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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Carnaval Sustentável


Carnaval consciente

O INSTITUTO AKATU ELABOROU UMA LISTA MUITO BACANA COM DICAS PARA QUE A FOLIA DE CARNAVAL SEJA BOA PARA VOCÊ, PRA QUEM NÃO GOSTA DA FESTA E, TAMBÉM, PARA O PLANETA

Por Instituto Akatu - 01/2008


O carnaval é um período de muita alegria e diversão, mas também de consumo exagerado. O feriado, as viagens e as festas acabam representando um gasto maior de combustível, de eletricidade, de fantasias e, é claro, de bebidas.
Na quarta-feira de cinzas, tudo isso deixa muito mais que saudades, deixa um monte de resíduos e uma conta ambiental alta a ser paga pelo planeta. Por isso, o Insituto Akatu para o Consumo Consciente elaborou 10 dicas para você curtir o carnaval sem descuidar da consciência ambiental e social.

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1. Produza menos lixoPara você ter uma idéia de como o carnaval produz lixo adicional ao usual, só na cidade de Salvador são recolhidas 1.500 toneladas a mais de lixo nos dias 6 dias de festas. Isto gera um alto custo extra de coleta para as prefeituras, pago com recursos públicos que poderiam ser investidos, por exemplo, para maior segurança no próximo carnaval.
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2. Jogue o lixo no lixoNo carnaval, o lixo acumulado nas ruas entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Portanto, no carnaval, mais do que nunca, jogue o lixo exclusivamente no lixo.
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3. Reutilize as fantasiasAs fantasias de carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Portanto, para evitar o desperdício, nada melhor do que reutilizá-las, trocá-las com amigos, reciclá-las.
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4. Cuidado com os excessosO consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes e pelos altos níveis de violência no carnaval. Não passe da conta neste carnaval, consuma bebidas e alimentos com moderação, protegendo a sua saúde e a integridade física de todos.
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5. Seja um turista conscienteSe você for viajar no carnaval, procure minimizar os impactos ambientais de sua viagem, respeite os costumes dos lugares visitados, prestigie a cultura e a economia locais.
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6. Gaste menos combustívelPrefira transportes com menor consumo de combustível fóssil, o principal responsável pelo aquecimento global. Entre o avião e o carro, prefira o carro. Entre o carro e o ônibus, fique com o último. E aproveite os dias livres para andar de bicicleta e a pé.
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7. Tire os equipamentos da tomadaAntes de viajar, não se esqueça de tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como TV, DVD, microondas e carregador de bateria. O modo "stand-by", que fica acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada, é responsável por até 25% da energia consumida por esses equipamentos.
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8. Não desperdice águaO carnaval é a época em que muitas cidades, em especial as turísticas, enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do aumento excessivo de consumo. Portanto, se você já é um consumidor consciente de água, redobre os cuidados no carnaval. Evite as brincadeiras que implicam em desperdício, tome banhos mais curtos, desligue o chuveiro na hora de se ensaboar.
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9. Aproveite a cidade vaziaSe sua cidade não for destino de foliões, e se você não for viajar, aproveite a tranqüilidade e o tempo livre em atividades que não custam dinheiro e não consomem recursos naturais: caminhadas, visitas a parques, museus e centros culturais, maior convívio com a família.
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10 . Divulgue o consumo conscienteDurante o carnaval, se você presenciar casos de desrespeito aos preceitos que orientam essas dicas do Akatu, não hesite em orientar as pessoas. Sempre que tiver oportunidade, divulgue os princípios do consumo consciente. Contribua para que o carnaval seja cada vez mais uma época de alegria e paz e não de violência e ameaça ao equilíbrio do planeta.



terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Os alimentos transgênicos devem ser liberados?

SAÚDE


DEBATE

Os alimentos transgênicos devem ser liberados?

A polêmica que gira em torno dos Organismos Geneticamente Modificados (OGM) existe há anos. A maior discussão se concentra nos alimentos transgênicos: frutas e legumes que foram modificados em laboratório e carregam um gene que não lhes pertence. Eles devem ser liberados?


SIM
Plantações geneticamente modificadas podem criar resistências a, por exemplo, pragas e geada. Assim, a perda de alimentos seria menor, beneficiando a economia. Se as lavouras têm produção estável e em maior escala, os transgênicos poderiam até ser uma arma no combate à fome, segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação)

Os alimentos geneticamente modificados são capazes de ajudar a fortalecer as defesas do organismo. Para isso, produtos como iogurtes podem ser fabricados com genes específicos, que têm comprovadamente a capacidade de estimular o nosso sistema imunológico assim que são ingeridos. Dessa forma, o risco de doenças pode ser reduzido

Algumas plantas modificadas podem ser utilizadas na fabricação de vacinas. Pesquisa da Universidade de Brasília mostrou que a alface transgênica pode ser usada na criação da vacina contra a dengue. A fórmula transgênica é muito mais barata do que a convencional e é aplicada no paciente via oral ou nasal - boa notícia para quem tem medo de agulha

Os transgênicos podem garantir uma nutrição muito melhor para aqueles que os consomem. É o caso do "arroz dourado", criado na Ásia em 1999: o grão geneticamente modificado passou a produzir vitamina A, um nutriente importante que é encontrado em algumas frutas, verduras, fígado e óleo de fígado de bacalhau - alimentos de que poucos gostam

NÃO
Ãs alimentos transgênicos podem ter efeito contrário ao previsto pelos seus criadores. Por serem resistentes a pragas e doenças, há o risco de fortalecerem essas ameaças. Um fungo que se alimenta de plantas modificadas, por consequência, pode se tornar imune ao pesticida - o que levaria a um uso ainda maior de veneno, provocando reação em cadeia e danos ambientais

Alguns órgãos de proteção ao meio ambiente, como o Greenpeace, são fortemente contrários aos transgênicos. A ONG afirma que os testes realizados antes de sua plantação não foram rigorosos o suficiente para se ter certeza de que são seguros. E podem ocasionar a perda de biodiversidade por causa da contaminação de sementes naturais por outras modificadas

Com o consumo dos transgênicos, há um grande aumento nos casos de alergia. Não existe aviso algum nas embalagens dos produtos e o sujeito pode levar para casa um alimento geneticamente modificado sem saber. Assim, se uma pessoa tem intolerância a batatas e come uma alface modificada, sem saber que há, por exemplo, gene de batata nela, terá uma reação

Algumas plantas foram geneticamente modificadas para serem utilizadas na área de saúde (na produção de vacinas, por exemplo). Porém há o risco de a natureza agir: o pólen dessas plantas pode "cruzar" com frutas e verduras dedicadas ao consumo. Desse modo, produtos que seriam usados apenas para alimentação podem ser contaminados por elementos químicos

FONTES Sites UOL, Folha, Veja, G1, Greenpeace, FAO e planalto.gov.br



segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Ano de 2012 será um dos 10 mais quentes da história, preveem meteorologistas



 ano deve ser mais quente que 2011
Este ano deverá ser mais quente que 2011, mas menos efervescente que 2010, segundo as estimativas/Foto: Tambako the Jaguar

O ano de 2012 pode ser um dos dez mais quentes desde 1850, com temperaturas globais quase 0,5 grau Celsius mais elevadas que a média registrada no período 1961-1990, segundo o Met Office, o Departamento de Meteorologia do Reino Unido. A instituição e a Universidade de East Anglia divulgaram em dezembro dados preliminares mostrando que 2011 foi o 11º ano mais quente já registrado, 0,36 grau Celsius acima da média de longo prazo aferida entre as décadas de 1960 e 1990, que foi de 14 graus.
Os meteorologistas previram que, em 2012, o desvio acima da média será de 0,48 grau, com uma margem de erro de 0,14 grau para mais ou menos.
"Em 2011, vimos um fortíssimo La Niña [fenômeno climático caracterizado pelo resfriamento das águas no Pacífico equatorial], que pode resfriar temporariamente as temperaturas globais", observaram as instituições.
"O La Niña voltou, e embora não seja tão forte quanto no começo do ano passado, ainda assim deve influenciar as temperaturas, e esperamos que 2012 seja ligeiramente mais quente do que em 2011, mas não tão quente quanto 2010", projetou à Reuters Adam Scaife, chefe do departamento do Met Office que realiza previsões de longo prazo.
O Met Office ressaltou que suas cifras relativas a 2011 foram parecidas com as publicadas pela OMM (Organização Meteorológica Mundial), que estimou a temperatura do ano passado em 0,41º grau acima do normal.
A OMM considera que 2010 foi o ano mais quente já registrado. A organização também indicou que todos os 12 anos mais quentes da história ocorreram entre 1998 e 2011. As estimativas da OMM se baseiam em dados do Met Office, do Centro Nacional de Dados Climáticos dos Estados Unidos e do Instituto Goddard de Estudos Espaciais, da Nasa.

Via EcoD

domingo, 8 de janeiro de 2012

Um feliz e florido 2012 a todos


Reproduzimos abaixo esse belo texto da amiga Alice Okawara que são nossos votos para todos os leitores do Blog da Sucupira. Obrigado por nos acompanhar!


Alemanha quer ter energia limpa equivalente a 14 vezes Belo Monte

Governo alemão vai substituir energia atômica pela solar e de biomassa. Cidadãos podem vender energia produzida nas residências.


A decisão do governo da Alemanha de encerrar a geração de energia proveniente de usinas nucleares e diminuir a quantidade de complexos movidos a carvão, responsáveis por altas emissões de carbono, vai aumentar o emprego das energias renováveis no país, como a solar, eólica e biomassa, que saltarão dos atuais 16% de toda a matriz energética para 80% até 2050, segundo o plano oficial. A potência instalada de fontes renováveis deverá chegar a 163,3 GW.
É como se em quatro décadas a Alemanha construísse o equivalente a mais de 14 usinas com a mesma potência da de Belo Monte, que terá capacidade para produzir 11,2 GWh de energia no Rio Xingu, no Pará.
Entretanto, a falta de espaço territorial na nação mais desenvolvida da Europa (cabem quase 24 Alemanhas dentro do território do Brasil) não permite tal feito e incentiva a criatividade e o desenvolvimento tecnológico.
O assunto se tornou uma das principais bandeiras do país desde o final de maio, quando o governo de Angela Merkel anunciou o encerramento gradativo das atividades de 17 usinas nucleares até 2022. O tema já era discutido há pelo menos uma década, mas a decisão a respeito foi acelerada após o acidente nuclear ocorrido em Fukushima, no Japão.
Com isso, nos próximos anos, a tecnologia nuclear deixará de produzir 23% da energia elétrica utilizada para abastecimento da indústria e das moradias dos seus 81,7 milhões de habitantes.
energias (Foto: Eduardo Carvalho/Globo Natureza)À esquerda, exemplos de turbinas de energia eólica que funcionam em regiões da Alemanha; à direita, casas sustentáveis que são abastecidas com luz solar em bairro de Freiburg. Plano da Alemanha é aumentar para 80% da matriz energética até 2050 o uso de tecnologias limpas (Foto: Eduardo Carvalho/Globo Natureza)
Iniciativa
Para substituir a perda, o governo criou um plano determinando que 80% da matriz energética do país seja abastecida por meios renováveis até 2050 e, ao mesmo tempo, criou regras para a reduzir o consumo do país com a aplicação de melhorias na eficiência energética.
Tais tecnologias, que emitem menos gases causadores do efeito estufa, são recomendadas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), no intuito de reduzir as emissões de carbono proveniente de usinas de carvão.
Segundo dados da Associação Alemã das Indústrias de Água e Energia (BDEW), até 2010 as energias renováveis provenientes do vento, da reutilização de materiais (biomassa), da água e do sol eram responsáveis por 16% da geração de energia elétrica no país.
O aumento deve ocorrer de forma gradativa com a ajuda de regras como a que determina a implantação de placas solares em residências novas para que a luz solar gere 15% do aquecimento interno da casa, além da água quente consumida.
"Estamos abandonando a energia atômica em todo o país, mas estamos implantando um sistema que denominamos de 'tarifa ecológica', que recompensa pessoas que estão consumindo sua própria energia com meios limpos. O excedente alimenta a rede elétrica, sendo descontado do custo que a pessoa teria que pagar pelo consumo ou mesmo recebendo a quantia em dinheiro ao longo dos anos", explica a pesquisadora Ursula Eicker, da Universidade de Ciências Aplicadas de Stuttgart.
  (Foto:  )
Desenvolvimento
O aproveitamento desses recursos tornou-se prioridade para empresas, instituições de pesquisa e governos estaduais, como o de Baden-Württemberg, no sudoeste alemão.
Com uma população de 11 milhões de habitantes e alta concentração de indústrias – abriga as sedes mundiais de companhias como a Daimler (Mercedes-Benz), Porsche, Bosch, entre outras -, 40% da energia que abastece a região provém da matriz nuclear, segundo Theresia Bauer, ministra de Ciência, Pesquisa e Arte de Baden-Württemberg.
Por conta disso, há um movimento de desenvolvimento de novos produtos voltados à melhoria da eficiência energética que serão utilizados no país e, posteriormente, exportados para outras regiões, como o Brasil.
“Queremos ocupar uma posição de liderança neste contexto, desenvolvendo tecnologias em relação à energia eólica, fotovoltaica e biomassa”, disse a ministra.
De acordo com Theresia, instituições de pesquisa instaladas no estado, e que contam com robustos orçamentos anuais que estão em torno de 1 bilhão de euros, trabalham para desenvolver novos materiais para melhorar o aproveitamento da luz solar na geração de luz elétrica ou aquecimento de residências, com o intuito de baratear essa tecnologia, além de pesquisar formas de construção mais leves para imóveis ou veículos e na criação de produtos e técnicas voltadas para a energia eólica e biomassa.
Therezia Bauer (Foto: Eduardo Carvalho/Globo Natureza)Entretanto, a ministra ressalta que estudos voltados para o armazenamento destas energias são os que recebem maior atenção. “Acreditamos que esta é uma questão central para o uso de energias renováveis na produção de energia elétrica, justamente devido à falta de continuidade na geração quando não há raios solares suficientes ou ventos para movimentar as turbinas. Uma grande parte dos investimentos está voltada para esta área”, afirma.

A ministra de Baden-Württemberg,Therezia Bauer  
(Foto: Eduardo
Carvalho/Globo Natureza)




Energia nuclear no Brasil
Os planos da Alemanha de eliminar a energia atômica de seu país também poderiam respingar no Brasil?
A empresa estatal Eletronuclear e a companhia alemã Siemens são responsáveis por construir o complexo nuclear de Angra 3, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, previsto para ser finalizado até 2015 e que custará R$ 6,1 bilhões.
O Ministério de Minas e Energia do Brasil pretende ainda implantar quatro novos complexos atômicos, sendo dois no Nordeste e mais dois no Sudeste.
A obra no litoral fluminense é criticada por ambientalistas brasileiros e alemães, mas, segundo a ministra de Baden-Württemberg, o contrato firmado entre a Siemens e o governo do Brasil será honrado.
“Nossos contratos serão cumpridos. Agora, o que é errado é abandonarmos a energia atômica no nosso país e continuar com sua exportação para outras regiões. Se acreditamos que não é uma tecnologia sustentável, a tendência é que essa exportação não seja continuada”, diz Theresia Bauer.
Ela complementa ainda que os aspectos de segurança e de tratamento de resíduos ainda serão temas pesquisados e discutidos na Alemanha por muito tempo. “Vamos lidar com os aspectos de segurança deste tema por muito tempo, além da situação dos depósitos de resíduos. Essas questões são importantes para a nossa sociedade”, disse.
Via G1

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Empresa cria barco que utiliza água como combustível


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Luxury MIG675/ Foto: Divulgação

A empresa francesa Quimperié criou o novo barco MIG 675, projetado com um gerador de hidrogênio que é o responsável por todo abastecimento elétrico do veículo, o intuito é reduzir a emissão de poluentes e utilização de combustíveis.
A água utilizada para gerar o hidrogênio, que abastece os compartimentos elétricos, também funciona como o combustível utilizado pelo barco que chega a uma velocidade máxima de 113 km/h com um motor de 500 HP.
Essa tecnologia faz com que o veículo seja abastecido conforme for sendo utilizado, além de somente emitir o próprio vapor produzido pela água para a natureza.
Há uma estimativa de que o MIG 675 chegue ao mercado em 2012, custando em torno de US$ 329.000.
veja abaixo o vídeo demonstrativo do novo Luxury MIG 675.


via EcoD


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Projeto de lei em Beirute transforma tetos em jardins

StudioInvisible
Ilustração que simula a aparência da capital com os jardins
São Paulo - A cidade de Beirute, no Líbano, pode ser a primeira no mundo a ter a obrigadoriedade de plantar jardins nos tetos de seus prédios.
A capital, que é uma verdadeira selva de concreto, possui apenas 0,8 metro quadrado de espaço verde por pessoa, bem abaixo da recomendação da Organização Mundial de Saúde, de 12 metros quadrados por pessoa.

Um decreto municipal requisitando que cada construção tenha seu próprio jardim de telhado, algo com algumas árvores e plantas em um espaço físico, seria uma solução imediata e rápida para a questão ambiental da cidade.
Os tetos podem abrigar também plantas que crescem bem na região, como oliveiras, plantas de pimenta e outras que seriam úteis para a população. Os jardins poderiam servir de complemento às compras de alimentos dos moradores, e também ajudariam a limpar o ar da cidade e diminuir a temperatura da sua ilha de calor.     
Arquitetos da região defendem que até os muros da cidade podem ser utilizados para crescimento de áreas verdes. As "paredes vivas" já são mais comuns em Londres, e podem ajudar até a combater a poluição da cidade.


Via Info

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Designer cria máquina de exercícios que transforma movimento em eletricidade




Imagine poder queimar calorias e ainda ajudar a produzir eletricidade para sua cidade? Essa é a intenção do Green Wheel – conceito do designer Nadim Inaty. O projeto consiste em uma máquina de exercícios, semelhante a uma esteira elétrica, que converte a energia cinética produzida pelos corredores em eletricidade.
De acordo com Inaty, que teve seu projeto selecionado para Creative Diary (concurso que oferece bolsas de estudo para o prestigiado Istituto Europeo di Design), há uma enorme falta de conhecimento na sociedade sobre a quantidade de energia que consumimos e o que é necessário para produzi-la. “Temos uma necessidade urgente de educar o cidadão sobre as possibilidades de fontes de energia mais sustentáveis”, diz.

Ainda segundo o autor do projeto, o Green Wheel poderá ser instalado em áreas públicas e as pessoas poderão ser incentivadas a doar seu momento de exercício por uma causa nobre. Diversas máquinas estarão conectadas a uma central de armazenamento, que irá fornecer a energia gerada para a iluminação pública e semáforos da cidade.
Segundo Inaty, cada 30 minutos de corrida no Green Wheel poderá gerar 120 Watts de energia – o suficiente para manter uma lâmpada fluorescente acesa por cinco horas, carregar 12 vezes um celular, ligar um notebook por duas horas e um desktop por uma hora.

Mais do que apenas produzir energia, o designer conta que pretende fazer do projeto “uma campanha de conscientização permanente e uma ferramenta de marketing para uma forma de pensar verde sobre a nossa abordagem para uma cidade sustentável”.


Via EcoD | Imagens: Divulgação

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Bike com motor que armazena a energia gerada pelas próprias pedaladas e freadas do ciclista


abe aquele farol com dínamo, que funciona com a energia gerada pelo movimento da catraca? Pois é. Imagine uma bicicleta inteira movida com um sistema parecido.
Isto é o que promete The Copenhagen Wheel – a roda de Copenhagen (capital da Dinamarca) -, um projeto desenvolvido por um time de designers e engenheiros de várias nacionalidades.
A invenção consiste em um dispositivo colocado na roda traseira com um motor acoplado a baterias recarregáveis que utilizam a própria energia cinética gerada pelos pedais e freios para mover a bicicleta, ajudando o ciclista a superar subidas e trajetos difíceis.
Além disso, ele possui um computador que ajuda a calcular distâncias, traçar melhores rotas e programar rotinas de treinos, entre outras funcionalidades.
Uma solução limpa e prática para a locomoção de pessoas mais velhas, sem muito preparo físico ou que tenham  qualquer dificuldade para encarar morros ou longas distâncias em trajetos urbanos.

A dúvida que fica é se essa tecnologia pode mesmo chegar ao mercado ou se vai ser apenas mais uma boa ideia desperdiçada como tantas outras que a gente sempre vê por aí.
Para dar uma pontinha de esperança, é bom ver que um dos antigos participantes desse mesmo concurso, em 2007, foi a bicicleta dobrável da Puma, que hoje é produzida em escala industrial e comercializada em muitas lojas da empresa.
É fato que o conceito de bicicleta dobrável é bem mais antigo, mas também é velha a ideia das bicicletas motorizadas, e como a tendência atual é cada vez mais investir na produção de energia limpa, é possível que a gente veja sim a Copenhagen Wheel ou algo parecido no mercado em breve.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Satélites registram o menor nível de gelo no ártico em 30 anos




O Centro Nacional de Dados da Neve e Gelo, NSIDC, revelou um estudo preliminar de novas imagens registradas por satélites que apontam o nível mais baixo do gelo ártico desde que começou a ser medido, em 1979.
Desde então, apenas em 2007 o degelo chegou num limite tão alarmante, que pode ser atingido e ultrapassado neste ano. A medição do dia 9 diz que o gelo está cobrindo apenas 4,33 milhões de quilômetros quadrados.
Segundo os cientistas, o gelo no oceano Ártico fica menor a cada mês.  Durante o verão do hemisfério norte, porém,  a velocidade é reduzida por conta da redução no aquecimento global, dizem os pesquisadores.
Em outubro o NSIDC irá divulgar um relatório completo sobre o degelo e suas possíveis causas.

Via Folha | Imagem: Flickr/stephenuk