A Amazônia perdeu uma área de 253,8 quilômetros quadrados (km2) de floresta em setembro, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgados nesta segunda-feira, 31 de outubro. Houve aumento de 55% da área devastada em relação a agosto, quando foram contabilizados 164 km2 de derrubadas. Já em relação a setembro de 2010 (448 km2) foi registrada queda de 43% no desmate. Em setembro deste ano, Mato Grosso foi o estado que mais registrou desmatamentos (110 km2). Em seguida está Rondônia, com 49,88 km2 e em terceiro, o Pará, com 46,94 km2. O menor registro de desmatamento foi no Tocantins, com 2,24 km2, e no Amapá, não foi detectado desmate. Segundo o Inpe, apenas 5% da região não foi monitorada por causa das nuvens. Fazem parte da região da Amazônia Legal os estados do Acre, Amapá, Amazonas, de Mato Grosso, do Pará, de Rondônia, Roraima e do Tocantins, além de parte do estado do Maranhão Via Redação EcoD | Foto: Presidente do Ibama, Curt Trennepohl, e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciam em entrevista coletiva dados do Deter sobre o desmatamento na Amazônia Legal do mês de setembro/ Wilson Dias/ABr |
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Desmatamento na Amazônia tem alta de 55% em setembro, aponta Inpe
terça-feira, 21 de junho de 2011
Cresce o desmatamento na Amazônia
Só em maio foram 165 quilômetros quadrados que foram embora – isso é quase o tamanho de Praia Grande, no litoral de São Paulo. Mas a coisa ainda fica pior se for contar desde agosto de 2012 a maio de 2011, os 10 primeiros meses do ano fiscal de desmatamento, nesse caso já foram mais de 1.435 quilômetros, ou seja, uma área que tem quase o tamanho da maior metrópole do país: São Paulo. O aumento nesse período foi de 24%.
Os estados mais afetados são Mato Grosso, com 39%, depois vem o Pará, com 24% e com o ainda preocupante terceiro lugar, Rondônia, com 22%.
Segundo O Estado de S. Paulo, o sistema de alerta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, conhecido como Deter, mostrou que houve uma alta de 27% no desmatamento na mesma faixa de tempo.
Agora que todo mundo está vendo o problema, quanto mais vão esperar por alguma solução?
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