsius acima do normal em dezembro. No Ártico canadense e na Baía de Hudson, as temperaturas também estavam 6 graus acima do normal. No Alasca e na Escandinávia, as temperaturas de dezembro ficaram entre 7 e 13 graus acima da média.
O ano de 2010 foi um dos mais quentes já medidos pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) desde 1850 (quando o monitoramento da agência da ONU teve início), e um dos três mais efervescentes registrados pela Nasa (Agência Espacial Americana) nos últimos 131 anos. Os termômetros de nove países chegaram a registrar entre 47ºC e 54ºC. [Blog do Planeta/EcoD]
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Saco é um Saco atinge 33% de redução e evita consumo de 5 bilhões de sacolas
Cinco bilhões de sacos plásticos foram substituídos por sacolas retornáveis / Foto: Divulgação De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), cerca de cinco bilhões de sacolas plásticas deixaram de ser consumidas em um ano e meio de campanha Saco é um Saco. Lançada em agosto de 2009, a iniciativa tinha como meta atingir 10% de redução de sacolas plásticas até o final de 2010, tendo como base o ano de 2009, quando foram produzidas 15 bilhões de sacolas no Brasil. A meta foi ultrapassada, chegando a 33% de redução. De acordo com a coordenadora técnica da campanha no MMA, Fernanda Daltro, trata-se de um “resultado coletivo motivado pelo debate nacional sobre o consumo de sacolas plásticas”. O número reúne as estimativas levantadas pelas três maiores redes de supermercado no País (Walmart, Pão de Açúcar e Carrefour), pelas cidades que baniram as sacolas voluntariamente, como Xanxerê (SC) e Jundiaí (SP) e pelo Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, da indústria do plástico. Durante a campanha foram produzidos spots de rádio, filmes para TV e cinema e dois concursos culturais. Além disso, o uso de ecobags foi estimulado por vendas e distribuição gratuita. A rede Pão de Açúcar, por exemplo, vendeu 200 mil sacolas retornáveis em 2010, enquanto o Ministério do Meio Ambiente distribuiu outras 200 mil ecobags. Já o Walmart criou o programa “Cliente Consciente Merece Desconto”, que oferece desconto de R$ 0,03 a cada cinco itens adquiridos e carregados em embalagem alternativa às sacolas plásticas, como sacolas retornáveis, caixas de papelão ou carrinhos de feira. O Pão de Açúcar passou a oferecer pontos no cartão fidelidade aos clientes que recusarem sacolas plásticas e a empresa de produtos de higiene Kimberly-Clark incluiu alças às embalagens de papel higiênico, para que o consumidor não precise de uma sacola plástica para carregar seu pacote. Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis Para o MMA, durante toda a campanha, reduzir o consumo de sacolas plásticas passou a ser consequência do debate promovido com a sociedade brasileira sobre o problema socioambiental causado pelo consumo excessivo de sacolas plásticas, bem como do engajamento dos consumidores e do setor varejista na causa. Para a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Samyra Crespo, ao mobilizar a sociedade brasileira em torno do consumo consciente de sacolas plásticas, “a campanha estimulou o pensamento crítico acerca de como consumimos e que impacto este consumo tem no meio ambiente e em nossa qualidade de vida. Provocou varejistas, industriais, o poder público em vários estados e municípios, e também consumidores, a encontrar soluções”. A mobilização ainda atuou de forma convergente aos objetivos e compromissos do Brasil no Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis, ligado ao Processo de Marrakech, coordenado pelas Nações Unidas, do qual o País participa desde 2007 para apoiar e fortalecer iniciativas que promovam mudanças nos padrões de consumo e produção. A campanha foi citada pela Consumers International em seu site como um bom exemplo de prática voltada para o consumo sustentável e colocou o Brasil no grupo de países que já estão fazendo algo para minimizar o impacto ambiental das sacolas plásticas. “O ciclo de mudança dos padrões de produção e consumo no Brasil começou”, comemora Samyra. “Colocando o País em sintonia com os esforços internacionais e proporcionando aos brasileiros compartilhar a consciência ecológica coletiva”, completou. Próximos passos Com o pontapé inicial dado pela campanha, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) decidiu estipular metas de redução para o setor varejista, atingindo aproximadamente 76 mil estabelecimentos espalhados por todo País. Trata-se de pacto setorial firmado com o MMA que prevê a redução em 30% das sacolas plásticas nas lojas de todo o País até 2013 e 40% até 2014, tendo como base os números de produção de 2010, estimados em aproximadamente 14 bilhões. Algumas redes de supermercados estabeleceram suas próprias metas, como o Walmart que pretende reduzir em 50% até 2013 e o Carrefour que deseja banir as sacolas plásticas em suas lojas até 2014. [MMA/EcoD] |
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