Conheça nosso site

Site da Sucupira: www.sucupirafilmes.com.br
vídeo | criação | design | fotografia | arte | projetos culturais | idéias | sustentabilidade
Mostrando postagens com marcador natureza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador natureza. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Círculos misteriosos



De acordo com National Oceanic and Atmospheric Administration, menos de 5% dos oceanos do mundo foram explorados, o que significa que existe cerca de 95% que nunca foram vistos por olhos humanos.O fotógrafo japonês Yoji Ookata obteve sua licença de mergulho aos 21 anos e tem explorado e documentado a costa japonesa nos últimos 50 anos. Recentemente, durante um mergulho perto de Amami Oshima, no extremo sul do país, Ookata viu algo que chamou sua atenção: ondulações seguindo padrões geométricos com quase seis metros de diâmetro, a 80 metros abaixo do nível do mar.


Ele logo voltou com os colegas e uma equipe de um programa de TV para documentar a origem do que chamou de “círculo de mistério.” E sabe o que encontraram?


Usando câmeras a subaquáticas, descobriram que o artista é um pequeno baiacu que nada incansavelmente durante dia e noite para fazer as suas esculturas na areia, utilizando-se do gesto de apenas uma barbatana.



Através de uma observação cuidadosa, a equipe descobriu que os círculos tem várias funções ecológicas, e a mais importante delas é a de atrair parceiros. Os peixes fêmeas são atraídas pelas esculturas, onde procuram o macho responsável pela obra de arte. Os ovos são depositados no centro do círculo, e os sulcos mais tarde servem como tampão natural para proteger a delicada prole .

via idea fixa

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Hashis: hábito milenar fora da realidade



Sabe quando você vai comer comida japonesa ou chinesa e vem aqueles pauzinhos como talher? Pois é, os hashis estão se tornando 
vilões da natureza. Pelo menos é o que apurou uma pesquisa do Greenpeace que mostrou alguns dados bem alarmantes:
- O consumo anual de madeira só para a fabricação de hashis é de
 1.6 milhões de métros cúbicos!;

- 8 milhões de hectares foram devastados entre 2004 e 2008 apenas 
para este fim;
- 50 bilhões é a produção anual da China de hashis.
O povo chinês usa os palitos de madeira para comer há milênios. 
Por uma questão de saúde pública, em quase todos os estabelecimen-
tos na China são utilizados palitos descartáveis.
Então chegou a hora de mudarmos nossos hábitos, também na hora 
de curtir os prazeres da culinária Japonesa e levar nossos "palitinho" 
na bolsa quando formos ao restaurante japa, igual já fazemos (ou já deveríamos  estar fazendo) com nossa Ecobag quando vamos ao supermercado. 
Ou então eles vão ter que começar a esterilizar os hashis. 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Botânicos disponibilizam dados de 1,25 milhão de plantas na internet


Foto: Martin LaBar
Botânicos do Reino Unido e dos EUA divulgaram na última quarta-feira, 29 de dezembro, uma lista com 1,25 milhão de nomes de plantas. A lista já é considerada a mais ampla do mundo e está disponível gratuitamente na internet.
Segundo os cientistas, a Plant List derá uma contribuição essencial para a preservação da flora global, já que contém os nomes científicos e comuns da maioria das espécies vegetais conhecidas, das ervas mais simples a legumes, passando pelas rosas, samambaias exóticas, musgos e coníferas.

De acordo com eles, as informações podem ajudar o trabalho de conservacionistas, desenvolvedores de drogas e pesquisadores que atuam em agricultura, unificando os nomes das plantas conhecidas.
“É crucial para pesquisas, previsões, vigilância de programas de preservação das plantas no mundo inteiro”, destacou o diretor dos Kew Gardens, Stephen Hopper, em um comunicado.
“Sem os nomes corretos, a compreensão e a comunicação sobre a vida dos vegetais se perderiam num caos, custariam somas faraônicas, além de colocar vidas em perigo, no caso de plantas utilizadas em medicina”, completou.
O banco de dados foi elaborado em uma parceria entre dois institutos renomados em botânica – o britânico Royal Botanic Gardens e o norte-americano Missouri Botanical Garden.
Os especialistas em botânica e em tecnologia de informação das duas instituições iniciaram suas pesquisas em 2008 para estabelecer esta lista como base de comparação entre famílias de plantas compiladas por Kew Gardens e o sistema Tropicos, um banco de dados alimentado desde 1982 pelo Missouri Botanical Garden.
Segundo os criadores, a ideia surgiu em 1999, durante um congresso com especialistas, que apontaram para a necessidade de se obter um cenário real da biodiversidade de plantas em nível mundial como forma de proteger as ameaçadas.
Em outubro, os 193 países membros da Convenção sobre a Diversidade Biológica reunidos em Nagoya no Japão, decidiram criar até 2020 um banco de dados on-line com toda a flora conhecida no mundo. Segundo um estudo divulgado em setembro pela União internacional de Conservação da Natureza, uma planta em cinco é ameaçada de desaparecimento. [EcoD]

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Uma década de tragédias ambientais

Além de estarmos chegando ao fim do ano, chegamos também ao final da década. Uma década marcada por diversas tragédias ambientais.
null
2001 – O ano testemunhou uma dura batalha da guerra que vem sendo travada há cerca de meio século entre ecologia e economia: em março, os Estados Unidos se recusaram a ratificar o Protocolo de Kyoto – o tratado internacional para limitar a emissão de gases que agravam o efeito estufa. Na foto, manifestação de estudantes americanos a favor da decisão do presidente George W. Bush.

null
2002 – Dez anos após a realização da ECO 92, no Rio de Janeiro, novo fórum internacional se reuniu na Rio + 10m, em Johanesburgo, na África do Sul, para tentar chegar a um acordo sobre a interferência do ser humano sobre o meio ambiente, de modo a evitar uma catástrofe. Na foto, ativistas do Greenpeace estendem uma faixa na estátua do Cristo Redentor em protesto contra o fracasso da cúpula.
null
2003 – Nas duas primeiras semanas de agosto, uma onda de calor assolou a Europa, com temperaturas superiores a 40 graus C em países onde a média é bem menor do que essa. O fenômeno teve graves consequências, especialmente para a França, a Itália e Portugal. Na foto, idosos franceses são atendidos em hospital parisiense
null
2004 – No último fim de semana do ano, a natureza deu uma demonstração de seu poder de destruição no Sudeste Asiático. Um terremoto de mais de 8 graus na escala Richter ocorrido a 10 km abaixo do nível do mar, provocou um tsunami com ondas gigantes (entre 15 e 30 metros de altura). A tragédia atingiu oito países da Ásia: Bangladesh, Índia, Indonésia, Malásia, Maldivas, Mianmar, Sri Lanka e Tailândia, além da costa nordeste da África. Na foto, onda atinge resort na Tailândia.
null
2005 – O ano em que o Protocolo de Kyoto entrou em vigor foi marcado por uma catástrofe: o furacão Katrina, que se deslocou pelo Caribe e região sudeste dos Estados Unidos, em agosto. Em virtude da falha de seus sistemas de proteção contra enchentes, 80% da cidade de Nova Orleans foram inundados, com a consequência de seis mortes diretas, a evacuação de 1 milhão de pessoas.
null
2006 – Um alerta sobre a gravidade do aquecimento global ganhou as telas de todo o mundo com o documentário ?Uma verdade inconveniente?, dirigido por Davis Guggenheim, que aborda a campanha do ex-vice-presidente norte-americano Al Gore para conscientizar os cidadãos sobre o problema. No ano seguinte, Gore recebeu o Nobel da Paz.
null
2007 – A divulgação de novo relatório do IPCC (sigla em Inglês de Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) trouxe previsões assustadoras. Informou, por exemplo, que mais de 1 bilhão de pessoas podem vir a sofrer com a falta de água a partir de 2020 e alertou para a devastação da Amazônia. Na foto, Rajendra Pachauri, climatologista-chefe do IPCC.
null
2008: O Brasil foi alvo de catástrofes ambientais: em abril, as chuvas torrenciais provocaram transbordamento de rios e inundações no Nordeste e, em novembro, foi a vez de Santa Catarina, onde as enchentes causaram mortes e deixaram milhares de desabrigados. Na foto, a comunidade de Volta por Cima, entre Ilhota e Itajaí (SC).
null
2009 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa durante sessão plenária na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague (Dinamarca). A reunião, que começou sob a alcunha de “Hopenhagen”, terminou em clima de fracasso. O Brasil, porém, anunciou o compromisso de reduzir suas emissões de 36% a 39% até 2020.
null
2010- A explosão de uma plataforma petrolífera da British Petroleum, em abril, no Golfo do México, produziu uma mancha negra 11 vezes maior do que a cidade do Rio de Janeiro e afetou milhares de animais, como esta gaivota na Louisiana. O ano terminou com duas conferências sobre meio ambiente. Uma foi a de Nagoia, que resultou em um acordo bem-sucedido sobre biodiversidade.
A outra foi a COP-16, em Cancún, que termina com a esperança de um final feliz em 2011. Quem viver, verá. [EnergiaEficiente]

Dalai Lama afirma que meio ambiente é mais urgente que a crise política

capa.jpg
Segundo o documento, o Lama acredita que os tibetanos pode esperar alguns anos, a natureza não / Foto: kris krüg
Um documento publicado no site WikiLeaks e divulgados na última sexta-feira, 17 de dezembro, pelo jornal britânico The Guardian, revela que o Dalai Lama afirmou a diplomatas norte-americanos que a comunidade internacional deveria focar nas mudanças climáticas, em vez de nos problemas políticos do Tibet.
Na declaração feita em 2009, o líder espiritual diz que os problemas ambientais são mais urgentes.

O budista falou ao embaixador americano na Índia, Timothy Roemer, que “agenda política deveria ficar à margem por cinco ou dez anos e a comunidade internacional deveria mudar seu foco para a mudança climática no planalto tibetano”.
“A fusão das geleiras, o desmatamento e o aumento dos casos de água contaminada pelas mineradoras são problemas que não podem esperar. No entanto, os tibetanos podem aguardar cinco ou dez anos por uma solução política”, diz a mensagem diplomática.
Apesar de já ter levantado a bandeira ambiental diversas vezes, Dalai Lama nunca havia sugerido que as questões políticas poderiam ficar em segundo lugar, nem falou de qualquer escala de tempo com tanta precisão.
Ainda de acordo com o The Guardian, durante o encontro com o embaixador americano, o Lama criticou a política energética da China ao lembrar que a construção de uma represa no Tibete deslocou milhares de pessoas e deixou templos e mosteiros embaixo d’água.
Ao final do encontro, o monge ainda fez um apelo a Roemer, afirmando que o Tibet é uma nação que está morrendo, e que precisa da ajuda dos Estados Unidos. [EcoD]

domingo, 19 de dezembro de 2010

Arquitetos produzem casa inspirada na natureza


casa 1
A casa residencial foi construída pela Undercurrent Architects / Foto: Divulgação
O design do telhado lembra as folhas que caem no outono e o do seu interior, um tronco de árvore. As paredes de vidro fazem com que a casa e o jardim se confundam em uma coisa só. Esse é o projeto para uma residência privada da Undercurrent Architects, chamado de “Casa Folha” (Leaf House).

casa 2
O telhado é em forma de folhas / Foto: Divulgação
“O projeto desenha as imagens da natureza e expressa isso através das estruturas, criando links entre o interior e exterior”, disse a Undercurrent.
interior
No seu interior, o design lembra um tronco de árvore / Foto: Divulgação
Localizada em Sydney (Austrália), a construção é uma união de design inovador e sustentável. Foram utilizados estratégias para economizar energia, como iluminação com baixo consumo, técnicas para retenção de água da chuva e sistema de refrigeração e aquecimento solar passivo – aquecimento solar sem a utilização de bombas.
As camadas curvas que formam o telhado servem para maximizar o volume interno, e promover um interesse visual de quem olha de cima, além de suavizar o visual da construção.
Outra vantagem é que a disposição de como as “folhas” foram colocadas permite a visão do mar e o controle da entrada de luz do sol – entra pelos espaços entre as “folhas”. Além disso, as paredes ondulantes de vidro suavizam os reflexos de luz, principalmente à noite.
interior 2
As paredes são de vidro, o que confunde a casa com o jardim / Foto: Divulgação
De acordo com a empresa, especializada em áreas urbanas comprimidas e regeneração de áreas industriais degradadas, a combinação de design ambiental e materiais de alta e baixa tecnologia resultam nessa construção harmônica, sensível e engajada com o meio ambiente.
escadaA casa fica em Sydney, na Austrália / Foto: Divulgação
A criação dos designers Didier Ryan e German Perez Tavio precisou  utilizar métodos improvisados para alcançar a elevada complexidade técnica com as restrições de custo. [EcoD]

    quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

    Caixas de som que não usam energia elétrica


    Koostik é um novo amplificador analógico, que pode amplificar os sons do iPhone, sem qualquer tipo de conexão. É o resultado de um ano de evolução do protótipo, feito inteiramente de madeira maciça.
    Usando apenas o iPhone, ele amplifica de forma acústica o volume de saída de 2 a 4 vezes! Pense em uma guitarra de corpo sólido que está desconectado, você dedilhando as cordas e sair um pouco do som. Mas se as cordas são colocadas sobre uma guitarra de corpo oco e você dedilhar as cordas, de repente você tem música acústica, não é mesmo? O mesmo acontece com o KOOSTIK. Basta colocar o iPhone no suporte central, e logo você ouve a sua música acústica amplificada!
    O KOOSTIK é projetado de forma que trabalha com todas as gerações do iPhone. Todos os botões e controles externos do telefone são facilmente acessíveis, enquanto o telefone está encaixado no KOOSTIK. Nada de energia elétrica adicional e um pouco de madeira (isto é, nada “sintético”) que esperamos ter origem em reflorestamentos. Boa sacada.