vilões da natureza. Pelo menos é o que apurou uma pesquisa do Greenpeace que mostrou alguns dados bem alarmantes: - O consumo anual de madeira só para a fabricação de hashis é de 1.6 milhões de métros cúbicos!; - 8 milhões de hectares foram devastados entre 2004 e 2008 apenas para este fim; - 50 bilhões é a produção anual da China de hashis. O povo chinês usa os palitos de madeira para comer há milênios. Por uma questão de saúde pública, em quase todos os estabelecimen- tos na China são utilizados palitos descartáveis. Então chegou a hora de mudarmos nossos hábitos, também na hora de curtir os prazeres da culinária Japonesa e levar nossos "palitinho" na bolsa quando formos ao restaurante japa, igual já fazemos (ou já deveríamos estar fazendo) com nossa Ecobag quando vamos ao supermercado. Ou então eles vão ter que começar a esterilizar os hashis. |
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Hashis: hábito milenar fora da realidade
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A Beautiful Lie, um videoclipe para ser lembrado
O grupo norte-americano de rock 30 Seconds to Mars levou seis meses para gravar o clipe da música A Beautiful Lie, no Ártico. O projeto envolveu tecnologia e métodos de trabalho além dos padrões de filmagem e edição de um videoclipe. Junto com o single, a banda lançou uma campanha homônima para chamar atenção do mundo para o aquecimento global e como essas modificações climáticas estão influenciando na vida das pessoas que moram no continente mais gelado da Terra.
A campanha foi lançada em setembro de 2010, mas como acontece com a música nunca é tarde para cantar (ou falar) mais uma vez sobre o aquecimento global e suas implicações no equilíbrio da vida terrestre.

O vocalista da banda, Jared Leto, escreveu um manifesto sobre a realização do projeto e o sonho de filmar no Ártico, abordando a problemática do clima. Mas reconheceu que ainda há muito a ser feito, além das gravações:
O vídeo foi todo gravado no Ártico/Foto: Divulgação
“Nós não professamos ser especialistas nas condições climáticas do planeta. Não pretendemos viver nossas vidas em perfeita harmonia com a Terra, tendo certeza de que a cada momento nós exalamos marcas verdes para compensar as emissões de carbono que vêm do ar quente que respiramos. E sim, nós já fomos advertidos sobre as implicações e perigos desse comportamento banal após realizar um videoclipe com declarações ambientais. Mas fomos obrigados e inspirados a seguir em frente após perguntarmos a nós mesmos: ‘É melhor fazer isso a não fazer nada?’ A resposta é sim, e nós pulamos com tudo.No início do vídeo, um esquimó dá um depoimento sobre quando era criança e caçava no gelo com seu cachorro, mas agora, com o degelo no inverno, não há como andar por aquelas áreas. Essa mudança dificulta a sobrevivência de seu povo: “Eu não posso falar sobre o que o futuro reserva, mas se o clima continuar assim, pessoas que moram nas planícies ao redor do mundo terão grandes problemas”. [EcoD]
sábado, 15 de janeiro de 2011
Educação para o consumo sustentável – Obsolescência planejada (Tecnologia)
Não se assuste com o título, a realidade é muito mais simples e fácil de entender. A obsolescência planejada nada mais é do que uma estratégia de marketing para manter um consumo contínuo ao longo do tempo, utilizando-se principalmente da moda e tecnologia para fazer com que nós troquemos mais constantemente de produtos.
Nesse post vamos falar de tecnologia. Você conhece vários exemplos e vai se identificar ao longo do texto.
Produto com os dias contados:
A história mais conhecida e certamente citada pela maioria é: “A geladeira da minha avó durou 25 anos, a minha quebro em menos de 10!”
Exatamente. Há algum tempo atrás, as empresas fabricavam os produtos pensando na sua qualidade para o consumidor. Ao longo do tempo, com o “amadurecimento” do marketing, os empresários perceberam que poderiam vender mais se seus produtos durassem menos.
Sim, os produtos realmente são planejados para durar menos. Posso afirmar pois sou formado em marketing, tive aulas desse tema e já questionei diretores de empresas de tecnologia sobre a real necessidade de se utilizar essa estratégia.
Todas as empresas utilizam, umas menos, outras mais. O fato é: Em algum momento seu aparelho terá um probleminha e deverá ser trocado. Não é muito mais barato trocar de celular do que consertar?
A nova versão da versão mais nova:
Também podem fazer você se sentir ultrapassado ou desatualizado. As empresas investem milhões em pesquisa e desenvolvimento e não vão gastar dinheiro a toa. Mesmo que eles tenham uma tecnologia inovadora, ela será guardada até que a empresa consiga extrair o máximo de dinheiro do consumidor. Exemplo: As câmeras fotográficas de 1mp, 2mp, 3mp etc. Pode acreditar: Quando a câmera de 1mp foi lançada, as empresas já tinham a tecnologia para produzir as de 10mp, 15mp. Mas qual seria o lucro se elas disponibilizassem esses produtos diretamente? Dois anos de lucro, talvez. Utilizando a estratégia da obsolescência planejada, eles puderam lucrar com o consumo de um só produto durante 10 anos… Inteligente ou sacana?
Tive uma conversa com o diretor de uma empresa multinacional que me informou, quando questionado sobre a real existência dessa estratégia, que sua empresa tinha produtos que só seriam vendidos no mercado daqui 10, 15 anos. São produtos que já existem, mas só entrarão no mercado quando as outras versões forem compradas e deixadas de lado.
Conclusão:
Não é fácil lidar com essa questão, visto que não há como evitar o consumo de tecnologias que ficarão ultrapassadas em questão de meses. O negócio é só comprar quando realmente há a necessidade: Você já tem uma maquina de 3mp, precisa comprar a de 4mp assim que lançar? Espere mais alguns meses e vá direto para uma câmera que realmente tenha um diferencial tecnológico. [viaecoplanet]
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Precisa dizer mais alguma coisa?
Criatividade é tudo nessa vida. E para demonstrar isso, o estúdio australiano de design GoldenHen criou uma peça que, além de útil, nos mostra de forma irônica o que estamos fazendo com o planeta. Alguém duvida?
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Uma década de tragédias ambientais
Além de estarmos chegando ao fim do ano, chegamos também ao final da década. Uma década marcada por diversas tragédias ambientais.
2001 – O ano testemunhou uma dura batalha da guerra que vem sendo travada há cerca de meio século entre ecologia e economia: em março, os Estados Unidos se recusaram a ratificar o Protocolo de Kyoto – o tratado internacional para limitar a emissão de gases que agravam o efeito estufa. Na foto, manifestação de estudantes americanos a favor da decisão do presidente George W. Bush.
2002 – Dez anos após a realização da ECO 92, no Rio de Janeiro, novo fórum internacional se reuniu na Rio + 10m, em Johanesburgo, na África do Sul, para tentar chegar a um acordo sobre a interferência do ser humano sobre o meio ambiente, de modo a evitar uma catástrofe. Na foto, ativistas do Greenpeace estendem uma faixa na estátua do Cristo Redentor em protesto contra o fracasso da cúpula.
2003 – Nas duas primeiras semanas de agosto, uma onda de calor assolou a Europa, com temperaturas superiores a 40 graus C em países onde a média é bem menor do que essa. O fenômeno teve graves consequências, especialmente para a França, a Itália e Portugal. Na foto, idosos franceses são atendidos em hospital parisiense
2004 – No último fim de semana do ano, a natureza deu uma demonstração de seu poder de destruição no Sudeste Asiático. Um terremoto de mais de 8 graus na escala Richter ocorrido a 10 km abaixo do nível do mar, provocou um tsunami com ondas gigantes (entre 15 e 30 metros de altura). A tragédia atingiu oito países da Ásia: Bangladesh, Índia, Indonésia, Malásia, Maldivas, Mianmar, Sri Lanka e Tailândia, além da costa nordeste da África. Na foto, onda atinge resort na Tailândia.
2005 – O ano em que o Protocolo de Kyoto entrou em vigor foi marcado por uma catástrofe: o furacão Katrina, que se deslocou pelo Caribe e região sudeste dos Estados Unidos, em agosto. Em virtude da falha de seus sistemas de proteção contra enchentes, 80% da cidade de Nova Orleans foram inundados, com a consequência de seis mortes diretas, a evacuação de 1 milhão de pessoas.
2006 – Um alerta sobre a gravidade do aquecimento global ganhou as telas de todo o mundo com o documentário ?Uma verdade inconveniente?, dirigido por Davis Guggenheim, que aborda a campanha do ex-vice-presidente norte-americano Al Gore para conscientizar os cidadãos sobre o problema. No ano seguinte, Gore recebeu o Nobel da Paz.
2007 – A divulgação de novo relatório do IPCC (sigla em Inglês de Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) trouxe previsões assustadoras. Informou, por exemplo, que mais de 1 bilhão de pessoas podem vir a sofrer com a falta de água a partir de 2020 e alertou para a devastação da Amazônia. Na foto, Rajendra Pachauri, climatologista-chefe do IPCC.
2008: O Brasil foi alvo de catástrofes ambientais: em abril, as chuvas torrenciais provocaram transbordamento de rios e inundações no Nordeste e, em novembro, foi a vez de Santa Catarina, onde as enchentes causaram mortes e deixaram milhares de desabrigados. Na foto, a comunidade de Volta por Cima, entre Ilhota e Itajaí (SC).
2009 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa durante sessão plenária na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague (Dinamarca). A reunião, que começou sob a alcunha de “Hopenhagen”, terminou em clima de fracasso. O Brasil, porém, anunciou o compromisso de reduzir suas emissões de 36% a 39% até 2020.
2010- A explosão de uma plataforma petrolífera da British Petroleum, em abril, no Golfo do México, produziu uma mancha negra 11 vezes maior do que a cidade do Rio de Janeiro e afetou milhares de animais, como esta gaivota na Louisiana. O ano terminou com duas conferências sobre meio ambiente. Uma foi a de Nagoia, que resultou em um acordo bem-sucedido sobre biodiversidade.
A outra foi a COP-16, em Cancún, que termina com a esperança de um final feliz em 2011. Quem viver, verá. [EnergiaEficiente]
A outra foi a COP-16, em Cancún, que termina com a esperança de um final feliz em 2011. Quem viver, verá. [EnergiaEficiente]
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