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segunda-feira, 4 de abril de 2011

WWF cria anúncios para alertar sobre a extinção de atum


O atum está desaparecendo do mundo mas ninguém parece se importar realmente com essa triste realidade. Como fazer uma bela campanha de conscientização sem perder o bom humor? A WWF ensina.
Imagens de peixes com mascaras de animais mais “populares” (Pandas, Gorilas e Rinocerontes) foram divulgadas nessa semana para lembrar do risco que a espécie passa.



sexta-feira, 25 de março de 2011

Derramamento de petróleo atinge 20 mil pinguins em extinção

Autoridades estimam que cerca de 20 mil pinguins de espécie ameaçada de extinção foram atingidos pelo óleo
Foto: AP

Um grande derramamento de petróleo de um cargueiro naufragado atingiu pelo menos 20 mil pinguins de espécie em extinção no arquipélago de Tristão da Cunha, no Atlântico Sul, segundo informações de autoridades locais e grupos ambientais. Mais de 800 t de óleo combustível vazaram do navio, que encalhou na ilha no dia 16 de março. Os 22 membros da tripulação foram resgatados. As informações são do site do New York Times
"A cena é terrível, pois há uma mancha de óleo que rodeia a ilha", disse o oficial de conservação local, Glass Trevor. Até agora, apenas um navio de resgate chegou ao local vindo da África do Sul e sua capacidade de garantir o resgate das aves foi descrito como limitado. Um segundo navio é esperado para auxiliar no trabalho nesta quinta-feira.
Grupos ambientalistas afirmaram que, além do óleo, uma infestação de ratos pode representar uma ameaça para as aves. Eles disseram os roedores, trazidos pelo cargueiro que transportava 66 t de soja do Brasil para Cingapura, pode causar ainda mais danos à vida dos pinguins.
O arquipélago de Tristão da Cunha fica a cerca de 1,7 mil milhas da África do Sul, tornando-o o grupo de ilhas habitadas mais remota do mundo. O local é o lar de cerca de 20 mil pinguins da espécie Rockhopper. Jay Holcomb, diretor emérito do International Rescue Bird Research Center, um grupo de conservação de aves, disse que imagens das ilhas mostraram grandes grupos de pinguins revestidos de petróleo. "Muitos aves estão com o óleo há uma semana, o que limita suas chances de sobrevivência", disse.

via Terra

quarta-feira, 9 de março de 2011

Puma do leste dos EUA é decretado como animal extinto



Depois de muito tempo na lista de ameaçados, o puma desapareceu completamente do leste estadunidense.
A informação foi passada pelo Fish and Wildlife Service (agência governamental que cuida da fauna silvestre). Ela avisou que não há mais nenhum deles nessa região e que os pumas que existem de Maine até a Carolina do Sul são de outras categorias.
Agora o Puma sai de uma lista que não é legal fazer parte, animais ameaçados, para a pior ainda: extintos.
 
 Será que um dia o homem não vai deixar que animais belos como esse deixem de existir? Va
mos guardar sua imagem na memória...

 :(

via ecoplanet

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Riscos em 2011: 

Perda da Biodiversidade

Até a morte dos dinossauros, a terra não tinha sofrido uma perda tão rápida de plantas, animais, e de ecossistemas. Nossa destruição da natureza podia ser ainda maior do que nossas emissões de gases de efeito estufa.

(foto: Shutterstock)


Sob a ameaça

Os corais de recifes contêm uma biodiversidade incrível, mas estão ameaçados pela exploração excessiva, pela mudança de clima, e pelo turismo. Se desaparecessem, 
152 bilhões de dólares de receitas anuais iriam com eles.


O Ano Internacional da Biodiversidade das Nações Unidas (NU) começou mal. "Nós falhamos miseravelmente", Jean-Christophe Vie, da União Internacional para a Conservação da Natureza, disse a Reuters, lamentando-se sobre a falha das NU em retardar a taxa de extinção de plantas e animais em 2010.

As NU acreditam que há uma perda de três espécies por hora para a urbanização, desflorestamento, pesca excessiva, mudança de clima e espécies invasoras. E não é apenas sobre o “selvagem”. Os habitats humanos, como as fazendas, estão igualmente ameaçados.


A biodiversidade descreve como todas as formas de vida - bactérias, insetos, e grandes animais - interagem para providenciar “serviços vitais do ecossistema” como o alimento, a água doce, a medicina, a madeira, e a recreação. Do plâncton microscópico que alimenta os peixes que nós comemos às plantas que fornecem a cura para a malária e o câncer, a perda da biodiversidade afeta a todos nós.

Infelizmente, de acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial (FEM) dos Riscos Globais 2010, 60 por cento dos serviços do ecossistema do planeta foram degradados nos últimos 50 anos. “O caminho previsível de tendências de crescimento demográfico e de consumo prenunciam o mal,” conclui o relatório.

E como descobriu a maioria das vítimas pobres do tsunami asiático em 2004, a degradação do ecossistema pode ter conseqüências catastróficas. Décadas de desflorestamento dos manguezais os deixaram indefesos.

A perda da biodiversidade custa dinheiro assim como vidas, diz o relatório: entre 2 e 4.5 trilhões de dólares em 2008. De acordo com outro relatório do FEM, “Biodiversidade e Risco de Negócios”, vai além de custos econômicos - aproximadamente 1.7 trilhões de dólares - que a Stern Review calcula resultará das emissões de gases de efeito estufa do mesmo ano.

Em 2007, o colapso de colônias de abelhas indicou que as safras não foram polinizadas e assim a agricultura dos E.U.A. perdeu 15 bilhões de dólares. A agricultura industrial já reduziu a diversidade das colheitas. Isto, por sua vez, reduz a habilidade das safras de se adaptarem às pragas, doenças ou mudanças climáticas, deixando assim a cadeia alimentar mais vulnerável. Se os corais de recifes desaparecessem, 152 bilhões de dólares de receitas anuais iriam com eles.

Uma resposta é avaliar propriamente os serviços do ecossistema e a diversidade de espécies: pagar nosso débito com a natureza pagando as pessoas para protegê-la. A iniciativa REDDF (Reduzir Emissões do Desflorestamento e da Degradação da Floresta) operaria neste sentido pagando aos países que possuem florestas para não cortar suas árvores.

Artigos relacionados


"Impulsionar a biodiversidade impulsiona a economia global", o Programa de Meio Ambiente das NU declarou. Agora o desafio é persuadir os negociantes, políticos e o público que nada da natureza vem de graça.

Editor: James Tulloch
via Allianz Knowledge Brasil

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

ALERTA DAS ABELHAS



Silenciosamente, ao redor do mundo, bilhões de abelhas estão sendo mortas, ameaçando assim nossas plantações e segurança alimentar. Porém a proibição de um tipo de pesticida, poderia salvar as abelhas da extinção. 

Desde que este veneno foi proibido em quatro países europeus, a população de abelhas já está se recuperando. Mas empresas químicas estão fazendo um lobby forte para manter a sua pesticida letal no mercado. Um chamado para baní-la nos EUA e na União Europeia, onde o debate é mais forte, poderá desencadear ações de outros governos ao redor do mundo. 

Vamos fazer um zumbido global gigante para banir este veneno perigoso nos EUA e Europa a não ser que hajam evidências de que ele seja seguro. 

Quanto mais pessoas participarem desta campanha mais forte será a nossa voz. Por favor, ajude a divulgar esta campanha - encaminhe o link abaixo para os seus amigos e familiares, e divulgue nas redes sociais: 

http://www.avaaz.org/po/save_the_bees/97.php?cl_tta_sign=0fa3d0c68bfbcfca96985bb2e41776c0

As abelhas são vitais para a vida na Terra - a cada ano elas polinizam plantas e plantações com um valor estimado em US$40 bilhões, mais de um terço da produção de alimentos em muitos países. Sem ações imediatas para salvar as abelhas, poderíamos acabar sem frutos, legumes, nozes, óleos e algodão.

Nos últimos anos, temos visto um declínio acentuado e preocupante a nível global das populações de abelhas - algumas espécies de abelhas estão extintas e outras chegaram a 4% da população no passado. Cientistas vêm lutando para obter respostas. Alguns estudos afirmam que o declínio pode ser devido a uma combinação de fatores, incluindo doenças, perda de habitat e utilização de produtos químicos tóxicos. Mas um importante estudo independente recente produziu evidências fortes culpando os agrotóxicos neonicotinóides. A França, Itália, Eslovênia, e até a Alemanha, sede do maior produtor do agrotóxico, a Bayer, baniram alguns destes produtos que matam abelhas. Porém, enquanto isto, a Bayer continua a exportar o seu veneno para o mundo inteiro. 

Este debate está esquentando a medida que novos estudos confirmam a dimensão do problema. Se conseguirmos que os governantes europeus e dos EUA assumam medidas, outros países seguirão o exemplo. Não vai ser fácil. Um documento vazado mostra que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA já sabia sobre os perigos do agrotóxico, mas os ignorou. O documento diz que o produto da Bayer é "altamente tóxico" e representa um "grande risco para os insetos não-alvo (abelhas)". 

Temos de fazer ouvir as nossas vozes para combater a influência da Bayer sobre governantes e cientistas, tanto nos EUA quanto na UE, onde eles financiam pesquisas e participam de conselhos de políticas agrícolas. Os reais peritos - apicultores e agricultores - querem que estes agrotóxicos letais sejam proibidos, a não ser que hajam evidências sólidas comprovando que eles são seguros. Vamos apoiá-los agora. Assine a petição abaixo e, em seguida, encaminhe este alerta: 

http://www.avaaz.org/po/save_the_bees/97.php?cl_tta_sign=0fa3d0c68bfbcfca96985bb2e41776c0

Não podemos mais deixar a nossa cadeia alimentar delicada nas mãos de pesquisas patrocinadas por empresas químicas e os legisladores que eles pagam. Proibir este agrotóxico é um caminho necessário para um mundo mais seguro tanto para nós quanto para as outras espécies com as quais nos preocupamos e que dependem de nós. 

Leia mais: 

Itália proibe agrotóxicos neonicotinóides associados à morte de abelhas:
 
http://www.ecodebate.com.br/2008/09/22/italia-proibe-agrotoxicos-neonicotinoides-associados-a-morte-de-abelhas/ 

O desaparecimento das abelhas melíferas:

http://www.naturoverda.com.br/site/?p=180 

Alemanha proíbe oito pesticidas neonicotinóides em razão da morte maciça de abelhas:
http://www.ecodebate.com.br/2008/08/30/alemanha-proibe-oito-pesticidas-neonicotinoides-em-razao-da-morte-macica-de-abelhas/ 

Campos silenciosos:
http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/campos_silenciosos_imprimir.html