Agência Brasil – A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que desde maio – quando o Brasil atingiu pela primeira vez 1 gigawatt por hora (GWh) de energia eólica – a geração só vem crescendo e atualmente os ventos estão produzindo 1,073 GWh. O volume se aproxima do potencial da Usina Angra 2 (que tem capacidade de 1,35 GWh), e pode abastecer uma cidade com 1,5 milhão de habitantes. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), o aumento reflete a procura dos últimos anos por energia limpa, já que a força dos ventos é menos poluente que outras fontes. Isso fez com que os custos de geração, como a instalação e a compra de equipamentos diminuíssem, tornando a alternativa mais competitiva, segundo o diretor executivo da associação, Pedro Perrelli. “A energia eólica não emite gás [do efeito estufa], não usa água doce nem para limpeza, nem para resfriamento, e a instalação de uma usina causa um impacto ambiental muito pequeno, que em dois ou três anos, é recuperado”, disse. “Essas preocupações se refletiram no aumento da procura, que barateou os preços, como ocorre com produtos eletrônicos”, completou. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estima que a comerciali- zação de energia eólica nos leilões nos dois últimos anos, impulsionou o setor, que hoje é responsável por 1% da matriz energética brasileira. Segundo a EPE, as contratações fizeram com que a produção de energia gerada dos ventos saltasse de cerca de 30 megawatt por hora (MWh) para os atuais 1 GWh, entre 2005 e 2010. Com a meta de ampliar ainda mais o percentual de fontes limpas na matriz, o governo aposta no crescimento do setor nos próximos dez anos. A meta do Plano Decenal de Expansão de Energia é que até 2020, quando o país deverá gerar cerca de 171 GWh, a participação da energia eólica na matriz suba para 7%, enquanto a oferta de energia hidráulica diminua de 76% para 67%. Embora o preço da energia eólica vem se tornando mais competitivo ao longo dos anos, passando de uma média de R$ 160 para R$ 147 por MWh entre 2009 e 2010, o diretor da Abeeólica disse que, nos dias de hoje, a energia eólica só não é tão competitiva em termos de preço com o que é gerado nas hidrelétricas (R$ 95 por MWh). E defende que os sistemas sejam usados de forma complementar. “É necessário [ter hidrelétricas] porque na época de mais chuva, é quando venta menos. E quando os rios estão mais vazios, é quando venta mais “, explicou Perreli. Porém, ressaltou que o impacto da instalação de uma usina eólica poder ser menor dentro de um terreno do que o de uma grande hidrelétrica, apontada também como fonte de energia limpa e renovável. “Na área onde se explora o potencial eólico, a usina utiliza 3% da área, que não é desapropriada. Normalmente, é feito um contrato de aluguel com os donos, sejam índios, pescadores, quilombolas ou fazendeiros. Traz uma renda adicional que permite implementar o negócio”, disse. Como crescimento do setor, para que os preços se tornem ainda mais competitivos, a associação defende que seja investido mais em linhas de transmissão adequadas. |
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terça-feira, 19 de julho de 2011
Custo de energia eólica caiu no Brasil
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
Nanogeradores e o fim de baterias descarregadas
Cientistas do Instituto de Tecnologia da Georgia apresentaram uma estrutura feita com nanofios de óxido de zinco que pode gerar energia a partir dos movimentos do corpo.
Os nanogeradores foram apresentados ao mundo no 241º Encontro e Exposição Nacional da Sociedade Química Americana. Durante a apresentação foi explicado pelo chefe de pesquisa, Dr. Zhong Lin Wang, que o gerador pode formar correntes elétricas quando dobrado e, o mais provável, é que eles sejam colocados em solas de sapato para gerar energia a cada movimento do nosso pé.
A capacidade de energia é semelhante à uma pilha tamanho AA. Atualmente sua energia já consegue acender uma pequena lâmpada, mas Lin Wang afirma que em 5 anos a tecnologia estará disponível para dispositivos celulares e players de música.
Carregar o celular/ipod durante uma caminhada, quem não quer isso?
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Designer cria carregador eólico para iPhones
Um designer holandês criou um carregador eólico para iPhones / Foto: Divulgação O acessório funciona como uma turbina eólica e produz energia através do vento que gira hélice. Ele possui também um adaptador para bicicleta, assim, pode-se carregar o seu aparelho enquanto se anda de bicicleta. Uma alternativa duplamente ecológica, já que só em usar as bikes já se evita a liberação de gases estufa no meio ambiente. O acessório foi feito a partir de um cooler modificado de computador e um case de silicone / Foto: Divulgação Veenhoven afirmou que conseguiu carregar o iPhone dele em seis horas, mas admitiu que o tempo de recarga é longo. Mesmo assim, é uma nova ferramenta ecologicamente correta que funciona e que, segundo ele, pode ser aperfeiçoada. Ele também conta com um adaptador de bicicleta / Foto: Divulgação |
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Lançado projeto de turbina eólica capaz de gerar 870 trilhões de watts

Por: Redação EcoD
A turbina utilizaria os ventos das camadas mais altas da atmosfera
Pesquisadores americanos descobriram que é possível extrair energia das camadas mais altas da atmosfera. Segundo o grupo, esse ambiente é capaz de conter 870 terawatts (trilhões de watts).
O processo de pesquisa ainda está no começo, no entanto, os pesquisadores já vêem vantagens nesse novo modelo de energia. Com os ventos fortes das altas camadas, menos matérias-primas seriam usadas a cada watt de potência, o que pode ser traduzido por um menor custo por watt.
A empresa Joby Energy planeja lançar a turbina de 500 kW ainda em 2011. Eles afirmam que seriam necessárias apenas 20 toneladas de matéria prima por megawatt, o que é pouco se comparado as 96 mil toneladas da média industrial convencional.
A empresa não se pronunciou sobre a manutenção da turbina e nem sobre a questão do acúmulo de lixo nas camadas superiores da atmosfera. No final de setembro, o grupo de pesquisadores se juntará em uma reunião para discutir as ideias do projeto.
*Via EcoD.
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