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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

SEMANA GANDARELA




Boa parte de vocês já devem conhecer a Serra do Gandarela, pelo menos pelo blog pois já postamos sobre ela antes. Para quem não conhece, entre no link do post anterior.

Na luta que o Movimento Gandarela tem levando à frente, pressionando o poder público pela criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela, destacamos que esta será a última oportunidade de criarmos uma unidade de conservação de relevância extrema, conforme já mapeado pelo Ministério do Meio Ambiente, e considerado o caminhar avassalador das atividades mineradoras nesta região de Minas Gerais. Boa parte das áreas mais significativas foram ou já estão condenadas pela expansão de empreendimentos altamente impactantes e com ações irreversíveis sobre o meio ambiente e os geossistemas ferruginosos, áreas mais significativas para a acumulação de água de qualidade nesta região central do Estado.

As áreas que ainda restam não têm o mesmo porte, as extensões contínuas de Mata Atlântica e de Campos Rupestres Ferruginosos, como tem a Serra do Gandarela.

 Ameaçada pela economia exportadora de minérios, a Serra do Gandarela tem hoje como principal adversária a Vale, que anunciou o interesse de fazer o projeto Apolo, guardando debaixo da manga um interesse de exploração realmente muito maior naquela localidade. Nas audiências públicas, os representantes da Vale diziam que o Projeto Apolo degradaria 2% da referida área. Hoje, falam nos gabinetes que querem mais, e que o projeto inicial não daria sustentabilidade econômica à empresa, que já domina quase todo o território da APA Sul da RMBH, e fatura bilhões de dólares trimestrais, ao nivelar o que um dia foi singular ao contexto da paisagem lunar que prevalece por onde a empresa passa.

 Assim, na realidade da atuação desta e outras empresas, uma operação de exploração desta proporção e a céu aberto vai detonando as matas de galeria, expulsando os bichos com suas explosões, e transformando água pura em água cheia de sedimentos de minério.

O Movimento Gandarela defende o inverso dessa perspectiva - propugnando por um desenvolvimento de fato sustentável, que não destrua mas valorize os atributos naturais e culturais situados a poucos kilômetros de Belo Horizonte. Estes atributos serão uma âncora que valorizará nosso potencial turístico e que assegurará aos presentes e às gerações futuras a oportunidade de conhecer e desfrutar de uma área, com traços e elementos preservados de muitos milhões de anos.

Para divulgar a Serra do Gandarela e a necessidade de protegê-la de forma eficaz, a sociedade deve ser conclamada a participar da sua defesa, e da promoção dela como lugar vital para o turismo, a educação ambiental, a preservação de processos naturais de filtragem e acumulação de águas subterrâneas que alimentam os córregos que proporcionam à coletividade cachoeiras belíssimas e que são uma característica marcante de uma região como a nossa.

Nos dias 16 a 20 de novembro de 2011 (quarta a domingo próximos) acontecerá a Semana Gandarela em Belo Horizonte, Caeté, Rio Acima e Raposos, alguns dos principais municípios que se beneficiarão da Serra do Gandarela preservada na bacia do Rio das Velhas.

No momento, temos a oportunidade de condenar a região ao mesmo cenário a que outras foram relegadas, ou de salvá-la com a criação do Parque Nacional, já formulado em proposta técnica do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio - confira em http://aguasdogandarela.ning.com/page/icmbio-proposta-do-parque).

Cabe a cada um de nós o dever de defendê-la e vencer o gigante que quer consumí-la. A Serra do Gandarela é afinal uma dádiva que temos para o turismo e o lazer, como pelo principal manancial aquífero de águas de qualidade na Região Metropolitana de BH e a segunda maior área contínua de Mata Atlântica (só inferior, em tamanho, ao Parque Estadual do Rio Doce) e as maiores de campos rupestres  ferruginosos de Minas Gerais.

As atrações da Semana Gandarela serão compostas por atividades artísticas e culturais, debates e palestras, educação ambiental, projeção de filmes e documentários e dois atos finais - de visita ao belo Ribeirão da Prata, no sábado, e de abraço da Serra do Gandarela no domingo que vem. 
www.aguasdogandarela.org. Aproveite para saber mais sobre a Serra, entender o caso e sua importância, a proposta do Parque e assinar a petição para a criação do Parque.



Postado por Danilo Siqueira - Sucupira em 14/11/2011. Colaborou Gustavo Gazinelli

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Desmatamento na Amazônia tem alta de 55% em setembro, aponta Inpe




A Amazônia perdeu uma área de 253,8 quilômetros quadrados (km2) de floresta em setembro, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgados nesta segunda-feira, 31 de outubro. Houve aumento de 55% da área devastada em relação a agosto, quando foram contabilizados 164 km2 de derrubadas. Já em relação a setembro de 2010 (448 km2) foi registrada queda de 43% no desmate.
Em setembro deste ano, Mato Grosso foi o estado que mais registrou desmatamentos (110 km2). Em seguida está Rondônia, com 49,88 km2 e em terceiro, o Pará, com 46,94 km2. O menor registro de desmatamento foi no Tocantins, com 2,24 km2, e no Amapá, não foi detectado desmate. Segundo o Inpe, apenas 5% da região não foi monitorada por causa das nuvens.
Fazem parte da região da Amazônia Legal os estados do Acre, Amapá, Amazonas, de Mato Grosso, do Pará, de Rondônia, Roraima e do Tocantins, além de parte do estado do Maranhão


Via Redação EcoD | Foto: Presidente do Ibama, Curt Trennepohl, e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciam em entrevista coletiva dados do Deter sobre o desmatamento na Amazônia Legal do mês de setembro/ Wilson Dias/ABr

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Facebook on the rocks. Novo datacenter será gelado por natureza



Qual o local mais social e pintado de azul e branco na internet? Sim, o Facebook! E qual é um dos locais menos sociais, mas também decorado com essas cores? Sim, o Ártico! E o que isso tem a ver? Simples, a rede social mais famosa do mundo vai construir seu novo data center lá no gelo para dispensar o uso de ar condicionado.
O local exato da construção fica no norte da Suécia e será o primeiro data center do Facebook fora dos EUA. Além de não gastar com condicionadores de ar, a energia é limpa e será produzida no rio Luleå, o que é ótimo já que nos EUA a geração de energia é principalmente através da queima de carvão.
A obra ficou orçada em cerca de R$280 milhões, o que não deve ser tão caro para eles, principalmente ao calcular a economia na conta de luz, além de ganharem uns pontinhos com o meio ambiente. Se a moda pega, já pensou o Ártico sendo infestado por super data centers?

Via Gizmodo | Imagem: Casper Voogt/Shutterstock

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Designer cria máquina de exercícios que transforma movimento em eletricidade




Imagine poder queimar calorias e ainda ajudar a produzir eletricidade para sua cidade? Essa é a intenção do Green Wheel – conceito do designer Nadim Inaty. O projeto consiste em uma máquina de exercícios, semelhante a uma esteira elétrica, que converte a energia cinética produzida pelos corredores em eletricidade.
De acordo com Inaty, que teve seu projeto selecionado para Creative Diary (concurso que oferece bolsas de estudo para o prestigiado Istituto Europeo di Design), há uma enorme falta de conhecimento na sociedade sobre a quantidade de energia que consumimos e o que é necessário para produzi-la. “Temos uma necessidade urgente de educar o cidadão sobre as possibilidades de fontes de energia mais sustentáveis”, diz.

Ainda segundo o autor do projeto, o Green Wheel poderá ser instalado em áreas públicas e as pessoas poderão ser incentivadas a doar seu momento de exercício por uma causa nobre. Diversas máquinas estarão conectadas a uma central de armazenamento, que irá fornecer a energia gerada para a iluminação pública e semáforos da cidade.
Segundo Inaty, cada 30 minutos de corrida no Green Wheel poderá gerar 120 Watts de energia – o suficiente para manter uma lâmpada fluorescente acesa por cinco horas, carregar 12 vezes um celular, ligar um notebook por duas horas e um desktop por uma hora.

Mais do que apenas produzir energia, o designer conta que pretende fazer do projeto “uma campanha de conscientização permanente e uma ferramenta de marketing para uma forma de pensar verde sobre a nossa abordagem para uma cidade sustentável”.


Via EcoD | Imagens: Divulgação

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Bike com motor que armazena a energia gerada pelas próprias pedaladas e freadas do ciclista


abe aquele farol com dínamo, que funciona com a energia gerada pelo movimento da catraca? Pois é. Imagine uma bicicleta inteira movida com um sistema parecido.
Isto é o que promete The Copenhagen Wheel – a roda de Copenhagen (capital da Dinamarca) -, um projeto desenvolvido por um time de designers e engenheiros de várias nacionalidades.
A invenção consiste em um dispositivo colocado na roda traseira com um motor acoplado a baterias recarregáveis que utilizam a própria energia cinética gerada pelos pedais e freios para mover a bicicleta, ajudando o ciclista a superar subidas e trajetos difíceis.
Além disso, ele possui um computador que ajuda a calcular distâncias, traçar melhores rotas e programar rotinas de treinos, entre outras funcionalidades.
Uma solução limpa e prática para a locomoção de pessoas mais velhas, sem muito preparo físico ou que tenham  qualquer dificuldade para encarar morros ou longas distâncias em trajetos urbanos.

A dúvida que fica é se essa tecnologia pode mesmo chegar ao mercado ou se vai ser apenas mais uma boa ideia desperdiçada como tantas outras que a gente sempre vê por aí.
Para dar uma pontinha de esperança, é bom ver que um dos antigos participantes desse mesmo concurso, em 2007, foi a bicicleta dobrável da Puma, que hoje é produzida em escala industrial e comercializada em muitas lojas da empresa.
É fato que o conceito de bicicleta dobrável é bem mais antigo, mas também é velha a ideia das bicicletas motorizadas, e como a tendência atual é cada vez mais investir na produção de energia limpa, é possível que a gente veja sim a Copenhagen Wheel ou algo parecido no mercado em breve.

Parques em Dubai serão iluminados por meio de energia solar




“Todas as luzes em nossos parques serão solares. Nós já começamos a implementá-las e, gradualmente, irá abranger todos os parques”, comentou o diretor-geral do Município de Dubai, Hussain Nasser Lootah, ao se referir ao parque na zona de Al Sofouh, construído em uma área de 1,55 hectares – o primeiro a utilizar sistemas de iluminação solar.
Em entrevista ao site Gulf News, Lootah afirmou que as cidades do século 21 devem evoluir para centros de progresso, que servem como forças para o avanço nacional e global.
O diretor-geral frisou que, para alcançar as metas será necessária a colaboração de indivíduos, empresas e todos os níveis do governo. “Os líderes do futuro têm a responsabilidade de fazer essa transição acontecer”, destacou.

Plano estratégico
O Plano Estratégico do Município, que será utilizado em Dubai, tem como objetivo aumentar a área verde per capita da cidade para 23,4m2, além de alargar a proporção de terras cultivadas em áreas urbanas públicas para 3,15% até o final de 2011.
Segundo Lootah, Dubai é uma das cidades mais bonitas e que está passando por um grande desenvolvimento. “Isso tem dado uma boa qualidade de vida, mas houve efeitos colaterais deste desenvolvimento, como o aumento da produção per capita de lixo, o alto consumo de gasolina e alto consumo de eletricidade”, completou.
Uma das propostas do município é converter todos os carros oficiais de gasolina para gás.
Com informações da CicloVivo.


 Via EcoD | Imagem: P Donovan

sábado, 8 de outubro de 2011

Caixa Econômica Federal vai financiar carros “mais verdes”




Ainda não é a isenção de impostos nos veículos elétricos e hibridos que tanto gostaríamos, mas a Caixa acaba de lançar uma linha especial de crédito para quem comprar veículos que sejam menos poluentes e consumam menos para andar mais.

Crédito Auto Ecoeficiente vai servir para veículos novos, que sejam considerados ecoeficientes. Para caracterizar um veículo dessa forma é preciso ter um índice baixo de emissão de poluentes no programa Nota Verde, do Ibama. Para esses veículos, a taxa de juros será a partir de 1,39% ao mês.
Em nota, o banco azul diz que “Com a oferta de condições especiais para essa linha de crédito, a Caixa pretende incentivar a comercialização de veículos ecoeficientes, e a utilização de tecnologias limpas pelas montadoras. O resultado final é colaborar para a redução da emissão de gases de efeito estufa”.
O programa Nota Verde classifica vários carros numa escala de uma a cinco estrelas. Quanto mais estrelas, menos poluente o carro é e menos ele deve pagar no financiamento. A Caixa informa que existem vários carros ecoeficientes das grandes montadoras, com motores de 1.0 a 2.0 e outros com motorização diferenciada. Tudo para o cliente escolher o que menos polui que fica melhor pra ele.


Via Info | Imagem: Divulgação

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Vai de bike? Use uma máscara




Olha o pessoal aí da foto, todo feliz indo trabalhar de bicicleta. Tudo fica mais ecológico, mais limpo… Tudo, menos os seus pulmões, por conta do carbono negro que polui o ar.
Isso é o que diz um estudo feito na cidade de Londres que observou que, mesmo os ciclistas ficando menos tempo na rua do que quem vai a pé, respira mais carbono negro – aquele carbono puro feito na combustão incompleta de combustíveis fosseis. Para ser mais exato, quem vai de bicicleta inala até 2,3 vezes mais carbono negro do que quem vai andando.
Mas se os ciclistas vão mais rápido, o que os faz inalar mais carbono? A própria velocidade, pois para correr mais o corpo precisa de mais ar e, com isso, vem mais carbono negro pelas bicicletas que andam na rua, mais próximas dos escapamentos do que os pedestres na calçada.
Então fica a dica: se for andar de bicicleta por entre os carros, tente usar uma máscara para sofrer menos com a poluição.

Via Gizmodo | Imagem: Flickr/alex2go




segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ARCA AMASERRA: A SERRA DA CALÇADA NUMA IMAGEM DANTESCA




Heróis da Serra da Calçada














A Serra da Calçada numa imagem dantesca, o fogo circulando com altas labaredas, ameaçando casas, queimando tudo impiedosamente. Não sobrou  nada. Os rios incrustados numa visão lunar, tudo preto, nenhuma planta, nenhum animal.  Cobras esturricadas.
Uma cena triste. O supervisor geral da brigada da Copasa, homem de fibra se comove. Um pássaro desesperado ao ver seus filhotes nas chamas, lança-se para salvá-los e sacrifica a própria vida. Animais são capazes desses atos tão humanos. Estamos transformando nossa amada terra num deserto. 
Enquanto alguns continuam adormecidos em seus pequenos mundos, o fogo queima o entorno, montanhas são despedaçadas para suprir mais consumo.  E o que fica disso tudo. Dinheiro? Para comprar o quê,  se acabar a água?  Será que as pessoas não percebem que este lugar tem inúmeras riquezas, não somente debaixo do solo?
O que é preciso para que isso pare???????!!!
Como evitar que pegue fogo? Pois o lixo espalhado causa incêndio, guimbas de cigarro, fogos de artíficio,  e há o fogo criminoso. O aquecimento global, o desequilíbrio causado pela nossa  ignorância.
Gente. Parem de consumir tanto, reciclem seu lixo, ajudem em ações de preservação. Acordem. Olhem em torno de si. Há muito mais do que a novela da globo,  o Faustão, o churrasco, as festas. Há muito mais em torno e dentro de si. Há vida!!  Vida nas montanhas, nas árvores, nas flores, nos pássaros, em cada inseto, nos microorganismos. Até mesmo no fogo devorador que nos sacode de nossa insensatez. Há vida a ser vivida. Viva -a com consciência!!

Evelyn Zajdenwerg

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Filipinos criam lâmpadas feitas com garrafas PET


Poucas casas tem acesso a energia no país e onde a energia chega ela é cara (uma das mais cara da Ásia), então os Filipinos precisaram usar a criatividade para conseguir iluminar suas casas com poucos recursos e gastando menos ainda. Pensando assim os moradores conseguiram criar o que a gente vê alí na foto.
Pegue um pedaço de metal, que também pode ser alumínio, e faça um furo no meio. Depois você coloca uma garrafa PET cheia de água encaixada no furo e pronto, está feito uma invenção que vem tirando famílias filipinas do escuro: a lâmpada PET.
Funciona assim: As garrafas presas no suporte de metal são colocadas em furos no telhado da casa. Dessa forma a luz do sol reflete na água da garrafa e no metal, iluminando a casa com efeito equivalente a uma lâmpada de 50 ou 60 watts.
Ainda vai faltar luz a noite, mas a ideia pode ser copiada por aqui, ao menos onde a energia não chegou.

Via G1 | Imagem: BBC



terça-feira, 20 de setembro de 2011

Satélites registram o menor nível de gelo no ártico em 30 anos




O Centro Nacional de Dados da Neve e Gelo, NSIDC, revelou um estudo preliminar de novas imagens registradas por satélites que apontam o nível mais baixo do gelo ártico desde que começou a ser medido, em 1979.
Desde então, apenas em 2007 o degelo chegou num limite tão alarmante, que pode ser atingido e ultrapassado neste ano. A medição do dia 9 diz que o gelo está cobrindo apenas 4,33 milhões de quilômetros quadrados.
Segundo os cientistas, o gelo no oceano Ártico fica menor a cada mês.  Durante o verão do hemisfério norte, porém,  a velocidade é reduzida por conta da redução no aquecimento global, dizem os pesquisadores.
Em outubro o NSIDC irá divulgar um relatório completo sobre o degelo e suas possíveis causas.

Via Folha | Imagem: Flickr/stephenuk

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Novo plástico é composto por escamas de peixe



Existe muita coisa de plástico no mundo e esse é um grande problema, já que boa parte do material é feita exclusivamente de petróleo. Agora começam a aparecer alternativas verdes para a produção desse material usado em quase tudo. O projeto mais recente, criado por Erik de Laurens, quer fazer plástico utilizando escamas de peixe que sobram dos pescados.
O projeto “The Fish Feast” (algo como a festa dos peixes) foi criado pelo designer para a conclusão do seu curso no Royal College of Art, em Londres.
Laurens diz que sempre sentiu alegria ao ver o mar e daí partiu a ideia de criar algo novo com matéria prima vinda das águas salgadas. Para transformar escama em plástico ele utiliza apenas calor, pressão e corante. O resultado você pode ver aí nas imagens ou no site dele.
O projeto procura investidores para poder sair do conceito e chegar ao consumidor.

The Fish Feast, Erik de Laures via Info | Imagens: Divulgação

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Água será o problema mais sério da próxima década, diz conselheiro britânico


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRoUPh3ijGNDwUYTR6y_35TTK0dvElqbulOIsgVKzKl-2L0snOLE7nB-HuGZVjD7lBBu1JmdmBjGZjRlF2Y6jx51rTdmV3_I0vQEEiMiLUL0_dCmFTj6sSCETKzor6pg68O_kf9sGI2Kua/s400/MonicaPlanetaAguaFalta.JPG



A falta de água pode se tornar o problema mais sério da próxima década, atrelada ao crescimento mundial da população, alertou o principal conselheiro científico do governo britânico, John Beddington.

As mudanças climáticas vão levar a mais secas e inundações, o que acarretaria problemas com o suplemento de água fresca. “Crescimento populacional, aumento da riqueza e da urbanização, e mudanças climáticas, tudo representa grandes problemas para a humanidade”, disse Beddington durante encontro global sobre clima e energias alternativas. “Mas a disponibilidade de água fresca será o primeiro problema a ser solucionado”, completou.
A população mundial de aproximadamente 6,6 bilhões de pessoas deve aumentar 2,5 bilhões até 2050. Segundo um estudo das Nações Unidas, em regiões da África, um contingente formado por 90 milhões a 220 milhões de pessoas enfrentarão problemas de suprimento de água já em 2020.
Segundo o conselheiro, cada país deveria focar em seus recursos naturais e de produção, além de tecnologias com baixas emissões de carbono, que, no caso do Reino Unido, envolvem a energia eólica e a nuclear. “Está bem claro que essas tecnologias serão importantes”, disse.
Sobre o recente anúncio do governo de cortar o orçamento para pesquisas científicas – o protesto público mais recente reuniu cerca de 2.000 pessoas no último domingo -, Beddington disse que preferiria ver um corte zero a qualquer mudança. (Fonte: Folha.com)
aprovveite e veja também isso: www.aguasdogandarela.org

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Uma bicicleta bem leve e prática pode facilitar a sua vida




Andar de bike é ótimo, mas as vezes você precisa caminhar e/ou depender de outro transporte. Ruim é quando você ainda está com a bike e precisa facilitar seu transporte. Alguns suportes pra carro até dão conta, mas não são práticos. Já existem aí no mercado algumas bicicletas dobráveis, mas elas nem sempre são “normais” quando montadas. Então a Regatta mostrou essa bike aí em cima que pesa 16 quilos e suporta até 105 quilos!

Ela fica assim quando está desmontada. Aí fica mais fácil pra você andar no metrô, no ônibus e até no porta-malas de um carro pequeno. O que não é tão pequeno é o preço: varia entre R$1 mil e R$1,4 mil.

Regatta via Nosso Mundo Sustentável | Imagem: Divulgação


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Leve o canto de aves no seu bolso



Todo mundo sabe como é bom ouvir os cantos desses belos animais alados. Mas isso pode ficar até melhor quando você baixar um app que vai fazer o passarinho do twitter ser esquecido diante de tantos belos pássaros que vão migrar para seu iPhone!
Se você é fã desses animais e tem um dispositivo com iOS é fácil ouvir o som de várias aves sempre que quiser, basta baixar o app “Aves do Brasil”. Com ele você pode saber mais sobre 345 aves, por enquanto só da Mata Atlântica – na versão paga, que sai por 6,99 dólares, ou a versão gratuita tem apenas 30 aves. Vale dizer que parte da renda vai para o WWF.
Para baixar pro seu iPhone basta clicar: Paga ou grátis.

 Via Exame | Imagem: Divulgação

sábado, 3 de setembro de 2011

Greenpeace quer baleias namorando em paz



Abrolhos, na Bahia, é o paraíso da reprodução das grandes baleias-jubartes mas algo de ruim pode acontecer: tem petróleo lá e a exploração não fará bem ao tranquilo mar de amor dos nossos gigantes. O Greenpeace, como todo mundo que gosta dos animais, não quer isso e protestou no Rio de Janeiro.
Foi na última terça-feira, no shopping Rio Sul, na zona sul da capital fluminense, que os ativistas se vestiram como baleias e jogaram tinta preta misturada a água (para causar o efeito de petróleo). Cartazes diziam “Perenco, deixe as baleias namorarem”, pedindo que a empresa não faça campos de exploração no paraíso baiano.
A Perenco é dona de blocos de óleo em Abrolhos, mas lá também fica o Parque Nacional Marinho de Abrolhos. E agora, o país quer ser visto como uma potência petroleira que não liga pra nada, ou quer defender os direitos dos animais? Tenho medo dessa resposta.

Via Folha | Imagem: Marcelo Sayão/Efe (Clique aqui para ver mais imagens do protesto)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Estudo diz que variações climáticas aumentam risco de guerras civis




“Ruínas da Guerra”, em Angola, um dos países identificados como de forte conexão entre o El Niño e a violência
Um estudo publicado na revista “Nature” afirma que variações do clima, como El Niño e La Niña, influenciam diretamente os conflitos que acontecem na região. Onde mais chove, segundo o estudo, mais existe a possibilidade de guerra civil.
O estudo diz que os países com mais tempestades, os tropicais atingidos pelo El Niño, tem duas vezes mais chances de um conflito interno do que os mais úmidos e menos quentes – que são atingidos pelo La Niña.
“O estudo mostra inegavelmente que, mesmo no nosso mundo moderno, as variações climáticas têm impacto sobre a propensão das pessoas à violência”, diz Mark Cane, pesquisador do clima do Observatório da Terra Lamont-Doherty, da Universidade de Columbia, Nova York.
Mas calma, não é só por estar mais molhado que os guerrilheiros se irritam mais: Solomom Hsiang, o principal pesquisador do estudo, diz que o El Niño é um fator invisível. Por conta dele as colheitas são perdidas e as comunidades ficam famintas e mais debilitadas, com alto risco de contrair doenças. Fora o desemprego que pode aumentar junto com desigualdades. Tudo isso pode virar discórdia e desentendimento e isso gera a guerra civil.

Via Folha | Imagem: Flickr/Vale0182

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Quadros de papelão




Com um pouco de cola (não tóxica), um estilete e muitas caixas de papelão para reciclar o que seria possível fazer? Para o artista de Cleveland, Mark Langan, a resposta é fácil: Quadros!



Você pode ver mais trabalhos deste artista americano 
conferindo no site oficial, basta clicar aqui.

       Via Coletivo Verde | Imagens: Mark Langan

sábado, 27 de agosto de 2011

Novo telhado do Museu de Londres será mais verde que muitas praças




Pra quem acha que museu só tem coisa velha, o Museu de Londres vai instalar na sua cobertura um telhado verde para mostrar como isso pode ajudar em casas e edifícios. 
Será montado um espaço aberto ao público com flores selvagens, madeira, cercas viva e, claro, reaproveitando materiais. Lá o visitante poderá sentir o clima agradável proporcionado por uma cobertura desse tipo.
Além do telhado verde ser muito bonito, também ajuda a diminuir a temperatura dos andares inferiores a ele em até 3ºC. A vegetação também absorve a maior parte da chuva, então problemas com bocas de lobo transbordando serão reduzidos.
Deveria existir alguma lei obrigado prédios públicos a terem medidas ecológicas tão bacanas quanto essa.

Via Info | Imagem: Matt From London/Flickr
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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Shell tem problemas para conter vazamento de petróleo




O Mar do Norte está passando pelo maior vazamento de óleo em 10 anos. Tudo por conta de uma falha em uma plataforma da Shell. Agora, a empresa que já mostrou incompetência por deixar o erro acontecer, admite que tem “dificuldades” para conter o vazamento.
Desde a semana passada já foram 218 toneladas de petróleo jogadas no mar, a 180 quilômetros de Aberdeen (Escócia). Na terça a Shell tinha afirmado que o vazamento nunca chegaria à costa. Um dia depois, seu diretor técnico, Glen Cayley, confirmou que há toneladas de petróleo no interior do duto.
Ele afirmou em entrevista para a “PA” que está muito difícil deter o vazamento por conta do duto ficar embaixo de uma área de acesso complicado por uma vasta vegetação marinha. E avisou que “Até que se tenha eliminado totalmente o vazamento e a brecha seja fechada, existem riscos”.
Riscos que não foram pensado antes de fazer um duto em baixo da vegetação marinha, Senhor Glen? O triste é imaginar que a multa – se houver – será pífia.