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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A Beautiful Lie, um videoclipe para ser lembrado


O grupo norte-americano de rock 30 Seconds to Mars levou seis meses para gravar o clipe da música A Beautiful Lie, no Ártico. O projeto envolveu tecnologia e métodos de trabalho além dos padrões de filmagem e edição de um videoclipe. Junto com o single, a banda lançou uma campanha homônima para chamar atenção do mundo para o aquecimento global e como essas modificações climáticas estão influenciando na vida das pessoas que moram no continente mais gelado da Terra.




A campanha foi lançada em setembro de 2010, mas como acontece com a música nunca é tarde para cantar (ou falar) mais uma vez sobre o aquecimento global e suas implicações no equilíbrio da vida terrestre.

a-beautiful-lie
O vídeo foi todo gravado no Ártico/Foto: Divulgação
O vocalista da banda, Jared Leto, escreveu um manifesto sobre a realização do projeto e o sonho de filmar no Ártico, abordando a problemática do clima. Mas reconheceu que ainda há muito a ser feito, além das gravações:
“Nós não professamos ser especialistas nas condições climáticas do planeta. Não pretendemos viver nossas vidas em perfeita harmonia com a Terra, tendo certeza de que a cada momento nós exalamos marcas verdes para compensar as emissões de carbono que vêm do ar quente que respiramos. E sim, nós já fomos advertidos sobre as implicações e perigos desse comportamento banal após realizar um videoclipe com declarações ambientais. Mas fomos obrigados e inspirados a seguir em frente após perguntarmos a nós mesmos: ‘É melhor fazer isso a não fazer nada?’ A resposta é sim, e nós pulamos com tudo.
No início do vídeo, um esquimó dá um depoimento sobre quando era criança e caçava no gelo com seu cachorro, mas agora, com o degelo no inverno, não há como andar por aquelas áreas. Essa mudança dificulta a sobrevivência de seu povo: “Eu não posso falar sobre o que o futuro reserva, mas se o clima continuar assim, pessoas que moram nas planícies ao redor do mundo terão grandes problemas”. [EcoD]

sábado, 15 de janeiro de 2011

Educação para o consumo sustentável – Obsolescência planejada (Tecnologia)





Vídeo do projeto 
Story of Stuff que fala sobre eletrônicos e obsolescência planejada.

Não se assuste com o título, a realidade é muito mais simples e fácil de entender. A obsolescência planejada nada mais é do que uma estratégia de marketing para manter um consumo contínuo ao longo do tempo, utilizando-se principalmente da moda e tecnologia para fazer com que nós troquemos mais constantemente de produtos.
Nesse post vamos falar de tecnologia. Você conhece vários exemplos e vai se identificar ao longo do texto.

Produto com os dias contados:
A história mais conhecida e certamente citada pela maioria é: “A geladeira da minha avó durou 25 anos, a minha quebro em menos de 10!”
Exatamente. Há algum tempo atrás, as empresas fabricavam os produtos pensando na sua qualidade para o consumidor. Ao longo do tempo, com o “amadurecimento” do marketing, os empresários perceberam que poderiam vender mais se seus produtos durassem menos.
Sim, os produtos realmente são planejados para durar menos. Posso afirmar pois sou formado em marketing, tive aulas desse tema e já questionei diretores de empresas de tecnologia sobre a real necessidade de se utilizar essa estratégia.
Todas as empresas utilizam, umas menos, outras mais. O fato é: Em algum momento seu aparelho terá um probleminha e deverá ser trocado. Não é muito mais barato trocar de celular do que consertar?
A nova versão da versão mais nova:
Também podem fazer você se sentir ultrapassado ou desatualizado. As empresas investem milhões em pesquisa e desenvolvimento e não vão gastar dinheiro a toa. Mesmo que eles tenham uma tecnologia inovadora, ela será guardada até que a empresa consiga extrair o máximo de dinheiro do consumidor. Exemplo: As câmeras fotográficas de 1mp, 2mp, 3mp etc. Pode acreditar: Quando a câmera de 1mp foi lançada, as empresas já tinham a tecnologia para produzir as de 10mp, 15mp. Mas qual seria o lucro se elas disponibilizassem esses produtos diretamente? Dois anos de lucro, talvez. Utilizando a estratégia da obsolescência planejada, eles puderam lucrar com o consumo de um só produto durante 10 anos… Inteligente ou sacana?
Tive uma conversa com o diretor de uma empresa multinacional que me informou, quando questionado sobre a real existência dessa estratégia, que sua empresa tinha produtos que só seriam vendidos no mercado daqui 10, 15 anos. São produtos que já existem, mas só entrarão no mercado quando as outras versões forem compradas e deixadas de lado.
Conclusão:
Não é fácil lidar com essa questão, visto que não há como evitar o consumo de tecnologias que ficarão ultrapassadas em questão de meses. O negócio é só comprar quando realmente há a necessidade: Você já tem uma maquina de 3mp, precisa comprar a de 4mp assim que lançar? Espere mais alguns meses e vá direto para uma câmera que realmente tenha um diferencial tecnológico. [viaecoplanet]

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Caixas de som que não usam energia elétrica


Koostik é um novo amplificador analógico, que pode amplificar os sons do iPhone, sem qualquer tipo de conexão. É o resultado de um ano de evolução do protótipo, feito inteiramente de madeira maciça.
Usando apenas o iPhone, ele amplifica de forma acústica o volume de saída de 2 a 4 vezes! Pense em uma guitarra de corpo sólido que está desconectado, você dedilhando as cordas e sair um pouco do som. Mas se as cordas são colocadas sobre uma guitarra de corpo oco e você dedilhar as cordas, de repente você tem música acústica, não é mesmo? O mesmo acontece com o KOOSTIK. Basta colocar o iPhone no suporte central, e logo você ouve a sua música acústica amplificada!
O KOOSTIK é projetado de forma que trabalha com todas as gerações do iPhone. Todos os botões e controles externos do telefone são facilmente acessíveis, enquanto o telefone está encaixado no KOOSTIK. Nada de energia elétrica adicional e um pouco de madeira (isto é, nada “sintético”) que esperamos ter origem em reflorestamentos. Boa sacada.