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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Telhados de casas terão que ser brancos

Um projeto de lei já aprovada em primeira votação na Câmara Municipal de São Paulo (capital) traz a proposta de que as novas casas construídas na capital sejam obrigadas a ter o telhado pintado da cor branca, destaca o Jornal da Tarde. Já imaginou?
Esta medida teria caráter ambiental. Sabe por quê? O telhado branco absorve menos raios do sol e ajuda a combater as ilhas de calor da cidade.

O autor desta idéia, o vereador Goulart (PMDB) acredita que, se toda a cidade adotasse os telhados desta cor, a temperatura da capital seria até 2°C menos quente do que é hoje.
E agora o texto precisa ser aprovado em segunda votação antes de ser enviado à sanção do prefeito Gilberto Kassab (DEM). Os vereadores aprovaram o texto (PL 615/2009) no último dia 10, em votação simbólica.
O vereador ainda diz que a votação definitiva do projeto deve ocorrer logo. “Tivemos uma reunião do colégio de líderes (das bancadas partidárias) e a expectativa é que o texto seja votado na semana que vem (esta semana)”, diz.
O projeto que defende o meio ambiente acrescenta um artigo à Lei 11.228, de 1992, que impõe regras para a construção de imóveis na cidade. A legislação estabelece multa de R$ 963,30 para quem executar obras sem obter licença prévia (ou construir em desacordo com a licença obtida).
“A ideia é que depois de aprovada (a lei), a Prefeitura desenvolva campanhas de conscientização com programas para a pintura de todos os imóveis”, diz.
Onde tudo começou…
Pintar os telhados das casas de branco é uma ideia defendida há cerca de três anos pela Green Building Council Brasil, ONG que deu subsídios aos dados divulgados pelo parlamentar.
O grupo defende que os telhados escuros retêm mais luz do sol e, assim, ficam mais quentes. Como 25% do terreno das cidades correspondem aos telhados , a opção pela cor branca reduziria a formação de ilhas de calor nas áreas urbanas. Segundo Nelson Kawakami, diretor da entidade, outro benefício importante seria a redução do consumo de energia elétrica já que o interior das casas também ficaria menos quente e, assim, a população usaria menos ar condicionado, e menos consumo de energia é sempre benéfico para o meio ambiente.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O impacto ambiental dos spams




Que o spam, mensagens eletrônicas indesejadas que são enviadas em massa, tem um grande impacto no bolso de milhares de internautas, todos sabem. Esse ato, porém, tem custo também para o meio ambiente. Essa é a conclusão do relatório publicado pela McAfee, empresa especializada em soluções de segurança eletrônica e digital.

De acordo com o relatório, são necessários mais de 33 bilhões de KW/h por ano – suficiente para energizar 2,4 milhões de domicílios nos EUA – em energia para sustentar o fluxo de spam ao redor do mundo. Para produzir tal quantidade de energia, a Hidrelétrica de Ilha Solteira, uma das mais eficientes do sistema da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), precisa de quantidade de água equivalente a que cai pelas cataratas do Iguaçu durante seis anos.

Só no Brasil são desperdiçados mais de 1 bilhão de KW/h com essa prática.

O documento também calculou que cada uma das mensagens enviadas geram 0,3 gramas de CO2 na atmosfera. Ou seja, uma empresa média emite 131 Kg de CO2 por ano, dos quais 22% estão diretamente relacionados com o spam.

Para conferir o relatório completo, clique aqui.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Brasil recicla 98,2% das latas de alumínio

O Brasil atingiu no ano passado mais um recorde de reciclagem de latas de alumínio. Foram reutilizadas 98,2% das latas vendidas.
Ao todo, 198,8 mil toneladas de alumínio, das 202,5 mil toneladas vendidas, foram recicladas.
Os dados constam do balanço da coleta do material divulgado ontem pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas). Com o resultado, segundo as entidades, o Brasil conquista pela nona vez consecutiva o posto do país com maior índice de reciclagem de latas do mundo.
Na comparação entre 2009 com o ano anterior, a quantidade de latas recicladas aumentou 19,9%. Em 2008, foram reutilizadas 91,6% das latas vendidas pela indústria, o que representa cerca de 165 mil toneladas.
Em 2009, a reciclagem das latas de alumínio movimentou R$ 1,3 bilhão. Deste total, R$ 382 milhões foram gerados só com trabalho de coleta do material.
“Se toda coleta de latas fosse feita por uma empresa só, ela estaria entre as mil maiores do país”, complementou Henio de Nicola, presidente da Abal, em entrevista coletiva em São Paulo.
Com a reciclagem do alumínio das latas, também foram economizados 2,9 mil gigawatts-hora (GWh). Com esta energia, seria possível atender à demanda anual de uma cidade como Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, que tem 1,2 milhão de habitantes. [Info]

Friedge-Couch: a geladeira-sofá



friedge-couch
Fridge-Couch: o sofá feito de geladeira / Foto: Divulgação
A criatividade do designer canadense Adrian Johnson o levou a reciclar o que, até então, se considerava dois problemas urbanos de lixo: uma geladeira e um sofá velhos.
Friedge-Couch, (tradução literal de Sofá-geladeira) surgiu quando o designer decidiu fazer algo criativo e estiloso para um casamento.

Alguns modelos tem entrada para iPods / Foto: Divulgação
Ao procurar inspiração em um ferro-velho, ele achou um banco vermelho praticamente novo de uma BMW 325 e, na busca por algo onde o banco poderia ser encaixado, ele encontrou uma geladeira Gibson Frost-Clear Deluxe, de 1982.
A junção dos dois objetos que, até então, estavam inativos e eram considerados lixo, criou o novo conceito de sofá. A iniciativa do canadense demonstra que reciclar também é uma questão de bom senso e muita criatividade. [EcoD]

    quarta-feira, 3 de novembro de 2010

    Post filosófico e poético...

    Fugindo um pouco da linha de publicações anteriores, resolvi escrever o que me veio na inspiração...


    liberdade. 
    Estou me sentido feliz. Podendo curtir uma tarde dessas mesmo trabalhando. Apesar de nem tudo ser como e quando queremos, mas se a gente acredita na gente, elas se tornam realidade pouco a pouco, se a gente tiver olhos de perceber. Quero desejar a todos os meus amigos que estão trabalhando em seus escritórios, com seus afazeres, jobs, campanhas, vendas etc, que possam sentir a sensação que tenho agora, trabalhando também, mas podendo também sentir o vento, ver o céu lindo que está abrindo agora.
    Porque a vida não é só o trabalho dentro desta caixa eletrônica ou no papel em branco, ou sei lá o que. Ela precisa que a gente se conecte a ela pra que as coisas fluam...
    A vida não é só ganhar dinheiro ou consumir ou se conectar nisso ou naquilo, aqui virtualmente, embora a gente muitas vezes parece estar mais conectado ao virtual do que o real.E que mesmo que a gente faça escolhas, sejam elas questões da vida ou de um trabalho, ou no processo de criação de algo, do fazer assim ou daquele outro jeito.
    No fundo, as coisas realmente só fluem da melhor maneira, se a gente consegue perceber a grandeza do que está por trás de tudo isso. A gente só precisa ter olhos de ver e de perceber, que a vida, tá aí, tá lá fora, acontecendo, enquanto a gente trabalha, se preocupa, corre de um lado pro outro. 
    A vida tem um curso, independente das nossas decisões. A gente escolhe, entrar no ritmo da vida ou nadar noutro sentido, que parece ser o dela, mas que na verdade é o que construímos. A vida flue, mas noutro ritmo, outra coisa, que a gente só percebe se parar um pouco, respirar, olhar pela janela, olhar pro céu, ou mesmo nas pessoas em seus fluxos de vida lá fora. É perceber o momento, sentir ele, sentir e ter a lucidez de de perceber o exato instante. Aprendi isso hoje na minha primeira aula de Yoga, ter a percepção do momento.
    Acho que as coisas só estão "desorientadas"ou desequilibradas como estão porque o homem se distanciou "deste mundo", que não é o virtual, mas que passa na nossa frente quase que imperceptível.
    A vida tá aqui na internet, tá no nosso real da nossa rotina, mas também tá lá fora, pulsando também, a nos envolver mesmo que a gente não perceba. É como a natureza e seu ritmo. Ela tá sempre a mudar, mesmo que lentamente sem a gente perceber.
    A gente só precisa parar uns minutos e sentí-la. Depois desses instantes, garanto que você vai resolver melhor as coisas...

    Bom final de tarde a todos e bom trabalho. Afinal, apesar de estar aqui filosofando ao ver essa tarde linda, também estou trabalhando...

    Forte abraço a todos...

    sexta-feira, 29 de outubro de 2010

    Audi elétrico bate recorde andando 600 km com uma única carga




    O problema dos carros elétricos sempre foi a autonomia – ou a falta dela, mais precisamente. Ontem, um Audi A2 elétrico bateu um recorde para carros comuns, andando 600 km com uma carga. A viagem de Munique a Berlim durou um pouco menos de 7 horas e foi feita sem a intenção de economizar muito – o aquecedor ficou ligado na maior parte do percurso. O Ministro da Fazenda alemão, Rainer Bruederle, disse aos jornalistas: “Este foi um recorde mundial. Antes, carros elétricos conseguiam andar 60 ou 70 km sem recarregar. O que vimos hoje é um salto tecnológico.”

    Os europeus têm demorado a entrar na onda dos carros elétricos – ao menos em comparação com japoneses e, agora, americanos. Nos EUA, o governo Obama já gastou bilhões em empréstimos para as montadoras, fora o subsídio de até 30% do preço de um carro elétrico dado pelo governo. Na Europa, o caminho é parecido: na Alemanha, a primeira-ministra Angela Merkel já disse que quer pelo menos 1 milhão deles estejam circulando até 2020 e que, em 2050, veículo com motor a combustão sejam “coisa do passado”. BMW e Volks já anunciaram que vão começar a produção em massa de seus primeiros modelos em 2013 – ano em que deve chegar por aqui o e-carro da Mitsubishi. Acho a ideia ótima, mas enquanto eles não estiverem a um preço viável – ou enquanto eu não ganhar na Megasena para ter um Tesla Roadster, fico com meu combo bike+ônibus+táxi [ via Gizmodo  ]

    Rio Negro atinge menor nível desde 1963



    A vazante do Rio Negro, no Amazonas, atingiu recorde, com o menor nível registrado desde o início do monitoramento, em 1902.
    A Agência Nacional de Águas (ANA) informou que o nível do curso d’água do rio chegou a 13,63 metros no domingo. Até agora, o menor volume registrado era de 13,64 metros, em 1963.
    O Rio Solimões também atingiu a vazante recorde em outubro e ficou 88 centímetros abaixo do nível do leito do rio no início do mês. A causa para a seca dos rios atingir níveis extremos é a falta de chuva na região. Em todo o estado do Amazonas, a estiagem levou, até agora, pelo menos 30 municípios a decretarem situação de emergência.

    Com o nível dos rios baixo, muitas cidades ficam inacessíveis e com dificuldades de abastecimento de comida e água potável.
    Apesar da situação crítica, a vazante nos rios da Amazônia deve ser revertida até o próximo mês, seguindo o ciclo hidrológico da região.
    Na última semana, o Ministério da Integração Nacional anunciou a transferência de R$ 23 milhões para o governo do Amazonas para ações de socorro e assistência aos municípios atingidos pela seca. O dinheiro deve ser gasto com aquisição de cestas básicas, filtros purificadores, motobomba, equipamentos para fornecimento de água potável e barracas. [Info]

    Temperaturas globais registram novo aumento


    O relatório mensal do governo Americano sobre o clima está começando a soar como um disco riscado.
    O Centro de Dados Nacional sobre o Clima divulgou na semana passada que o período entre janeiro e setembro deste ano empata com 1998 como os nove meses mais quentes já registrados.
    A agência afirmou que a temperatura média do período foi de 1.17 graus acima do normal para os registros de 131 anos. Os doze meses mais quentes da história até agora foram os de 2005.

    O Centro de Dados acrescentou que este foi o período entre janeiro e setembro mais quente no hemisfério norte e o segundo mais quente no hemisfério sul.
    O aumento das temperaturas nas últimas décadas tem gerado preocupações de ambientalistas e cientistas segundo os quais os poluentes criados pelos seres humanos estão contribuindo com um arriscado aquecimento global. [Info]

    quinta-feira, 28 de outubro de 2010

    Ranking mundial aponta países mais vulneráveis às mudanças climáticas


    mapa
    Ao clicar na imagem você tem a opção baixar o PDF para visualizar o mapa ampliado/Imagem: Maplecroft
    Uma consulta feita com 170 países pela empresa britânica Maplecroft divulgada na semana passada, aponta as regiões do mundo mais vulneráveis às mudanças climáticas. Segundo o levantamento, o Sul da Ásia é a região de maior fragilidade às alterações do clima, em razão da crescente população exposta a inundações, secas, tempestades e elevação do nível do mar.
    O Índice de Vulnerabilidade pelas Mudanças Climáticas pretende ser um guia para o investimento estratégico e a adoção de políticas. Dos 16 países listados como em risco “extremo” devido às mudanças climáticas nos próximos 30 anos, cinco são do Sul da Ásia, com Bangladesh e Índia em primeiro e em segundo lugares, respectivamente, Nepal em quarto, Afeganistão em oitavo e Paquistão em 16º. A China (49º) e o Japão (86º) estão na categoria de “alto risco”, assim como o Brasil (81º) – nossa equipe tentou entender as razões para essa colocação brasileira no ranking, mas não obteve êxito.
    A metodologia adotada pela empresa global de aconselhamento de riscos se baseia em 42 fatores sociais, econômicos e ambientais, o que inclui a capacidade de resposta dos governos, no intuito de avaliar o risco para a população, os ecossistemas e os negócios em função das mudanças climáticas.
    O Sul da Ásia é especialmente vulnerável por causa de mudanças em padrões climáticos que resultam em desastres naturais, como as recentes inundações no Paquistão e Bangladesh, que afetaram mais de 20 milhões de pessoas. “Há evidências crescentes de que as mudanças climáticas aumentam a intensidade e a frequência de eventos climáticos”, afirmou à AFP Anna Moss, analista ambiental da empresa.
    Insegurança alimentar e fome
    Bangladesh ocupa a primeira posição do ranking devido a uma dupla má sorte. O país asiático tem o maior risco tanto de seca quanto de fome, além de lutar contra a pobreza extrema e a alta dependência na agricultura (o setor econômico mais afetado pelas mudanças climáticas). Como se não bastasse, possui o governo menos capaz de responder aos impactos climáticos, na avaliação da Maplecroft.
    Sobre a Índia, segundo país mais populoso do mundo (só atrás da China) com cerca de 1,5 bilhão de habitantes, a empresa britânica observou que “Quase todo (o país) tem um alto nível ou nível extremo de sensibilidade às mudanças climáticas, devido à severa pressão populacional e ao consequente abuso de recursos naturais. A isto se soma um alto nível de pobreza, baixa qualidade da saúde em geral e dependência agrícola de grande parte da população.”
    Entre os países da categoria de “médio risco” estão a Rússia (117º), os Estados Unidos (129º), a Alemanha (131º), a França (133º) e a Grã-Bretanha (138º). A Noruega lidera o pequeno grupo de 11 países considerados em baixo risco, dominado pelos escandinavos e pelos holandeses, que têm trabalhado para defender seu território, situado abaixo do nível do mar, da elevação das águas dos mares.
    “As vulnerabilidades mais sérias às mudanças climáticas foram encontradas no grupo de países em desenvolvimento com sistemas socioeconômicos mal equipados para responder a desafios como a segurança alimentar e hídrica, além de sofrerem com economias instáveis e instituições fracas. Este é o caso de um grande número de países, estando o Sul da Ásia e a África no centro das preocupações”, concluiu Fiona Place, também da Maplecroft. [EcoD]

    quarta-feira, 27 de outubro de 2010

    O porta papel higiênico que carrega iPod



    Quando Steve Jobs sentou com sua equipe de design em Cupertino, eu tenho certeza de que era exatamente isso que ele tinha na cabeça:
    O iCarta, um porta-papel higiênico que toca e recarrega seu iPod.
    Sério. Muito sério.
    Me diz se tudo o que você queria NA VIDA, tudo o que faltava pros seus momentos no banheiro serem mais felizes, não era um porta-papel higiênico que toca & carrega? E que custa US$29,99 na Amazon.
    (Tudo bem se você gosta de ouvir música no banho (ou se você tem uma Playlist especial para os números 1 e 2).. mas o dock que você já tem do iPod não cumpre essa função direitinho?) [Info]

    terça-feira, 26 de outubro de 2010

    Consumismo, propaganda e sustentabilidade



    Usualmente quando se fala em sustentabilidade, a primeira imagem que surge em nossas mentes é a de um ecologista extremamente chato falando sobre a importância de termos banheiros secos ou de sermos vegetarianos para que o planeta seja salvo.

    As idéias do desenvolvimento sustentável são tão bonitas, morais e conscientes que provavelmente ninguém terá coragem de levantar sua bandeira contra. Afinal, quem irá no caminho contrário daquele que argumenta sobre a importância do cuidado com o planeta para que as próximas gerações tenham seu "lugar ao sol"?

    Por um lado é certo que não temos como construir um planeta onde todos nossos processos são sustentáveis, afinal as leis físicas dizem claramente que a desorganização de um sistema (entropia) tende a aumentar continuamente. No entanto, a conscientização de que o consumismo exacerbado pode levar a uma aceleração do processo de destruição é necessária e útil.

    O odiado e ao mesmo tempo aceito/imposto capitalismo tem por principal meio de perpetuação o consumismo desenfreado que nada mais é do que fruto da publicização de um produto. A propaganda tem dois objetivos implícitos: alienar ou conscientizar, meio-termos existem obviamente. A pergunta a ser feita para diferenciar um objetivo de outro é o simples pensar sobre a relevância e necessidade do consumo de um determinado bem.

    É simples: o novo celular que acabou de sair no mercado vem com mais tecnologias ou não passa de mais um agregador de tecnologias passadas? A farmácia tem realmente necessidade de vender seus produtos em cestos, tem necessidade de fazer propaganda e dar descontos? Muitos e muitos bens de consumo vem travestidos de novas embalagens e cores para que seja mais vendido, no entanto, o questionamento é: há necessidade de mais vendas?

    Observemos o conceito de desenvolvimento. Um país é desenvolvido de acordo com sua capacidade de consumir, em outras palavras uma nação é tratada como superior as outras de acordo com o menor tempo de uso de um produto. A problemática da situação está em, através de propaganda, incutir nos que menos consomem que isso é o conforto e a felicidade mais desejada pela raça humana.

    A propaganda como causadora de pensamento crítico é algo tão utópico quanto o conceito de sustentabilidade. Apesar disso, repensar o modo de se consumir e a maneira como se observa uma propaganda são os primeiros passos para a construção da aclamada e famigerada utopia chamada desenvolvimento sustentável.



    "Se a sua segurança emocional depende de satisfazer um desejo que você não tinha antes de ler o anúncio, vá em frente." - Calvin

    "A minha identidade está tão envolvida pelo que eu compro que eu paguei à companhia para anunciar seus produtos!"
    - Quando Calvin diz que queria que a camiseta dele tivesse um logotipo. - Calvin


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    Para complementar a idéia do texto e das tirinhas do Calvin, posto dois documentários bem interessantes.

    O primeiro chama-se "The Story of Stuff" em português "A História das Coisas", um documentário sobre consumismo, de forma clara e objetiva. Recomendo bastante.



    E o segundo tem por título Surplus, infelizmente não encontrei legendado em português, mas as legendas estão em inglês e são bem fáceis de entender. Só postei a primeira parte, mas o assistir de todo o filme é de grande importância. Foi o documentário mais imparcial que já assisti sobre propaganda e sustentabilidade.
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    segunda-feira, 25 de outubro de 2010

    Poluição luminosa “apaga” as estrelas e desequilibra os ecossistemas das cidades



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    Criadores do Stellarium ranquearam os níveis de visibilidade de estrelas no céu/Foto: Divulgação
    Há quanto tempo você não pára e contempla demoradamente um céu estrelado? Pense um pouco e reflita qual foi a última vez que você contou estrelas ou tentou identificar as constelações em uma noite escura. Ou melhor, pergunte a alguma criança se alguma vez na vida ela já viu uma estrela cadente. Cada vez mais, cenas como essas tem sido vistas apenas em filmes, novelas e comerciais de TV.
    Com a evolução das cidades o homem tem se afastado do contato com a natureza e coisas banais, como olhar para o céu, se tornou algo distante da nossa rotina. Mas não pense que a culpa é exclusiva do nosso estilo de vida moderno. Além da correria do dia a dia e do excesso de espaços fechados, outro problema tem feito com que as pessoas não enxerguem mais tantas estrelas no céu: a poluição luminosa das grandes cidades.

    Qualquer um pode perceber esse fenômeno. Basta olha de longe para um centro urbano para ver um clarão laranja envolvendo a cidade. Esse é um sinal do excesso de lâmpadas de vapor de sódio presentes por ali.
    Esse brilho no céu, causado pelo excesso de luzes direcionadas para cima, é o grande responsável pelo ofuscamento das estrelas que estão mais próximas ou um pouco acima da linha do horizonte.
    Os impactos desse excesso de luminosidade é sentido em todo o planeta, especialmente nas regiões ocupadas por grandes metrópoles. Segundo o engenheiro de energia Saulo Gargaglioni, uma estimativa aponta que cerca de 1/5 da população mundial, mais de 2/3 da população dos EUA e mais da metade da população da União Europeia perderam a visibilidade a olho nu da Via Láctea.
    Uma avaliação feita em Madri, nas Espanha, revelou que a poluição luminosa causada pelas luzes da cidade poderia ser sentida em um raio de 100 km. Toda a área do sul da Inglaterra, Holanda, Bélgica, Alemanha Ocidental e norte da França têm um brilho noturno entre duas e quatro vezes acima do normal. O único lugar na Europa continental onde o céu pode alcançar sua escuridão natural é no norte da Escandinávia.
    Com isso, o céu das cidades tem se tornado ambientes cada dia mais “apagados” e seus moradores, cada vez mais distantes da natureza.
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    Céu noturno na cidade do Novo México é exemplo do fenômeno
    Impactos
    E quem pensa que o problema se restringe à perda da beleza de uma noite estrelada, se engana. O excesso de luz artificial pode trazer diversos problemas para a saúde dos seres humanos e ainda causar um desequilíbrio da flora a fauna local.
    Estudos apontam que a exposição à luz durante a noite pode aumentar o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como o de mama. Isso ocorre devido à supressão da luz noturna sobre glândula pineal, reduzindo a produção do hormônio melatonina.
    Esse hormônio só é sintetizado no escuro e sua produção é inversamente proporcional às exposições ambientais de luz. Por isso, sua redução tem sido altamente correlacionada com o aumento do risco da doença.
    A invasão de luz nas casas devido a locais com alta iluminação noturna, como lojas e shoppings, também pode prejudicar a qualidade do sono das pessoas, levando ao estresse, insônia e outros transtornos. Motoristas podem ter sua capacidade visual reduzida por alterações bruscas de ambientes claros para escuros e vice-versa.
    imagem03.jpgO excesso de iluminação noturna também pode afetar a reprodução, migração e comunicação de espécies, como aves e répteis diurnos, que caçam somente durante a noite. Pássaros atraídos pela luz dos prédios, torres de transmissão, monumentos e outras construções, voam sem cessar em torno da luz até caírem de cansaço ou pelo impacto com alguma superfície.
    A iluminação artificial nas praias também pode ocasionar a desorientação de filhotes de tartarugas marinhas ao saírem dos ninhos. Normalmente, os filhotes movem-se no sentido contrário aos ambientes escuros, em direção ao oceano. Com a presença de luzes artificiais na praia, os filhotes não conseguem diferenciar os ambientes e acabam desorientados.
    Até as plantas sofrem com o fenômeno. Pesquisas mostram que algumas espécies não florescem se a duração da noite é mais curta do que o período normal, enquanto outras florescem prematuramente.
    Para completar o quadro, ainda existem consequências econômicas para o fenômeno. Pesquisadores norte-americanos estimam um desperdício anual de dois bilhões de dólares com iluminação ineficiente. Outro estudo mostra que um aumento de 25% na iluminação noturna, ocasiona uma perda de quase 20 milhões de dólares para a astronomia.
    Planejamento e controle são as soluções
    Para Gargaglioni, todas essas consequências são resultado do mau planejamento dos sistemas de iluminação. “A visibilidade do céu noturno tem sido prejudicada não só pelas luminárias das vias públicas, mas também pela iluminação ineficiente de estádios de futebol, outdoors, monumentos e fachadas de prédios”, afirma.
    E para evitar a poluição, bastam alguns cuidados simples. Segundo o arquiteto Eduardo Ribeiro dos Santos, o problema pode ser controlado pelo direcionamento correto das fontes de luz, controle do ofuscamento e utilização correta das lâmpadas que podem reduzir a poluição ao mínimo.
    Políticas públicas voltadas para o combate ao problema também tem sido adotadas em diversos países. Em junho de 2009, a Associação Médica dos Estados Unidos desenvolveu uma política de apoio ao controle da poluição luminosa.
    No Brasil, a legislação atual ainda é muito desconhecida e pouco abrangente. As poucas leis que tratam do assunto se referem apenas a áreas de desovas de tartarugas ou de observatórios espaciais.
    “Iluminar bem não é iluminar em excesso, e sim, com eficiência, e os profissionais e a comunidade em geral devem ser alertados para isso”, conclui Gargaglioni. [EcoD]

    sexta-feira, 22 de outubro de 2010

    Desafios das mudanças climáticas


    Cada metro quadrado da superfície terrestre recebe 342 watts de energia em forma de radiação solar. Desse montante, 1,66 watt ca no solo, contribuindo para tornar o planeta mais quente
    Em média, cada metro quadrado da superfície terrestre recebe 342 watts de energia em forma de radiação solar. Desse montante, estima-se que 1,66 watt fique no solo e contribua para tornar o planeta mais quente.
    Os dados foram calculados por meio do conceito da forçante radiativa, uma das contribuições da física ao problema do aquecimento global, segundo apresentação do físico Paulo Artaxo durante o fórum “Mudanças Climáticas Globais – Desafios e oportunidades de pesquisa”, realizada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) nos dias 14 e 15 de outubro.

    Artaxo, que é professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo e membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), apresentou os aspectos físicos presentes nessas mudanças. “Essa é uma área de pesquisa muito dinâmica e na qual a cada semana são publicados em torno de sete artigos científicos”, disse.
    Além de acompanhar a produção na área, outro desafio é a complexidade dos dados envolvidos. O resultado, segundo Artaxo, é que o quadro geral mundial com relação às mudanças climáticas é ainda pouco preciso ou, então, é formado por um mosaico de conhecimentos fragmentados os quais, ainda que precisos, apresentam pouca conexão entre eles.
    Mesmo com essas limitações, Artaxo estima ser possível concluir que a ação humana tem causado sérios impactos sobre o planeta, a ponto de alguns pesquisadores proporem chamar a era contemporânea de Antropocênica, na qual a atividade humana teria suplantado a da natureza na modificação do planeta.
    “Já ultrapassamos a capacidade de regeneração do planeta em três áreas: na razão da perda da biodiversidade, nas alterações do ciclo do nitrogênio e nas mudanças climáticas”, destacou o também membro do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU).
    Na mesma mesa, Carlos Nobre, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e coordenador executivo do PFPMCG, falou sobre o impacto das mudanças climáticas na Amazônia.
    A contribuição do Brasil nas mudanças climáticas ocorre principalmente nas emissões de dióxido de carbono (CO2) por queimadas na região amazônica, que contribuem com 56% das emissões brasileiras. Elas são seguidas pela atividade agropecuária (24% das emissões) e pelos meios de transporte e geração de energia (12%).
    Segundo Nobre, o Brasil está em uma posição privilegiada por conseguir reduzir as emissões com a diminuição das queimadas. “A China, por exemplo, não conseguirá cortar as emissões sem afetar seu produto interno bruto. O Brasil não sofreria esse mesmo efeito em sua economia”, disse.
    Outra boa notícia é que as queimadas brasileiras têm diminuído nos últimos anos. Enquanto em 2004 o país emitiu cerca de 900 toneladas de CO2 na atmosfera dessa forma, em 2008 o total caiu para 500 toneladas.
    Nobre, que também integra o IPCC, apresentou resultados de pesquisas que simulam a recuperação vegetal que ocorreria caso a Floresta Amazônica fosse totalmente devastada.
    As simulações apontam o índice de 40% como limite de devastação para que a cobertura vegetal não sofra uma degradação irreversível. Nesse ponto, o Cerrado se misturaria à Floresta Amazônica, descaracterizando boa parte desse bioma, em processo chamado de savanização da floresta.
    Outro limite importante para que a Amazônia seja preservada, de acordo com Nobre, está relacionado à temperatura global, que não poderia se elevar em mais do que 3ºC. Acima disso, a floresta estaria seriamente ameaçada, conforme indicam vários modelos climáticos.
    Nobre ainda apontou a necessidade de se avançar em mais experimentos que envolvam florestas tropicais. “As informações de que dispomos sobre a influência do aumento de carbono na cobertura vegetal são de florestas temperadas”, disse.
    Em experimentos realizados no hemisfério Norte, descobriu-se que o aumento na concentração de carbono na atmosfera é capaz de elevar em até 25% a capacidade dos vegetais em fixar material orgânico, o que aceleraria o seu crescimento e poderia compensar a falta de outros recursos. “No entanto, não podemos dizer que isso também vale para a Floresta Amazônica, pois não temos estudos sobre o tema”, disse.
    Para o cientista, apenas uma parte da preservação da floresta passa por questões de políticas públicas. “Podemos reduzir as queimadas, mas não temos controle sozinhos sobre o aumento da temperatura global. Se a temperatura aumentar em mais de 5º C, as florestas tropicais estarão em grande risco”, afirmou.
    Homenagem a Daniel Hogan
    O fórum “Mudanças Climáticas Globais” também contou com uma homenagem ao demógrafo Daniel Hogan, morto em abril. Professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, Hogan se dedicou nos últimos anos ao estudo de mudanças climáticas e de centros urbanos.
    “Tive o privilégio de trabalhar com o professor Daniel, que participou de forma intensa da vida universitária. Ele marcou de uma maneira importante os docentes de todas as unidades de pesquisa da Unicamp”, disse o reitor da Unicamp, Fernando Costa, durante cerimônia que contou com a presença de vários ex-colegas de trabalho de Hogan.
    Hogan foi pró-reitor de Pós-Graduação da Unicamp de 2002 a 2005 e teve vasta produção científica na área de demografia. Atuou junto aos Núcleos de Estudos da População (Nepo) e de Estudos e Pesquisas Ambientais (Nepam), centros de pesquisa que ajudou a criar.
    Nascido nos Estados Unidos, Hogan graduou-se em 1964 em letras pela universidade Le Moyne College e fez mestrado em sociologia do desenvolvimento (1968) e doutorado em sociologia e demografia (1974), ambos pela Universidade Cornell.
    Hogan ministrou na Unicamp aulas nos cursos de pós-graduação de demografia, de ambiente e sociedade e de geografia. Suas atividades de pesquisa se concentraram nas relações entre dinâmica demográfica e mudança ambiental, focando também as dimensões humanas das mudanças ambientais globais. Ele também integrou a coordenação do PFPMCG. [Info]

      quinta-feira, 21 de outubro de 2010

      Ônibus híbrido chega a São Paulo e Curitiba


      Se você está cansado de só ler notícias sobre carros verdes e seus motores elétricos, e quer mesmo ver um rodando pelas ruas, seus problemas acabaram. O Hibribus, que conta com um motor elétrico e um movido a biodiesel, já está rodando por Curitiba, e começa a rodar em São Paulo nos próximos dias. A promessa é redução de 35% de gasto de combustível e uma frota bem maior para 2014.

      Com um motor elétrico e outra movido a biodiesel, a economia de combustível do Hibribus chega a 35% em comparação aos ônibus comuns. Já a emissão de gases é reduzida em 50%. Basicamente, porque em congestionamentos ou semáforos, o motor diesel não trabalha, aumentando a economia e reduzindo significativamente a emissão de poluentes. O motor elétrico ajuda nos primeiros passos, sendo o responsável pelo arranque até os 20 quilômetros – da terceira marcha para frente, o trabalho fica por conta do motor clássico, que aguenta as toneladas do ônibus. Mas o pessoal deve ter gostado mesmo do fato de ele ser bem silencioso, como mostra esse vídeo de uma das primeiras viagens do Hibribus em Curitiba:

      O ônibus é criação da Volvo, e seu nome original é 7700 Hybrid. Apesar de circular em caráter experimental nas duas cidades, a ideia da empresa é implementar de vez o sistema para a Copa de 2014. Ele aguenta até 83 passageiros e passear nele deve dar aquela sensação de estar vivendo o futuro. Seus possíveis concorrentes na corrida elétrica serão o Hybridus, da Agrale, produzido 100% no Brasil, e o Eletra, que já está sendo testado em São Bernardo do Campo, em São Paulo. Futuro, vinde a nós! [Foto via UOL]


      *via Gizmodo 

      quinta-feira, 14 de outubro de 2010

      Designers criam player de mídia solar



      O gadget se alimenta da luz solar e pode ser colocado no vidro da janela
      Imagine se você pudesse ter uma janela que toca música? Pelo menos essa é a proposta do aparelhinho Eclipse, desenvolvido pelos designers Hoang M. Nguyen e Anh Nguyen. O gadget é capaz de reproduzir mídias e funciona com luz solar.
      Cada vez mais comuns, estes aparelhos movidos a energia solar, tem um ponto básico em comum: a inovação. Não é diferente com Eclipse. Ele conta com células de fotovoltagem, que captam a luz solar que alimenta a bateria. O objetivo é prendê-lo sempre na janela, com uma borracha de sucção localizada também na parte de trás. Assim fica mais fácil do sol chegar até o eletrônico.

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      Eclipse toca arquivos em Mp3 e ainda procura informações sobre clima e rádios on-line
      Eclipse ainda tem sistema Bluetooth, o que permite interagir com outros tocadores que estiverem próximos, e é capaz de captar e tocar arquivos em Mp3, assim como se conectar para baixar atualizações sobre o clima atual, previsão do tempo e rádios on-line.
      Para conectar (e guardar) seu dispositivo portátil de música, basta pressionar o botão “Eject” para abrir uma tampa, sistema muito parecido com o dos antigos tocadores de fitas cassete. Não fica claro se é obrigatório conectar um outro aparelho para ouvir músicas. Eclipse ainda é apenas um protótipo e não há previsão de venda.
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      O toque retrô fica por conta do sistema de conexão, que é igual ao de um tocador de fita cassete antigo
      *Via EcoD.

      sexta-feira, 8 de outubro de 2010

      Material de campanha deveria ser reciclado


      Após a eleição, a palavra de ordem é reciclagem. Pelo menos para o sanitarista Alcione Duarte, técnico da Companhia Estadual de Águas e Esgoto do Rio de Janeiro (Cedae) e candidato à Assembleia Legislativa (Alerj) na eleição realizada no país.
      Todo o material usado em sua campanha, incluindo banners, cartazes, faixas, bandeirolas, vai virar renda para a população carente atendida pela organização não governamental (ONG) Nascente Pequena, do município de Guapimirim, na região serrana fluminense.
      Duarte afirmou que não se pode contaminar mais o ambiente onde vivemos. “Essa é a atitude mais racional que qualquer candidato pode fazer. Pelo menos, [o lixo da campanha] vai ter um destino mais nobre”.
      Levando em conta que cada candidato consumiu, em média, entre 200 quilos e 250 quilos de material, somente os 1.643 candidatos que concorreram ao cargo de deputado estadual no Rio, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), geraram 410,75 toneladas.
      O resíduo será utilizado nos programas da ONG Nascente Pequena para a geração de uma linha de bolsas, entre outras peças, no curso profissional em máquinas industriais. O pólo de costura da ONG fica situado no centro de Guapimirim e na localidade de Citrolândia. Ali funcionam oficinas interativas que aproveitam retalhos para a confecção de bolsas, almofadas, cortinas, colchas e edredons, visando à geração de trabalho e renda para a comunidade carente local.
      Responsável pela criação do projeto Replantando Vida, de reflorestamento de matas ciliares e da Mata Atlântica no estado, com o apoio da Cedae, o sanitarista comemorou meio milhão de árvores plantadas.
      O projeto utiliza mão de obra de presidiários em regime semiaberto. “Eles saem do presídio, trabalham conosco durante o dia e voltam à noite. Com isso, a gente está reflorestando margens de rios. É um trabalho muito bacana”. No Dia da Árvore, comemorado em 21 de setembro, o projeto conseguiu plantar 51 mil mudas em todo o estado. Na mesma data do ano passado, foram plantadas 12 mil mudas.
      A Cedae está realizando o reflorestamento dos principais mananciais da região metropolitana do Rio. Duarte não descartou, entretanto, que o programa venha a se expandir para o interior fluminense, onde existem mananciais a serem preservados. “Só que aí, para o projeto ser replicado, eu dependo de mão de obra do cárcere”, explicou.
      Alcione Duarte disse que o projeto poderia ganhar maior amplitude se o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) passasse a utilizar essa mão de obra. “Já pensou o Inea abraçando essa ideia? Tanta mão de obra ociosa dentro das cadeias”, comentou. Para o sanitarista, esse “é o principal tempero para que de fato aconteça a ressocialização (dos presos). Até porque manter confinado não ressocializa ninguém”. [Info]

      quarta-feira, 6 de outubro de 2010

      Longboard Girls Crew


      Longboard Girls Crew from Juan Rayos on Vimeo.


      Nas ruas de Madrid, belas garotas desfilam com seus skates longboard. Isso mostra que elas também podem usar essa modalidade como esporte, lazer e transporte. Acho vou arrumar um desses pra andar ruas e descer as ladeiras de BH como nos velhos tempos. Quem sabe essa moda não pega por aqui e tiramos mais alguns carros da rua?
      Belo filme, bela fotografia, trilha sonora e principalmente, boa idéia!


      Músicas:
      Go Outside - Cults 
      The Late Great Cassiopia - Essex Green 
      Tremendous Dynamite - Eels




      Colaborou Daniel Quintela.

      Conheça a impressora que pode apagar o que imprime

      E se a sua impressora não utilizasse cartuchos de tinta e de quebra você ainda pudesse reutilizar todos aqueles papéis de rascunho que você jogaria fora? Essa tecnologia inovadora está na Sanwa PrePeat RP-3100, uma impressora que apaga a tinta e permite que os papéis sejam reutilizados.
      A impressora possui um cabeçote térmico e folhas feitas de garrafas PET recicladas. Esses papéis especiais são termoplásticos e podem ser apagados e usados novamente por até mil vezes. Segundo o fabricante, a impressão pode ser apenas em preto e branco.
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      A impressora permite que o papel seja reutilizado por até mil vezes

      A ideia do produto pode ser útil para aqueles que estão acostumados a gastar com novos cartuchos de tinta e possuem pilhas de impressões erradas que acabaram virando rascunho ou indo diretamente para o lixo. O custo inicial da impressora é de cerca de U$ 5 mil e cada folha sai por U$ 3,00.
      Alternativas mais simples e  baratas
      Ainda não existem informações sobre a venda do produto, mas, há de se convir que o preço não é dos mais acessíveis. Se você quer evitar o desperdício quando for imprimir algum documento, mas não tem a Sanwa PrePear RP-3100 em casa, pode utilizar aEcoFont e prestar atenção antes de ativar a impressão. Assim você evita gastos desnecessários de papel e ainda poupa dinheiro comprando mais cartuchos.


      Via EcoD.

      terça-feira, 5 de outubro de 2010

      Conheça a mochila sinalizadora para ciclistas

      Que tal um gadget que te incentiva a andar de bicicleta? Criado por Lee Myung Su, essa mochila é mais um artigo de segurança inventado especialmente para ciclistas. Munida de uma luz LED, o objeto sinaliza as intenções de movimento do ciclista.
      Mesmo que esteja vestindo uma roupa de cores vivas e sempre sinalize com gestos, nem sempre o ciclista é visível em meio ao trânsito, principalmente à noite. A mochila, que foi chamada de SEIL Bag (sendo “SEIL” uma abreviação para “Safe Aproveite Interact Light”) surgiu para ajudar o pessoal que opta pelas magrelas na hora de ir a um compromisso.
      Basta sinalizar no botão que a mochila mostrará qual a direção que o ciclista está tomando


      Na semana do Dia Mundial Sem Carro, que tal um gadget que te incentiva a andar de bicicleta? Criado por Lee Myung Su, essa mochila é mais um artigo de segurança inventado especialmente para ciclistas. Munida de uma luz LED, o objeto sinaliza as intenções de movimento do ciclista.
      Mesmo que esteja vestindo uma roupa de cores vivas e sempre sinalize com gestos, nem sempre o ciclista é visível em meio ao trânsito, principalmente à noite. A mochila, que foi chamada de SEIL Bag (sendo “SEIL” uma abreviação para “Safe Aproveite Interact Light”) surgiu para ajudar o pessoal que opta pelas magrelas na hora de ir a um compromisso.
      Funciona da seguinte forma: o acessório possui luzes LED e um controle sem fio destacável. Este controle pode ser posicionado no mesmo lugar das antigas campainhas e buzinas. Preso junto ao guidão, ele funciona como o pisca – pisca de uma moto. Basta um toque com o dedo para que o motorista indique qual a intenção de manobra com um símbolo que brilha na parte da frente da mochila.
      Lee Myung conta que sua inspiração para a Seil Bag veio das ruas de Seul, a capital da Coréia do Sul. "Ao dar sinal, o ciclista utiliza uma das mãos e isso pode gerar um acidente. Esse produto consegue dar uma maior segurança e um maior controle para os ciclistas", diz em seu site oficial. O gadget é tão interessante que levou o primeiro lugar no concurso Red Dot Design de 2010.
      Não há informações sobre a venda do produto, mas vale a pena confirir abaixo o vídeo de divulgação. 
      SEIL bag by Lee Myung Su design lab from Ben on Vimeo.



      * Via EcoD

      segunda-feira, 4 de outubro de 2010

      Arcade Fire´s lança clipe interativo com imagens da rua onde você morou

      Você coloca o endereço da casa onde passou a infância e ele mescla imagens de lá (via google maps) com as imagens do clipe. O melhor de tudo é ver o lugar que antes não tinha tantos prédios como agora, sendo invadido por árvores interativas que brotam do chão... 
      A prefeitura de Belo Horizonte tinha que ver isso, quem sabe ela anima a plantar mais árvores na cidade (ao invés de cortá-las como tem acontecido pra todo lado na cidade), neutralizando o impacto gerado pela devastação imobiliária que vivemos atualmente na capital?