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quinta-feira, 24 de março de 2011

Esses móveis é o que diríamos literalmente "emplacar uma idéia"




Para onde se leva as placas que não servem mais pra nada? 
Essa é uma pergunta que muito pouca gente faz, né? Tim Delger, 
designer norte-americano, criou móveis reutilizando 
estas placas de trânsito. 
Tudo começou quando ele precisava de uma mesa e achou uma 
placa de madeira abandonada na rua. Quando chegou em casa, 
usou ao máximo a peça, tentando criar a menor quantidade 
de retalhos possível. 
Como várias pessoas gostaram, ele resolveu continuar com o projeto.
Se você colocaria isso na sua sala, eu não sei, mas a ideia é boa, 
não é?


sexta-feira, 11 de março de 2011

Professor da USP propões transporte fluvial para a capital de SP


Você que foi viajar nesse carnaval, se passou pela capital paulista, com certeza ficou parado nas marginais. A gente já sabe que só construir pontes e mais pontes não dá muito certo. Então que tal parar de pensar nos rios só como um enfeite para as marginais? É isso que propõe o arquiteto e urbanista Alexandre Delijaicov.
Professor da USP, Alexandre pesquisou a origem das propostas de transportes fluvial na capital e criou um projeto que conta com 600 quilômetros de canais navegáveis, passando pelos rios Tietê, Pinheiros, Tamanduateí e pelas represas Billings, Guarapiranga e Taiaçupeba.
O arquiteto ainda lembra que “Onde hoje fica São Paulo, os portugueses encontraram aldeias indígenas interligadas pelos rios” então isso seria como voltar ao passado paulista.
O trânsito começou a dar errado com o prefeito Prestes Maia que governou de 1938 a 1945 e transformou canais em avenidas, como a 9 de julho e a 23 de maio. Com isso foram eliminados 4 mil quilômetros de riachos e córregos e o dobro de margens para o lazer. Se ele tivesse pensado (e já naquela época pesquisado em outras grandes capitais do mundo) poderia ter feito parques fluviais, como os de Paris, Londres e Amsterdã.
Delijaicov ainda diz que o investimento de 1 bilhão de reais já seria compensado pelo uso do sistema fluvial para transporte de entulho e lixo e que a coisa toda ficaria pronta em cerca de 20 anos. Prazo completamente aceitável para soluções urbanas, mas que no Brasil parece ser sempre mal visto pelos políticos em atuação que não querem gastar com algo que só dará resultados no mandato de outra pessoa.


terça-feira, 1 de março de 2011

A melhor solução utópica para o trânsito


Os peixes nadam muito perto de outros peixes quando estão em cardumes, nunca batem e sempre estão nandando juntos. Como seria levar isso para ruas e avenidas? Seria mais ou menos assim, segundo os designers do OU.
Criação dos brasileiros da Dois pra Um, o OU é um projeto de carro elétrico que funcionaria de maneira parecida com o cardume: Todos com um carro assim andariam bem próximos e com toda a segunrança.
Os veiculos também seriam feitos para andar tanto na rua quanto em trilhos de trem e metrô (e já se carregarem enquanto estão nos trilhos).
O projeto já ganhou até prêmio internacional e espera ser desenvolvido até 2021.
Mas aí vem a parte utópica: Para funcionar, todos teriamos que ter o mesmo modelo de carro; avenidas, estradas e ruas teriam que ser recriadas para entrar no projeto; trilhos de metrô e trem também teriam que ser reformados. Entre outros pontos que, pra mim, não se encaixam na realidade.
Não que eu seja pessimista: Eu acredito que os carros elétricos vão ser bem aceitos no nosso país, mas precisamos de modelos que se adaptem a nossa realidade, não um que necessite de uma mudança total (gerando altos custos) para funcionar.